Carro elétrico mais vendido do Brasil ganhará, no exterior, melhorias no sistema de direção autônoma e no alcance da bateria; novidades podem chegar aqui
O BYD Dolphin Mini (comercializado na China como BYD Seagull) se prepara para uma atualização tecnológica significativa que promete elevar sua oferta de sistemas avançados, a despeito da proposta de custo baixo. Isso porque imagens recentes revelam que o modelo passará a contar com um sensor LiDAR montado no teto e uma bateria de maior capacidade, capaz de entregar até 505 km de autonomia no ciclo de testes chinês (CLTC). A novidade tem impacto direto no Brasil, onde o hatch lidera com folga as vendas de carros elétricos.
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A principal evolução técnica do projeto é a instalação do módulo LiDAR, um recurso de alto custo habitualmente restrito a veículos de categorias superiores. A inclusão do sensor no subcompacto — que utiliza raios laser para criar um ambiente 3D à sua volta — integrará o pacote de assistência à condução “God’s Eye” da montadora. Na prática, o equipamento proporciona um mapeamento tridimensional detalhado do entorno, o que aprimora funções de direção autônoma, frenagens de emergência e manobras em ambientes urbanos densos.
Paralelamente ao salto em assistência, o hatch deve adotar uma nova bateria Blade LFP com cerca de 40 kWh. O componente atualizado é responsável por elevar a autonomia máxima dos atuais 405 km para até 505 km (CLTC). Embora o padrão chinês seja mais otimista que as métricas ocidentais, a estimativa é que o alcance real do modelo salte para a faixa de 350 a 400 quilômetros — um avanço notável para o uso urbano, correspondendo a aproximadamente 360 km no rigoroso ciclo europeu WLTP.
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