Tecnologias automotivas que ninguém usa e vêm em carros novos
As inovações são muito pedidas pelos clientes que compram carros novos, mas algumas montadoras seguem presas a soluções do passado
As inovações são muito pedidas pelos clientes que compram carros novos, mas algumas montadoras seguem presas a soluções do passado
Os carros estão evoluindo muito rápido, equipamentos que já foram desejáveis ficaram datados. Algumas dessas tecnologias automotivas ainda sobrevivem graças a projetos defasados ou apenas a insistência das montadoras.
Nesses tempos de central multimídia com espelhamento sem fio, painel digital e assistentes ativos de segurança, chega a ser espantoso ver algumas tecnologias sendo tratadas como antigas. Listamos aqui algumas que ainda sobrevivem nos carros vendidos no Brasil.
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A última vez que a Volkswagen atualizou a Amarok foi em 2017. O modelo recebeu a central multimídia Discover Media, a mais recente da marca no momento e que trazia CD-player.
Esse equipamento persiste também em outra picape média, a Nissan Frontier. A versão S, única com câmbio manual e voltada para o trabalho pesado, conta com um CD-player integrado ao painel.
A nova Fiat Titano traz um pacote de tecnologia bem completo para seu segmento e faixa de preço: câmeras com visão de 360 graus, ar-condicionado de duas zonas e chave presencial. Mas escondido no console está o acendedor de cigarros.
Esse equipamento também é oferecido pela Fiat em outros modelos de sua gama como acessório. A Porsche vai além e oferece como um opcional de fábrica, que traz junto um cinzeiro.
O freio de estacionamento eletrônico é uma tecnologia automotiva muito prática. Muitos carros já acionam ele ao colocar o câmbio em P ou quando a porta do motorista é aberta. Além disso, ele libera espaço no console central.
O sistema mecânico mais comum no Brasil é a alavanca, mas dois carros da Nissan ainda insistem no freio de estacionamento por pedal: o Sentra e o elétrico Leaf. Até mesmo o Toyota Corolla Cross já abandonou essa solução.
Antigamente, quando o rádio não trazia uma tela e os painéis eram todos analógicos, era considerado um luxo ter o relógio digital na cabine. Recursos que se popularizaram nos anos 90 como o computador de bordo e os CD-players com visores em cristal líquido colocaram essa tecnologia em desuso, o motorista poderia consultar as horas de outras formas.
A Toyota Hilux mantém esse relojinho digital no painel, curiosamente sobre a central multimídia que também mostra as horas. Esse recurso deve ser útil na versão básica voltada para o trabalho, que vem sem rádio.
A direção com assistência elétrica é uma tecnologia automotiva relativamente simples: um motor elétrico alivia o esforço feito para esterçar a direção. Ele aposenta a bomba hidráulica e os fluídos, reduzindo o esforço parasita feito no motor e tirando um item da manutenção periódica.
As montadoras foram rápidas ao adotar a direção elétrica até para reduzir as emissões de seus carros. Porém a Volkswagen ainda insiste nela em sua caminhonete compacta Saveiro.
A Fiat também usa esses sistema no Mobi e no Fiorino, porém está próximo de aposentá-lo quando aposentar o motor Fire. Dentre as picapes médias, a assistência hidráulica é usada pelas japonesas, pela Amarok e pela Titano.
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Não vejo problema algum se a central multimídia contar com um cd player! Mesmo porque o streaming de música não supera a resolução de áudio do CD. E quando não se tem sinal de Internet, ele esta a postos.
Aqui em Resende-RJ os carros não precisam ter seta, pois ninguém usa !
Que coincidência, em Nova Iguaçu também não.
O freio de estacionamento mecânico é muito mais seguro que o eletrônico.
Basta acabar a energia elétrica que o carro fica sem freio.
Você coloca uma das lanternas em curto que a bateria acaba e o carro perde o freio de emergência.
Aí você leva o carro para onde você quiser.
Vc anda assistindo muito Magaiver ! Kkkkkkk
Onde que se o freio de mão com acionamento elétrico é não eletrônico como vc disse se falhar o carro fica solto se todos carros que tem esse sistema são automático e estando em P a trava vai segurar a não ser que quebre essa trava também para mover o veículo
Faltou o carregador por indução. Apesar de moderninho e atual, é totalmente inútil. Firula tecnológica. Impossível carregar o celular com ele. Se tiver usando o GPS então, esquece. Mais fácil a bateria explodir do que subir 1% de carga.