Além do facelift visual para a versão elétrica, a BYD desenvolve um Dolphin híbrido plug-in com tecnologia herdada do sedã King
Segundo informações da imprensa chinesa, a BYD planeja desmembrar a linha do BYD Dolphin em duas frentes. Dessa forma, haveria uma reestilização do Dolphin 100% elétrico e a introdução de uma inédita variante híbrida plug-in (PHEV). A estratégia visa atrair o consumidor que ainda resiste à transição integral para a eletromobilidade, oferecendo uma alternativa com autonomia estendida.
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As primeiras unidades do Dolphin elétrico renovado já circulam em testes no Brasil sob camuflagem, indicando que o lançamento da atualização visual deve ocorrer ainda em 2026. Paralelamente, flagras realizados na China revelam o desenvolvimento da versão híbrida. Este modelo deve herdar o conjunto mecânico DM-i do sedã King, combinando um motor a combustão a uma unidade elétrica com foco em eficiência energética e redução de emissões.
Diferente da versão atual, que possui silhueta próxima à de um monovolume, o novo Dolphin híbrido deve adotar proporções de um hatchback tradicional — mais baixo, largo e com entre-eixos alongado. No interior, a BYD projeta um painel com linhas mais retilíneas e acabamento refinado. Rumores indicam que a marca pode, inclusive, abdicar da tela giratória em favor de uma interface fixa e integrada, elevando a percepção de sofisticação do habitáculo.








No campo técnico, a renovação pode trazer mudanças estruturais profundas. Especula-se a adoção de tração traseira e suspensão do tipo multilink desde as versões de entrada, além do uso da nova geração de baterias Blade 2.0. Essa tecnologia promete melhor desempenho e estabilidade em condições térmicas extremas, um dos principais desafios atuais dos veículos eletrificados.
Para o modelo elétrico, o facelift deve focar em pacotes de equipamentos. A expectativa é que o sistema de assistência à condução (ADAS) passe a figurar na versão de entrada GS. Em termos de performance, os motores de 95 cv e 204 cv devem ser mantidos, garantindo a competitividade do hatch até a chegada da tecnologia híbrida, prevista para 2027.
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