Troller extinta: relembre 5 fabricantes brasileiras de jipes do passado

Empresas criadas no país desenvolveram diferentes projetos de veículos off-road, mas acabaram sucumbindo no mercado

troller t4 2019 1
Troller deixará de produzir veículos em setembro (foto: Troller | Divulgação)
Por Alexandre Carneiro
Publicado em 15/08/2021 às 08h32
Atualizado em 11/08/2022 às 16h26

A Ford não confirma, mas extinguirá a Troller para sempre. Um comunicado que circulou internamente na fábrica de Horizonte (CE) revela que a multinacional pretende vender o terreno, o prédio e o maquinário da unidade industrial. Porém, o negócio não incluirá a marca, tampouco os direitos de produção dos veículos.

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Desse modo, a Ford frustra as expectativas de quem achou que a Troller sobreviveria. É que, em janeiro, quando anunciou o fechamento das próprias fábricas em Taubaté (SP) e Camaçari (BA), a empresa comunicou que encerraria a produção da planta cearense até o fim de 2021: contudo, durante esse período, negociaria a venda da marca.

As novas informações, porém, indicam que, inicialmente, a Ford havia revelado apenas parte da história. A Troller seguirá produzindo veículos somente até setembro próximo: a fábrica da marca ainda continuará em operação até novembro, fabricando peças de reposição. Dali para a frente, o destino parece mesmo ser a extinção.

A Troller, então, se juntará a outras marcas legitimamente brasileiras que produziam veículos off-road, mas fecharam as portas. Hoje, todas elas pertencem à história da indústria do país. O AutoPapo relembra as 5 principais fabricantes de jipes legitimamente nacionais: confira o listão!

1. Gurgel

A Gurgel não fez unicamente jipes: entre os aproximadamente 40 mil veículos que a empresa fabricou, existem subcompactos como XEF, BR-800 e Supermini e até o elétrico Itaipu. Porém, os modelos com proposta mais off-road, como o X12 e o X15, foram os que alcançaram maior sucesso comercial.

Os jipes Gurgel são lembrados tanto pela simplicidade mecânica quanto pela valentia. Via de regra, utilizavam motores de origem Volkswagen e, em vez de tração 4×4, dispunham do sistema Selectraction, uma espécie de bloqueio manual das rodas traseiras: o motorista controlava, de maneira independente, cada uma delas, por meio de dois freios de mão.

A empresa nasceu do sonho do engenheiro João do Amaral Gurgel e operou de 1969 até 1993: no ano seguinte, o fabricante declarou falência e fechou definitivamente as portas. O fundador morreu em 2009, aos 82 anos.

2. Engesa

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Engesa 4 “nasceu” para ocupar lacuna deixada pelo Jeep

A empresa cujo nome é formado pelas iniciais das palavras Engenheiros Especializados S.A. entrou no mercado civil em 1985, com o Engesa 4, que havia sido apresentado ao púbico no ano anterior. Fornecedora de veículos ao Exército Brasileiro, incluindo blindados, a fabricante se baseou no projeto do EE-12, um modelo militar leve.

A missão do Engesa 4 era ocupar a lacuna deixada pelo Jeep: criado pela Willys, ele havia sido retirado de linha pela Ford em 1983. O jipe da fabricante brasileira tinha tração 4×4 e motor 2.5 a gasolina, proveniente do Chevrolet Opala.

Assim como as demais fabricantes do listão, a Engesa pertence ao passado. A empresa, que iniciou as atividades em 1958 produzindo artigos para a indústria petrolífera, fechou as portas em 1993. O jipe civil ainda foi produzido artesanalmente por outra empresa: a Envesa. Em 2003, a Agrale adquiriu o projeto, que deu origem ao modelo Marruá.

3. CBT

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Para criar o Javali, a CBT valeu-se da própria experiência na produção de tratores

Outra empresa legitimamente nacional que investiu no desenvolvimento de um jipe foi a CBT, sigla de Companhia Brasileira de Tratores. Em 1988, apresentou o Javali ao mercado, com o objetivo de competir com o Engesa 4 e com o Toyota Bandeirante.

Um dos trunfos do Javali era o motor a diesel, usinado pela própria CBT para equipar tratores. Rústico, mas valente, o veículo tinha tração 4×4 e reduzida. O modelo fez relativo sucesso e teve aproximadamente 4.000 unidades produzidas.

Assim como diversos outros pequenos fabricantes de veículos nacionais, a CBT fechou as portas nos anos 90, mais precisamente em 1995, após a abertura do mercado às importações. Era o fim de uma empresa cuja história iniciara-se em 1959.

