Bilionário perguntou qual seria o dia "mais selvagem" para visitar a ilha do criminoso sexual; veja o que dizem os novos documentos
Novos documentos revelados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos lançam luz sobre a proximidade entre Elon Musk e o financista Jeffrey Epstein — o bilionário condenado por comandar uma rede de prostituição infantil nos EUA. Arquivos que vieram a público nesta semana revelam uma troca de e-mails entre 2012 e 2013, na qual Musk e Epstein discutem a logística para uma visita de Musk à ilha particular de Epstein e um convite para que o criminoso conhecesse a fábrica de foguetes da SpaceX, na Califórnia.
O conteúdo das mensagens contrasta com declarações passadas do CEO da Tesla, que sempre minimizou sua relação com Epstein. Embora os documentos não confirmem se as viagens de fato ocorreram, eles detalham o planejamento ativo dos encontros.
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Em uma das trocas de mensagens, datada de outubro de 2012, Musk pergunta a Epstein qual seria o dia da semana “mais selvagem” para estar na ilha Little St. James. Diante da resposta, o bilionário comentou que “o mundo precisa de mais romance”. Para facilitar o deslocamento, Epstein ofereceu seu helicóptero particular para buscar Musk e sua então esposa, a atriz Talulah Riley, na ilha vizinha de St. Barths.

Em contrapartida, Musk estendeu um convite formal para que Epstein visitasse as instalações da SpaceX. “Você é bem-vindo para ver a fábrica de foguetes a qualquer momento”, escreveu Musk. Publicamente, o empresário nega ter pisado na ilha. Em 2019, ele chegou a tuitar que nunca esteve no local, chamando a insinuação de falsa.
Além do convívio social, os e-mails evidenciam laços comerciais. Epstein demonstrou interesse em contratar a SolarCity — empresa de energia solar fundada pelos primos de Musk, Peter e Lyndon Rive — para eletrificar sua ilha no Caribe e seu rancho no Novo México.
Musk atuou como intermediário direto, encaminhando as demandas de Epstein para seus primos e questionando a viabilidade técnica do projeto. A divulgação desses arquivos atende a uma exigência da lei federal americana, após críticas sobre a lentidão do governo em expor a rede de contatos do financista, que morreu na prisão em 2019.
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