Maverick: Ford relembra a história de um fracasso

A Ford distribuiu material para a imprensa elogiando o fracassado Maverick, que poderia ter adotado o seguinte slogan: “Grande por fora, pequeno por dentro”

Por Boris Feldman 04/01/18 às 08h35

A Ford Brasil decidiu resgatar a imagem de seus automóveis produzidos no país e começou bem, homenageando o Galaxie, o nacional mais luxuoso já oferecido no nosso mercado, fabricado entre 1967 e 1983. Mas continuou mal, distribuindo em seguida para a imprensa um release do fracassado Maverick, pouco mais de 108 mil unidades produzidas entre 1973 e 1979.

Ford Maverick teve vida curta

A ideia da Ford era preencher a lacuna entre o compacto Corcel e o enorme Galaxie com um modelo intermediário para concorrer com o Chevrolet Opala. Começou no caminho correto, organizando clínicas com potenciais compradores exibindo vários carros sem o logotipo para perceber a preferência do mercado. Entre os Ford Cortina (inglês), Taunus (alemão) e Maverick (norte-americano), o pessoal não vacilou e indicou o Taunus como o preferido.

Ford Maverick teve vida curta; Taunus quase "roubou" seu lugar

No entanto, carro europeu sempre foi mais sofisticado que o americano e a diretoria da Ford decidiu investir (muito menos) no Maverick. Ao contrário do alemão Taunus, não tinha suspensão traseira independente com molas helicoidais e nem motor de pequena cilindrada, mas sofisticado e oferecendo boa performance. E ainda foi necessária uma estratégica modificação no logotipo norte-americano do carro (abaixo, à dir.), que ostentava dois garbosos chifres…

Ford Maverick teve vida curta

O Ford Maverick era um cupezão barato nos Estados Unidos (2.000 dólares na década de 1970), de mecânica simplória e baixo custo de produção. O primeiro grande erro da fábrica foi adaptar o velho e grandalhão motor de seis cilindros do jipe Willys e do Aero Willys (comprada no Brasil pela Ford), incapaz de conferir uma performance pelo menos razoável ao Maverick (0 a 100 km/h em 20 segundos). Outro ponto negativo era o ridículo espaço no banco traseiro, pouco mais que um 2+2 característico dos esportivos. A Ford tentou resolver o problema lançando um quatro portas com maior entre-eixos mas, à época, o mercado brasileiro andava de amores com os cupês. Foi um caso típico de um projeto ao contrário das expectativas e que poderia ser definido como “grande por fora, pequeno por dentro”…

Ford Maverick teve vida curta

O motorzão Willys foi substituído depois pelo bom e moderno 2.3 produzido na nova fábrica da Ford em Taubaté. E também, como opcional, o famoso V8 302 importado dos EUA. A diretoria da empresa apostou uma pilha de fichas no Maverick, com ações junto à imprensa, promoções mercadológicas e até uma equipe de competições comandada pelo famoso Luiz Antônio Greco para capitalizar a performance do carro com motor V8 nas pistas. Mas nenhuma estratégia de marketing foi capaz de conferir ao Maverick mínimas chances de concorrer com o bem sucedido Chevrolet Opala.

Ford Maverick teve vida curta

Depois de vários desacertos e polêmicas internas que – dizem – fizeram até rolar cabeças na diretoria da Ford, o fracassado teve sua morte decretada em 1979, apenas seis anos depois de seu lançamento.

42 Comentários
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    Fabiano 14 de janeiro de 2020

    A reportagem está perfeita, o Maverick foi um.fracasso na époça, mesmo que tenha hoje muitos admiradores.

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    Juci 8 de janeiro de 2020

    O Opala sempre foi mais bruto. Infelizmente a Ford de fato errou, pois sabia que iria enfrentar um carro lançado em 1968 e que fez sucesso de imediato. Então se queria de fato enfrentar o Opala, teria que ter utilizado outro motor. Outro erro foi tentar corrigir o motor Willys 3000 com um 4 cilindros 2.3, resultado: perdeu novamente e foi obrigado a encerrar a produção. Apesar disso eu acho o Maverick mais bonito.

