Cinto de segurança no banco traseiro: tem que usar!

"Alguns passageiros não usam o cinto de segurança atrás por pensarem que o banco dianteiro irá protegê-los no momento de uma colisão"

Por Boris Feldman31/01/19 às 06h15

Estatísticas mostram que o cinto de segurança continua sendo desprezado no banco traseiro. Deixar de usá-lo aumenta as chances de uma fatalidade em um acidente.

[TRANSCRIÇÃO]

Eu sou novamente forçado a insistir no assunto do cinto de segurança no banco traseiro. Pois, as estatísticas dizem que eles continuam sendo desprezados. Talvez, porque os passageiros imaginam estarem protegidos pelo banco dianteiro, o que é uma balela, diante dos seguintes números: um passageiro no banco de trás que pesa 75 quilos, no momento de um acidente frontal, de um impacto a não mais de 60 por hora, ele será projetado com o peso multiplicado por quarenta. Passa de 75 quilos para três toneladas.

Cinto de segurança: usar o grampo para deixá-lo mais folgado é perigoso

E prestem atenção: se dois carros vierem em sentido contrário, cada um apenas a 30 Km/h, o seu choque frontal será de 60 por hora. É responsabilidade do motorista alertar os seus passageiros do banco de trás para afivelar os cintos. Até porque, no caso de um impacto frontal, ele é que será atingido por um bólido de três toneladas.

Cinto de segurança no banco traseiro
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Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

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