Avaliado no dobro do valor original, modelo encerra a era dos motores de 16 cilindros e atinge 454 km/h sem capota
O mercado de hipercarros ganhou uma peça rara com a oferta de um Bugatti Mistral 2025. O modelo, que marca a despedida oficial do icônico motor W16 da marca, teve todas as suas 99 unidades esgotadas antes mesmo do início da produção. O exemplar agora disponível no mercado de usados, com quilometragem de entrega, surge como uma oportunidade para colecionadores que ficaram de fora da restrita lista de reservas.
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A relevância histórica do Mistral, sucessor de linhagens como Veyron e Chiron, elevou consideravelmente seu valor de mercado. Avaliado em US$ 10,5 milhões (cerca de R$ 53 milhões), o preço pedido é o dobro da estimativa inicial de US$ 5 milhões. O modelo representa o capítulo final da engenharia de 16 cilindros em “W”, consolidando o fim de uma era antes da transição da Bugatti para motorizações híbridas.
Este exemplar traz uma configuração que alia sobriedade e agressividade. A carroceria utiliza o tom Matte Argent Silver, com detalhes em Beluga Blue nas rodas e emblemas. No interior, o acabamento em couro trançado é predominantemente laranja, com elementos em fibra de carbono e a icônica escultura do “elefante dançante” na alavanca de câmbio. Com apenas 528 km rodados (328 milhas), o veículo mantém o estado de conservação original de fábrica.










Sob o capô, o motor W16 8.0 com quatro turbocompressores entrega 1.578 cv e 163,1 kgfm. A força é distribuída por um câmbio de dupla embreagem de sete marchas e tração integral. O Mistral detém o título de roadster mais rápido do planeta, atingindo a velocidade máxima de 454 km/h e acelerando de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos.






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