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      Bruno Leopoldo Silva Figueiredo 11 de janeiro de 2020

      Era chamado de AEOROVICK KKKKKKK

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    Giuliano Almeida 13 de dezembro de 2019

    Que matéria horrível. Um desserviço ao passado. Comprei meu Maverick 4cc 76 a um mês. E o carro não perde em maciez na pista para o meu outro Ford, um Focus novo. Carro de mecânica simples, robusto, nego bate palmas quando me ve na rua. E não tem treta com Opaleiro não. Ontem mesmo desfilei ao lado de um opala lindíssimo, era um elogiando o outro 🙂 Quem gosta de treta é moleque.

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    DMG 13 de outubro de 2019

    O ‘lacrador’ tentou fazer uma matéria com opiniões bem tendenciosas, com resquícios de despeito, analisando mais profundamente parece um opaleiro frustrado…
    Algumas informações adicionais ao nobre ‘colunista, o Ford Maverick ‘cupezão barato’ nos Estados Unidos foi lançado custando por volta de 10% a menos que o Mustang, portanto um diferença minima no preço, principalmente se considerar as atuais plataformas das montadoras.
    Quanto a matéria dá a impressão que o V8 era ‘opcional’, o que não é verdade, pois foi lançado desde o inicio o GT V8 e o V8 era opcional no modelo SUPER de entrada.
    ‘No entanto, carro europeu sempre foi mais sofisticado que o americano’, o Taunus lembra demasiadamente os sofisticados, horríveis e desprezados modelos dos anos 80…
    Que matéria apequenada que contribui tão pouco para um país quase sem memoria automotiva, hoje qualquer antigo mobilista sabe o valor desse resgate.

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    Hemerson Pinho 11 de outubro de 2019

    Concordo que foi um fracasso comercial, mas despertou uma legião de apaixonados, como este que aqui escreve. Em 1977 meu pai comprou um Maverick GT 4 novinho. Em 1982, portanto já fora de linha, foi minha primeira experiência ao volante. Ainda tenho o manual original do carro. O Taunus provavelmente seria mais bem sucedido. Mas provocaria a mesma paixão ? – Falo de forma humilde: Acredito que não.

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    SÉRGIO ANTÔNIO CASARI GUERREIRO 27 de julho de 2019

    Na época, anos 80 eu andei de carona no maverick, isto foi o estopim para mim apaixonar por este carro, um motor gt v8 que é melhor que o camaro atual e mustang atual, tenho sonho de um dia comprar um, pena que não fabrica peças novas de fabrica, só usadas ou mandar fazer, pena que as pessoas nova de hoje não goste deste tipo de carro, para mim eu só critico o consumo de gasolina, ele gasta muito, sobre o motor é 10, é um toro, abraços a todos a quem goste a admire desta relíquia que a ford fabricou na época, o mustang eu também admiro esta relíquia da época.

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    Marcílio Lopo 1 de junho de 2019

    GOSTO É GOSTO, SÓ SEI QUE TENHO UM MAVERICK 4 PORTAS DE 1973 AMARELO, SEDÃ SUPER LUXO, SÓ FORAM FABRICADOS 608 E EU TENHO UM.

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    Rafael Castro 29 de maio de 2019

    Se o autor dessa matéria quis ser original escrevendo algo diferente de tudo que já li sobre quem realmente entende de Maverick ele conseguiu. O Maverick é único e não tem nada parecido feito até hoje no Brasil. É um esportivo icônico e muito raro. Um grande carro para um público de terceiro mundo que ainda estava amadurecendo. Nos EUA o carro vendeu mais de 2 milhões de unidades.

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    alexandre 7 de dezembro de 2018

    a palavra desempenho não foi abolida da lingua portuguesa por favor use-a no lugar de performance, desempenho pode ser a atuação de um artista como o trabalho físico de um aparelho.

