Vaga para idoso: Credencial Digital de Estacionamento agora mais fácil
Cadastro de automóvel de idoso, para direito a vagas de estacionamento exclusivas, passa a ser gerenciado por sistema nacional
Cadastro de automóvel de idoso, para direito a vagas de estacionamento exclusivas, passa a ser gerenciado por sistema nacional
Idosos com mais de 60 anos e PCDs já tinham prioridade de estacionamento em áreas demarcadas em todo o território nacional. Todavia a nova credencial, agora vitalícia para idosos, pode ser obtida digitalmente, desde o final do ano passado e válida em todo o Brasil.
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Antes cada município ou Estado tratava de impor sua burocracia e uma data de validade para renovação. Está disponível pelo Portal de Serviços da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e não precisa ser mais impressa. No entanto, recomendo que seja, embora sujeita a furtos.
Agentes de trânsito e policiais têm um aplicativo de fiscalização que permite verificar, por meio da placa ou do seu QR Code, se existe uma credencial vinculada ao veículo estacionado. Para o uso da versão digital, só é possível conectar a um único veículo, que poderá ser alterado a qualquer momento.
Isso não deve ser esquecido. Hoje o estacionamento em vaga especial informa apenas o número de registro, sem vínculo a uma placa, mas é válido por até cinco anos. Depois exige renovação.
O processo é totalmente online, sem a necessidade de deslocamentos e o beneficiário poderá optar pela versão impressa (por meio do Portal da Senatran) ou digital (via aplicativo da Carteira Digital de Trânsito).
Mais de 16 milhões de pessoas acima de 60 anos que possuem, ou possuíram, carteira de habilitação, são beneficiados. Além dos idosos, a medida favorece cerca de 3,4 milhões de PCDs, cadastrados na base do Registro de Referência da Pessoa com Deficiência.
De acordo com a última pesquisa da Associação Americana do Automóvel (AAA, sigla em inglês), 13% dos motoristas dos EUA confiariam andar em veículos autônomos, porém 60% ainda relatam ter medo de circular nessas condições (27%, em dúvida). Por outro lado, a excitação em torno de novos estilos de veículos é uma prioridade baixa: apenas 24% vêem isso como importante.
O entusiasmo também é baixo em relação ao desenvolvimento de veículos autônomos — apenas 13% dos motoristas consideram isso uma prioridade; em 2022 eram 18%. Agora, 74% conhecem os Robotáxis, enquanto 53% dizem que não optariam por andar em um.
Todavia, o interesse em Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista (ADAS, em inglês) continua alto. A pesquisa descobriu que 64% dos motoristas americanos “definitivamente” ou “provavelmente” desejariam Frenagem Automática de Emergência (AEB) em seu próximo veículo, 62% a Frenagem Automática de Emergência em Marcha à Ré (REAB) e 59% a Assistência de Manutenção em Faixa de Rodagem (LKA).
Para AAA, essas tecnologias avançadas devem melhorar a segurança do motorista em vez de explicitar a impressão de que o carro dirige por si só. Esses recursos foram refinados por software e os sensores atualizados, após vários testes da Associação para determinar se a tecnologia funcionava conforme o esperado. O que se evidenciou foram avanços significativos na AEB, principalmente em velocidades de até 50 km/h.
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Olha, vou te dizer, isto é a tal da economia que as montadoras tem feito desde a década de 2010. Reduzem os recursos tecnológicos porém o preço segue aumentando. Aqui temos um Vectra Elegance 2006 que em seu computador de bordo avisa sobre tudo que está faltando ou queimado em se tratar de lâmpadas. Isto é um Sedan médio do início do século XXI que teve em seus sucessores uma ‘capagem’ em seus recursos de segurança e tecnologia. No mais é desafiador lidar com isto perante a uma blitz por exemplo. Se uma lâmpada estiver queimada se toma a multa sem nem chance de argumentar. Que os fabricantes independentes de pecas criem um módulo para se acoplar que possa fazer essa detecção de anomalia de lâmpadas e outras coisas do carro….
Vemos muitas melhorias tecnológicas nos automóveis atuais, muito deles buscando melhorias estéticas para conquistar os consumidores. Contudo, sinto falta de uma coisa bem simples nos veículos: a falta de um aviso ao motorista de que alguma lanterna está queimada, particularmente a traseira, Não sei se os veículos mais sofisticados já teem esse dispositivo, mas os consumidos pela grande maioria da classe média, com certeza, não!