O odômetro digital facilitou a adulteração, mas, por outro lado, os carros e as concessionárias têm registros reais mais precisos
Ao contrário do que muitos pensam, com os atuais hodômetros digitais é mais fácil adulterar a quilometragem marcada do que nos antigos que são analógicos.
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Em compensação, se antes era difícil determinar se o odômetro tinha sido reduzido ou não, hoje já existem maneiras também eletrônicas de detectar a fraude. Em primeiro lugar, na própria central eletrônica do automóvel, que continua indicando a quilometragem rodada original.
Em segundo lugar, as concessionárias possuem um sistema de interligação e elas sabem quando foram realizadas as revisões. E, a partir dessas informações, não é difícil determinar se houve ou não fraude no odômetro.
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