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    Rubens 27 de junho de 2018

    Esse cara deve ser um opaleiro frustrado por ter tomado bucha do Mavecao.

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    marcos 20 de junho de 2018

    apodrece pacarai e s estabilidade é uma m…

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    Luiz Alves 19 de junho de 2018

    Dodge e Opala eram os melhores da época. O Maverick era desprezado!

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      Sidnei Gazolli 17 de setembro de 2018

      Kkkkkkkkkkkk,mano ?Reamente,mas hoje o Maverick é um clássico e vamos tentar respeitar é difícil mas temos que tentar!

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      WALLACE DE OLIVEIRA ALVES 2 de janeiro de 2020

      Opala sempre foi inferior, isso é inegável!

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    Gustavo 7 de junho de 2018

    Já havia lido uma outra reportagem sobre o Maverick, a outra também fala sobre o fracasso nas vendas. Particularmente também acho o Maverick um carro feio e esquisito, ridículo para ser honesto! Prefiro os Dodge Charger R/T e Dart do mesmo período. Mas gosto é Gosto…
    A dois anos atrás, eu em Araxá namorando um Porsche 928 S, e me aparece uma senhora ostentando uns 70 anos, que chegou ao lado de um senhor dono de um Maverick V8 amarelo fase 2 ( não sei o ano ) e oferecer de pronto 175 mil reais na bagaça…
    E levou o V8 para casa…… rsrsrs.
    Quase tive um piripaque na hora, o Porsche se bem me lembro não estava a venda, mas o dono me disse que por R$ 200 mil eu conseguiria um ano 1994/95…
    E a senhora comprou o Maverick, vai entender…

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      Rubens 27 de junho de 2018

      Ridículo e o seu toba . Quando saiu com o meu , todas as atenções são pra ele , fora os comentários de elogio ao carro.

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        Sidnei Gazolli 17 de setembro de 2018

        Com certeza
        Clássico é clássico!
        Realmente sair com u Maverick em perfeito estado faz bonito nas ruas!

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    luciano 3 de junho de 2018

    fracassado??…..
    Veja quanto vale um maveco hj, em relação a qualquer concorrente.
    O modelo mais atual de sua época.
    Se aquela geração fracassou na escolha, as que vieram depois não….
    MAVECÃO é sonho de consumo hj em 2018..

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    Rio hotel Marco Aurélio Nogueira Ramos 30 de maio de 2018

    Acho uma babaquice em 2018 ainda existir esse tipo de comentário sobre esse ícone do Brasil. O motor seis cilindros é fraco comparado com o que? Chevette, opala 4 cilindros 73/74? ???? Consome demasiadamente comparado com o que naquela época? Falta de espaço comparado com Qual carro??? Opala cupê??? Faço um desafio, pegue o metro e façam as medições e confiram! Confiram também o desempenho do Maverick 6 com opala 4 na ocasião. Não é citado nunca a suavidade muito superior do carro da Ford nem o charme de novidades que trazia. O Maverick é muito mais bem construído que seu rival e muito mais forte, As linhas quadradas do Taunus inspirou o Del Rey que vendeu pouco também e hoje custa o preço de uma grade de um Maverick! Se colocarmos lado a lado os dois parece que o Del Rey foi fabricado duas décadas antes do Maverick. Enfim…. estamos no Brasil onde o certo é errado, errado é certo 2+ 2 = 5 e assim vamos nós.

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      Rubens 27 de junho de 2018

      Tenho 1 m e 95 de altura , comprei meu Maveco há pouco tempo e te digo , nunca tinha guiado um carro onde eu poderia puxar o banco pra frente e me sentir confortável . Quem diz que o carro e apertado não sabe de nada.

