Ajustes importantes trouxeram mais refino na condução além de muita tecnologia para uma das motos mais brutas do Brasil
A linha Master of Torque (Mestre do Torque) da Yamaha faz sucesso no mercado desde sua chegada, afinal são modelos que até assustam quem não tem aptidão com as duas rodas. A intermediária delas, a MT-07, foi atualizada no início de 2025 e, na ocasião, testamos ela e tiramos nossas impressões sobre o modelo.
VEJA TAMBÉM:
As maiores mudanças encontradas na Nova Yamaha MT-07 começam na sua estética, que nesta nova geração está mais alinhada com o restante da família Masters of Torque (Mestres do Torque). Ela deixou de ter aquela “cara de Medusa” e incorporou um farol em LED com DRL e muito mais utilidade nas linhas que moldam a frente. O restante do corpo do modelo também mudou e agora se parece mais com um estilo naked esportivo.

Os ajustes também contemplaram melhor performance. O guidão ficou mais baixo (22 mm), largo (9 mm) e próximo do piloto (9.3 mm) otimizando a condução. O pedal está 10 mm mais baixo.
A rabeta do modelo também mudou, com foco na aerodinâmica e a nova geração da moto agora finalmente conta com uma suspensão dianteira invertida. Na traseira uma monoshock com 7 níveis de ajuste de pré-carga.
Outro grande destaque da intermediária é seu novo painel que com 5 polegadas e tela colorida tem diferentes temas, conectividade com smartphone, player de música, navegação por GPS e outros. Comandos de acessibilidade e controle do piloto são encontrados no punho esquerdo.








A parte motora da Yamaha MT-07 mantece o mesmo bicilíndrico capaz de uma máxima de 73,4 cv a 8750 rpm e torque de 6,9 kgfm a 6500 rpm, quando abastecido com gasolina.
Pegando o modelo para rodar é perceptível a motivação pelo nome, afinal é uma moto realmente “mestra” do torque. Logo ao virar a chave já dá para perceber a brutalidade do motor e a atualização do controle de tração ajudou muito no domínio da moto.

Em outro aspecto, a nova Yamaha MT-07 deu uma de “cavalo bravo” nas reduzidas. Duas marchas para baixo antes da curva e giro alto podem fazer a traseira sair (o que contradiz a atualização da moto). Sendo sincero, nem os outros pilotos conseguiram entender o comportamento, que é algo meio preocupante. Acredito que o costume com o modelo seja a solução.
No quesito pilotagem a naked vem bem acertadinha, tanto para conforto quanto para desempenho. A aceleração é brusca e entrega muito bem. Na terceira marcha já é possível passar dos 100 km/h sem esforço. Nas curvas a moto também não peca e assim como a maioria das motos da japonesa ela deita com maestria.
No fim das contas alguns afirmaram que a moto foi “capada” com as atualizações, mas ainda sim a moto é forte, veloz e agora tecnológica.
👍 Curtiu? Apoie nosso trabalho seguindo nossas redes sociais e tenha acesso a conteúdos exclusivos. Não esqueça de comentar e compartilhar.
|
|
|
|
X
|
|
Ah, e se você é fã dos áudios do Boris, acompanhe o AutoPapo no YouTube Podcasts:
Podcast - Ouviu na Rádio
|
AutoPapo Podcast
|
SHOW DE MOTO.