Polícia Militar de diversas regiões também registraram 614 multas relacionadas a condução perigosa e irregularidade na documentação
A intensificação de encontros de motociclistas conhecidos como rolezinhos no período de Natal levou forças de segurança a deflagrar operações em diferentes regiões do Brasil após o dia 24 de dezembro de 2025. O balanço parcial das ações já indica que ao menos 100 motocicletas foram apreendidas, além de centenas de autuações e prisões pontuais.
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O caso de maior repercussão ocorreu em Rondonópolis (MT), onde a Polícia Militar frustrou um rolezinho de Natal na noite de 25 de dezembro. A operação resultou na apreensão de 30 motos irregulares, aplicação de 84 multas e na prisão de um motociclista por direção perigosa, embriaguez e falta de habilitação. Durante a dispersão, a PM chegou a usar meios não letais, como balas de borracha, após motociclistas avançarem contra as equipes.
No interior de São Paulo, outras cidades também registraram ações semelhantes. Em Franca (SP), a PM impediu um encontro marcado por redes sociais na madrugada de Natal, com 20 motocicletas apreendidas e 335 infrações de trânsito. Já em Bastos (SP), uma operação na véspera de Natal terminou com seis motos recolhidas e cerca de 35 autuações.
No Nordeste, uma operação integrada em Campina Grande (PB), entre os dias 24 e 26 de dezembro, resultou na apreensão de aproximadamente 40 motocicletas, além de mais de 160 veículos autuados e registros de prisões e apreensão de entorpecentes.
Em Minas Gerais, a PM apreendeu quatro motocicletas em Caratinga (MG) após denúncias de concentração de motos sem placa e preparadas para um rolezinho. Já no Rio de Janeiro, Nova Friburgo realizou uma operação integrada entre a noite do dia 24 e a madrugada do dia 25, com remoções de motocicletas e diversas infrações registradas, embora o número total de apreensões não tenha sido divulgado.
As operações refletem uma atuação coordenada das forças de segurança no período de festas, quando o aumento do fluxo de pessoas e veículos potencializa riscos no trânsito. Segundo as autoridades, o foco das ações é coibir manobras perigosas, excesso de ruído, adulterações em motocicletas e direção sem habilitação, práticas frequentemente associadas a esses encontros.
O levantamento é parcial e considera apenas casos noticiados após o dia 24 de dezembro, o que indica que o número real de motos apreendidas pode ser ainda maior.
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Cerca de 85% das motos que circulam pelas ruas da capital paulista têm alguma irregularidade.
É fácil observar as irregularidades, como: sistema de luzes com problemas, sem placas ou com placas ilegíveis, falta de espelhos retrovisores, escapamentos com excesso de ruído e outros.
Existem radares com câmeras que multam carros por excesso de velocidade (mesmo que apenas 1,0km/h de excesso), mas para motos não existem nada, nem decibelímetro para constatar exceto de ruído dos escapamentos.
As infrações cometidas pelos motociclistas são toleradas pelas autoridades de trânsito, mesmo cientes que muitos acidentes com vítimas envolvem motociclistas irresponsáveis.
Entre 2012 e 2015 a Polícia Militar intensificou (aqui em São Paulo/SP) as blitz pra cima das motos-cabrito e dos motoqueiros “devendo”, e também a Lei-Seca pra cima de condutores bêbados.
Resultado: As mortes no trânsito DESPENCARAM!!!
E aí o prefeito Fajuto Haddad ecoou a mentira de que os seus radares-arapucas “salvavam vidas” – mais mentiroso impossível!