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        Paulo - Londrina 5 de julho de 2018

        O Mavecão é apertado para quem vai no banco traseiro. É isso que a reportagem diz, e é verdade. Só que o desenho dele é de esportivo 2 + 2, ou seja, dois confortavelmente na frente e dois se apertando no banco traseiro

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      Cleyton Pimenta 12 de março de 2019

      Os dois são ícones da época, dois monstros que o tempo passou é ainda levanta duvida em todas as idades, de tão bons que foram, viva a disputa de agradar os consumidores destas duas feras!

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      Rafael Castro 2 de junho de 2019

      Concordo!!

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    Fat Max 19 de março de 2018

    Boris, seu puxa-saco da GM…

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    Alexandre Coelho 15 de janeiro de 2018

    Opaleiro Detected

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      Ivan 25 de janeiro de 2018

      pensei a mesma coisa…kkkkkkkk

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    iramaia 6 de janeiro de 2018

    Em 1971 compramos um Maverick zero Km., branco,lindíssimo,super confortável,com direção maravilhosa(foi quando consegui fazer baliza com tranquilidade!).
    Nossas crianças viajavam Rio-São Paulo no banco de tráz,no maior conforto.Tivemos vários carros de várias marcas-inclusive um Galaxie-mas nenhum tão boni-
    to e tão bom como êle.SAUDADES!!!!!

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      Bruno Leopoldo Silva Figueiredo 11 de janeiro de 2020

      O GALAXIE era chamado de a sala de estar sobre 4 rodas que é CIVIC e COROLLA pra chegar num conforto de um carro destes

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    bruce 5 de janeiro de 2018

    tive vários mavecos gt v8 o de 4 cilindros o de 6 cambio na coluna ré no botão . show de carro , tive opalas dodges , igual maveco não tem !carro não quebra o v8 é só pau forte

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      WALLACE DE OLIVEIRA ALVES 2 de janeiro de 2020

      Só sabe quem tem ou já teve! Isso aí camarada!

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    Sergio 5 de janeiro de 2018

    Só uma questão, quando fazemos um comentário desse, vendeu 108 mil veículos e foi um fracasso, seria interessante também informar quanto o Opala vendeu no mesmo período, para dar ao leitor uma dimensão do que se esta afirmando.

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      Bruno 5 de maio de 2019

      1 anos de produçao do opala da mais de 108000 carros ou seja basta 1 ano pra ter vendido mais do que os 6 anos de maverick

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        WALLACE DE OLIVEIRA ALVES 2 de janeiro de 2020

        Primeiro ano do Opala 305 vendidos kkkkkkkkkkk Maverick deve ter vendido isso em 2h.

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        WALLACE DE OLIVEIRA ALVES 2 de janeiro de 2020

        Um fracassado que vale de 80 a 100 mil hoje… Que belo fracasso! O seu venerado Opala vale quanto hoje? 15 mil? Kkkkk fora a quantidade de oferta que aparece toda vez que vou dar uma voltinha com meu mavecão. Que materiazinha tendenciosa e fraca. Desserviço para os leitores.

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    Franco Vieira 5 de janeiro de 2018

    Sigo com meu pedido, essa coluna ser diária!!!

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    Comentador 4 de janeiro de 2018

    Não considero 108000 unidades como fracasso, dá 18000 por ano 3x mais do que a venda de Ford Focus Sedan no ano de 2017, na época do Maverick era bem mais difícil para o brasileiro médio adquirir um carro. Esse carro é incrível, ainda chama muita atenção onde passa, a versão perua é infinitamente mais bonita que a saudosa Caravan,

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      Samuel 4 de janeiro de 2018

      Concordo.

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      Bruno 5 de maio de 2019

      Nao existe versao perua seu jegue…..uma concessionaria chamada souza ramos fez 3 peruas usando teto de caravan soldado no maverick 4 portas

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    Paulo Jácome 4 de janeiro de 2018

    Interessante que hoje virou objeto de desejo de muitos, com preços altos para veículos reformados. Dá para entender?

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      Rafael Castro 2 de junho de 2019

      É muito simples, o Maverick é lenda.. um carro lindo e épico. Fracassado é quem n vê o brilho genuíno de um V8 com muita história.

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