4. JPX

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Fundada por Eike Batista, a JPX teve a imagem comprometida por problema mecânico

Contemporânea da Troller, a JPX começou a produzir jipes em 1994, na cidade de Pouso Alegre (MG). Criada pelo controvertido empresário Eike Batista, a fabricante deveria fornecer veículos off-road tanto às forças armadas quanto ao mercado civil.

Assim nasceu o modelo Montez, cujo projeto era originário da empresa francesa Auverland. Já o motor, um 1.9 a diesel, era fornecido pela Peugeot e turbinado pela JPX. E foi justamente essa adaptação que causou o problema crônico do modelo: superaquecimento. O fluido de arrefecimento fervia em pleno uso off-road, o que rendeu ao jipe o o inglório apelido de “chaleira de trilha”.

No fim dos anos 90, a JPX já havia perdido o ritmo de produção devido à queda nas vendas. Em 2001, a empresa fechou precocemente as portas. Ironicamente, naquele mesmo ano, a gama Montez chegou a adotar motor turbinado pela própria Peugeot, o que solucionou os problemas de confiabilidade mecânica.

5. Troller

Tecnicamente, a Troller ainda está viva, mas dá os últimos suspiros. Com a morte anunciada pela Ford, a empresa deverá ser lembrada como uma das maiores marcas brasileiras de jipes. O principal produto sempre foi o robusto T4, que atualmente está na segunda geração. Mas houve também a picape Pantanal, que apresentou falhas estruturais e teve as 77 unidades produzidas recompradas pelo fabricante.

O surgimento da Troller data de 1995, mas a empresa começou a ganhar notoriedade a partir de 1997, quando foi adquirida pelo empresário Mário Araripe. Após cerca de uma década atuando de maneira independente, a fabricante se tornou uma marca da Ford em 2007.

Ford desiste de vender a Troller: relembre essa história mal contada:

A multinacional foi fazendo modificações nos produtos e, em 2014, chegou a lançar uma nova geração do T4. O novo projeto incluía diversos componentes da própria Ford, inclusive o motor 3.2 turbodiesel compartilhado com a picape Ranger. A última novidade da Troller foi o TX4, com câmbio automático.

A fábrica de Horizonte (CE), que produz mais de 1.000 veículos anualmente e, hoje, emprega cerca de 450 funcionários, em breve terá números finais. Ironicamente, a Troller, única marca brasileira de carros a ser comprada por uma multinacional, será morta pelas mãos da própria Ford.

Bônus: e a TAC?

jipe tac stark vermelho de frente
TAC anunciou planos de erguer nova fábrica, mas segue sem produzir veículos

Em tese, a marca TAC ainda existe, mas não fabrica veículo algum desde 2018. A empresa é criadora do jipe Stark, que tem motor 2.3 turbodiesel, tração 4×4 e design arrojado. Apesar dos predicados, a produção estimada do modelo não passou, até hoje, da casa das 250 unidades.

A história da TAC começa em 2004, em Santa Catarina. O nome do fabricante, inclusive, faz alusão ao Estado sulista: é a sigla de Tecnologia Automotiva Catarinense. Porém, em 2013, as operações foram transferidas para Sobral (CE), perto da concorrente Troller. No ano de 2019, a marca, já nas mãos da CAB Motors, voltou a mudar de endereço e anunciou a construção de uma sede industrial no Distrito Federal.

A previsão era inaugurar a nova fábrica em 2021, mas até o momento essa promessa não se concretizou. Para piorar, o governo catarinense cobra uma dívida superior a R$ 10 milhões, resultante de incentivos fiscais. Será que o destino será o mesmo das demais fabricantes brasileiras de jipes? Ou o fim da concorrência da Troller era a oportunidade que a empresa precisava?

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32 Comentários
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Nícolas Lancaster Justo Novaes 20 de outubro de 2021

Sr. Boris, sobre a JPX… De fato ela está morta mas, ainda tem alma e pode ser que reencarne. Por hora a marca JPX tem sido estampada nos emblemas das minhas carretinhas mas, estou me esforçando para colocar a marca em um novo 4×4. Um carro com boa engenharia mas sem exageros, um carro honesto.

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Nícolas Lancaster Justo Novaes 20 de outubro de 2021

Digo, Alexandre Carneiro

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Stan 19 de agosto de 2021

Faltou aí um veículo que foi um dos pioneiros no mercado off road e que fez muito sucesso na década 50/60. A Willys Overland tinha uma fábrica em Jaboatão-PE onde produzia os jeeps willys mas logo em seguida a Ford comprou e encerrou sua produção na unidade pernambucana. Jeep willys e Toyota bandeirante eram considerados os veículos 4×4 de maior robustez naquela época.

