Citroën Grand C4 Picasso

Apostando no revival

Por AutoPapo01/04/16 às 18h19

Quando pensamos em uma minivan podemos associá-las a algum filme da década de 1990 da Sessão da Tarde – aquelas baboseiras campeãs de audiência. Outrora grandes vedetes da seara dos “carros de família”, esses monovolumes acabaram perdendo espaço para os utilitários esportivos. Todavia, parece que a Citroën acredita no movimento revival que trouxe de volta bandas, roupas e programas de TV de 20 anos atrás e ainda aposta nas minivans para fazer sucesso. A Grand C4 Picasso (a sete lugares da linha C4 Picasso) é uma delas.

Comercializada em duas versões (Seduction e Intensive), a minivan é vendida por a partir de R$ 120.900 em sua configuração mais básica e parte de R$ 132.400 na topo de linha. Achou os precinhos salgados? A resposta óbvia é um sonoro sim, mas vale frisar que a lista de equipamentos é bem recheada. Desde “basicona” a Grand C4 Picasso conta com seis airbags, cintos de três pontos para todos os ocupantes, central multimídia com tela de 7’’ sensível ao toque, Bluetooth, entrada USB, HD interno com 16gb de armazenamento, sensores de luz, chuva e ré, para-brisa panorâmico e luzes diurnas de LED.

Em termos de espaço o modelo também não decepciona. O porta-malas tem capacidade de 575 litros (com a última fileira rebatida), mas pode chegar aos 704 litros caso os bancos da fileira do meio sejam arrastados graças aos trilhos sobre os quais estão dispostos. No entanto, com todos os sete lugares a capacidade cai para 130 litros. O entre-eixos do veículo é de 2,86m e seu comprimento é de 4,6m, cortesia da plataforma EMP2 da PSA.

TREM DE FORÇA

Para empurrar as 1,43 toneladas do “C4 Picasso esticadão” a Citroën optou pelo competente motor 1.6 THP que gera 165cv de potência. Aliada ao propulsor, a caixa automática de seis marchas complementa o conjunto. Dá para curtir uma estrada com a família sem maiores problemas e ainda com nível de conforto aprazível. É como assistir a um episódio de Fuller House (sequência da clássica Full House, da década de 1990) e se divertir “de montão”.

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