Gigante da tecnologia desafia montadoras tradicionais com sedã atualizado que passa dos 900 km por carga e atrai multidão de compradores
Apenas dois anos após chegar ao mercado chinês, o sedã elétrico Xiaomi SU7 recebeu sua primeira grande atualização. Em uma estratégia que espelha o ciclo anual de renovação de gigantes da tecnologia, como a Apple, a fabricante redesenhou detalhes cruciais de segurança, tecnologia e eficiência do modelo. A resposta do público foi imediata: 15 mil encomendas foram registradas em apenas oito horas após o anúncio oficial.
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O catálogo do sedã preserva as três versões já conhecidas, mas eleva o patamar tecnológico e a competitividade. A versão de entrada (Standard), equipada com bateria de 73 kWh e motor de 315 cv, atinge 720 km de autonomia por cerca de US$ 31.900. A intermediária Pro salta para expressivos 902 km de alcance, graças à bateria LFP de 96,3 kWh, custando na faixa de US$ 36.200.
No topo da linha, o SU7 Max desafia os superesportivos. Com tração integral, dois motores que entregam somados 681 cv e bateria de lítio ternária de 101,7 kWh, o modelo roda até 835 km com uma única carga. O preço na China é equivalente a US$ 44.000 (cerca de R$ 224.400 em conversão direta).
Para além da performance, a confiabilidade foi o foco da marca. Agora, todas as variantes trazem de fábrica um sensor LiDAR no teto, um novo radar de ondas milimétricas 4D e o avançado sistema de processamento Nvidia Thor-U.
Outra mudança fundamental ocorreu na segurança passiva: o SU7 ganhou um novo mecanismo de destravamento mecânico das portas com tripla redundância, evitando que os ocupantes fiquem presos após colisões severas. A maçaneta manual na porta do passageiro também passou a ser pintada de vermelho vivo para rápida identificação em emergências.




















Por dentro, o painel central cresceu levemente, passando a adotar uma tela de 16,1″. O console foi repensado em prol da ergonomia: os porta-copos assumiram disposição horizontal e os botões físicos foram reposicionados. No exterior, os pneus traseiros ganharam uma banda de rodagem ligeiramente mais larga, garantindo mais aderência e estabilidade na pista.










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