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Alessandro 3 de setembro de 2021

O título é dúbio. A matéria trata apenas de jipes fabricados e desenvolvidos por empresas brasileiras. Não é o caso da Willys Overland, mas é o da Vemag que, com quase 8.000 jipes fabricados nem é mencionada na lista. Sua situação é a mesma da JPX, uma empresa nacional fabricando sob licença um produto projetado no exterior.

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Pedro Carlos de Faria Pinto 19 de agosto de 2021

É uma pena que a FORD esteja tomando essas decisões aqui no Brasil. Mas é compreensível pelo modo como estamos tratando o nosso país. Tenho esperança que ela volte a fabricar os carros híbridos e também os elétricos, se assim for.

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Polvo 17 de agosto de 2021

Pessoal do Autopapo, gostaria que vocês contassem mais sobre a história da Gurgel, porque o projeto do carro popular deles (BR-800, Supermini) não deu certo. Foi falta de incentivo do governo ou alguma manobra das multinacionais? Contem pra nós porque os projetos da Gurgel nunca emplacaram.

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Marcelo 19 de agosto de 2021

Não deu certo pq era uma B O S T A!!!!

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Polvo 20 de agosto de 2021

Não era bem a resposta que eu esperava, mas tudo bem…rsrsrs Obrigado

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MAIK FERNANDES PINHEIRO 17 de agosto de 2021

Se brasileiro tivesse espírito patriota mesmo,nunca mais compraria nada vindo dessa marca.Principalmente quem tem condições comprar picapes.
Eles vão matar a Marca pois a Ford Ranger compartilha em comum algumas peças da troller,e com a venda um dos quesitos era ser fornecedor para Troller,mas a Ranger é concorrente de marca,então estaria fazendo peças pra concorrencia

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WENDEL CERUTTI DA SILVA 16 de agosto de 2021

Alguém avisa o dono da Ineos Grenadier que tem uma fábrica e a América do Sul a disposição dele .

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Rubens Gonçalves Ferreira 16 de agosto de 2021

O que ninguém sabe é que cada empresa brasileira que vai a falência, aumenta os impostos no Brasil , resultando assim nos aumentos dos preços para absolutamente tudo no Brasil .
Mas ninguém está preocupado com isso né?
O maudito ex dono da troller está limpando a bunda com o dinheiro que ganhou vendendo a empresa para a Ford , sabendo que assim que a empresa troller fechar as portas no Brasil , vamos ter no mínimo 20% a mais de aumento nós impostos federais , estaduais e municipais.
Causando assim um super aumento nós preços .
Cada ação gera uma reação .

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Jomero Willdeson ospina Guedes lopes 16 de agosto de 2021

Parabéns serviço público fr qualidades

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ALCIDES AUGUSTO OZORIO GALANA 16 de agosto de 2021

Melhor já extinguir a Ford do Brasil de vez criar uma taxa de 500 % sobre os veículos da marca

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Marcelo 16 de agosto de 2021

RECEITA SIMPLES: empresários interessados, engenheiros baseados na primeira versão atualizamos tudo mudamos o nome é seguimos com outro nome num jipe melhorado e XAU Fordianos. E de quebra ninguém comprar um automóvel FORD. SIMPLES.

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Emilson Silva 17 de agosto de 2021

Perfeito Marcelo, eu já sempre tive desconfianças dessa marca aí com exclusão ao belo e mau explorado Maverick, agora, se fosse dono de um carro desses caras aí, venderia rapidinho e nunca mais teria um produto desses malditos

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João Celso Cruz de Freitas 16 de agosto de 2021

Nas passeatas a favor da eleição do Bolsonaro só dava troller puxando a fila… agora é só fazer arminha … culpa de quem mesmo que a Ford foi embora?

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Alessandro 3 de setembro de 2021

A “culpa” é da nossa DEPENDÊNCIA e SUBDESENVOLVIMENTO que governo algum tem condição de sanar se não tiver coragem de enfrentar o imperialismo que nos condena a essa condição. Hoje não mais se fala em SOBERANIA NACIONAL pois as classes dominantes estão perfeitamente integradas aos interesses estrangeiros e lucram com isso agenciando a venda do Brasil. Sob um governo popular poderia haver incentivo do BNDES para que os trabalhadores da Troller assumissem a direção da empresa e continuassem a produção, garantindo a sobrevivência da empresa.

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Erderson Saraiva Dos Reis 16 de agosto de 2021

Caraca velho, inacreditável isso, esse país é uma *, um carro desse que é extremamente bom, deixar de ser produzido, o único que ainda resta. Como é que um país desse vai pra frente! Palhaçada!!

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Milson Benedito 16 de agosto de 2021

Muita sacanagem , nada do que é criado pelo brasileiro vai pra frente, alguém dá logo um jeito de derrubar.

