Dirigindo no escuro: teste de faróis revela ineficiência

Instituto de segurança realiza teste dos faróis e expõe defasagem de vários veículos

Por AutoPapo 21/07/16 às 17h25

O Insurance Institute for Highway Safety (IIHS, Instituto de Seguros para a Segurança na estrada) dos Estados Unidos divulgou um estudo sobre a eficiência dos faróis de automóveis. O grupo testou 21 modelos em condições reais de utilização, classificando a maioria nos níveis “marginal” ou “pobre”. A legislação norte-americana de referência é considerada desatualizada e deve ser influenciada pelos achados do grupo.

O que mais impressiona no estudo é que a má qualidade da iluminação foi generalizada, incluindo veículos de alto custo. Para o IIHS, a deficiência deve ser tratada como assunto sério, já que é um item de segurança.

De acordo com estatísticas do próprio instituto, quase metade das mortes por acidente de trânsito nos EUA ocorre à noite, ao amanhecer e entardecer.

Teste de eficiência de faróis do Instituto de Seguros para a Segurança na estrada nos EUA
(IIHS/Reprodução)

Entre os veículos com classificação “pobre” estão Audi Q3, Honda HR-V, Jeep Renegade, Kia Optima, Mercedes-Benz Classe C e CLA e Volkswagen Passat. Já a nota de “bom”, a mais alta, foi dada apenas para os faróis do Toyota Prius V. Todos os modelos analisados foram fabricados em 2016 ou 2017.

LEGISLAÇÃO

Nos EUA, a lei que regulamenta a intensidade da iluminação automotiva é de 1968, e embora tenham havido atualizações, o procedimento de testes é o mesmo e não inclui a simulação de situações reais. Os testes do IIHS buscam sanar esta falta e pressionar as montadoras a equipar seus veículos com faróis de alcance mais longo.

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