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Milson Benedito 16 de agosto de 2021

É muito difícil pessoal, já provamos que temos condições de construir nossos próprios produtos e de desenvolver a nossa tecnologia.
Mas sempre vem alguém pra jogar tudo pra baixo e colocar o Brasil na servidão. Lamentável

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Alessandro 3 de setembro de 2021

Tem que entender que a classe dominante brasileira é uma “sócia menor” do imperialismo (hoje traduzido no capitalismo financeiro). Não há espaço para todos e para países com capitalismo tardio como o Brasil, a divisão internacional do trabalho lhe reserva a exportação de produtos agrícolas e minerais (“o agro é tech, o agro é pop, o agro é tudo”). Se queremos dar concretude à nossa indignação devemos começar a pensar numa revolução social antimperialista para obtermos uma efetiva SOBERANIA NACIONAL.

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Angelo Duarte 16 de agosto de 2021

Se realmente a Ford enterrar o Nosso Único Autêntico Off Road, o TROLLER, jamais terá sucesso com o seu já falido BRONCO!!!
É MEDO DE UM CONCORRENTE DE PESO essa decisão da fordinha!!!

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Emilson Silva 17 de agosto de 2021

Infelizmente acredito que sempre haverão brasileiros de meia pataca dispostos a comprar veículos desses caras que, pra dizer o mínimo, desrespeitaram nosso povo e nossa história e soberania caro amigo

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Diego 16 de agosto de 2021

Entendo a indignação do pessoal, mas estão vendo a situação apenas com a emoção. Mas, racionalizando, os movimentos da Ford são compreensíveis. Pela linha de montagem praticamente artesanal, é possível que o produto não tenha um lucro expressivo. Também, é possível que ela queria vir a oferecer a linha de jipões do Bronco e não gostaria de uma concorrente conhecida por aqui. Aliás, devemos considerar que o Bronco é o Troller no padrão americano. Pena que se isso se concretizar, o valor será bem alto. No mais, se a própria Ford não tivesse colocado a mão na Troller lá atrás, provavelmente a marca já teria morrido à algum tempo, haja vista o padrão de qualidade e tecnologia totalmente defasados daqueles veículos. (por favor, não venham dizer que o carro é inquebrável, falta muita tecnologia para um veículo desse entrar em padrão mundial).

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Julio Lorca Moreno Junior 16 de agosto de 2021

Para a Troller, é só voltarem a fazer o jipe do modelo original (parecido com o RF), colocar um motor MWM mais moderno, freio a disco nas 4 rodas com freio de mão tipo selectration e mudar o nome para TRILHA, tá resolvido o problema. Então continuaremos c nosso robusto jipe nacional.

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Robson Motta 16 de agosto de 2021

Concordo. Temos a Agrale ainda

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Daniel P. Branquinho 16 de agosto de 2021

Jipe mesmo, zero quilômetro, restou então apenas uma opção: o Suzuki Jimny. Abriu uma imensa janela para a Tac se dar bem nessa história e deixar os jipeiros contentes. Investir pesado em publicidade e quem sabe, lançar uma versão mais em conta com motorização a gasolina. Vamos ver se eles aproveitam.

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SIMONE ROCHA LOURENCO 16 de agosto de 2021

Estava me acostumando com a idéia de ter um no futuro. Que pena.

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Eddie 16 de agosto de 2021

Não sou advogado, mas à luz da legislação brasileira acredito que é factível manter a marca nacional Troller. Os yankees que sucateiem seu ferramental, copiar um Troller e colocar um powertrain de mercado não deve ser tarefa dificil, só contratar os chinas ele fazem rapidinho. O governo cearense tem que botar esses yankees pra correr do mesmo jeito que eles entubaram baianos e paulistaa.

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Jerônimo Helder Manoel Branco 15 de agosto de 2021

O que acho é que o Governo do Ceará deveria entrar com um processo e simplesmente ignorar a Ford e quebrar a patente, pois quando ela se dispôs de outras suas marcas não fez isso e sim até garantiu seus motores para estes e aqui no Brasil ela quer acabar com uma marca de valor e deixar ia que adiquiriram os Troller até hoje sem peças de reposição pois pela sua atitude quem vai só quer comprar os ferramentais uma vergonha, coisa que só acontece aqui, então basta é hora de darmos resposta a essa más empresas.

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Leandro 15 de agosto de 2021

A TAC MOTORS existe ainda e fabrica o JIPE STARK mas agora esta com nome de CAB MOTORS, eles irão exportar vender até na Africa, eles possuem uma pagina no facebok: https://www.facebook.com/Cabmotors-101214051622684

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Fe 15 de agosto de 2021

Ou seja, a Ford acabou tanto com a JEEP aqui no Brasil em 1993 quanto a Troller agora em 2021.
Ford Brasil por mim nunca mais.

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