Proposta da Fiat em limitar a velocidade dos carros de entrada é inteligente

Chefão da Fiat sugeriu que carros de entrada limitem sua velocidade máxima abaixo dos 120 km/h para reduzir quantidade de assistentes

velocimentro do carro mostrando ate 117km
Menos custo na produção! (Fotomontagem: Gabriel Fernandes | AutoPapo)
Por Boris Feldman
Publicado em 27/01/2026 às 07h00

Olha, na minha opinião, até que o big boss internacional da Fiat teve uma boa ideia de sugerir uma limitação da velocidade dos automóveis menores compactos mais baratos em 117 km por hora.


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Por que isso? Porque se eles não vão rodar em velocidades mais elevadas, não faz sentido milhares de dólares em equipamentos de uma Ferrari que roda a 200 ou 300 km por hora. O pequeno Fiat Panda elétrico, por exemplo, já é limitado a 132 km por hora.

Então, por que não criar esta nova categoria de carros compactos urbanos que poderiam custar bem menos se não tivessem esses milionários equipamentos eletrônicos?

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Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

Boris Feldman
12 Comentários
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Judson 29 de janeiro de 2026

Piada pronta aqui é mato.
Vamos lançar o carro mais barato disseram eles, hoje vc tem kwid valendo 70 pau. Amanhã vc não compra carro que ande acima de 100km/h por menos de 150 mil. Vai vendo.

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Vladimir Amaral 28 de janeiro de 2026

Partindo do princípio que os veículos também serão utilizados na estrada, mesmo que em pequenos trechos, teriam primeiro que limitar a velocidade dos caminhões isso sim, pois caso contrário a meu modo de ver existe a possibilidade de aumentar o número de acidentes.

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Santiago 28 de janeiro de 2026

Alerta contra possíveis maracutaias das fábricas:
– Vai que vira moda enfiarem limitador de velocidade em versões mais acessíveis de certos modelos, mesmo que essas versões tenham todos os requisitos pra velocidades maiores. >>> Aí se você questionar eles te empurram uma versão mais cara com a mesna mecânica, porém sem o limitador.
Eu não duvidaria disso! Ainda mais depois da suruba permissiva em que o nosso mercado se transformou de 2020 pra cá.

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Rodrigo 28 de janeiro de 2026

…”Então, por que não criar esta nova categoria de carros compactos urbanos que poderiam custar bem menos se não tivessem esses milionários equipamentos eletrônicos? – Leia mais em https://autopapo.com.br/blog-do-boris/fiat-propoe-limitar-a-velocidade-dos-carros-de-entrada/“…
Simples!!! Talvez somente no lançamento (ou talvez nem isso) iriam baixar os valores cobrados…e provavelmente em valores que não cobririam os custos dos equipamentos retirados…
Estamos no Brasil!!!

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Ademir 28 de janeiro de 2026

Por que, sr Boris? Vou lhe explicar. Porque os fabricantes economizariam deixando o carro menos seguro com uma solução porca dessas e os compradores acabariam pagando para destravar o limitador eletrônico, e assim terem acesso à potência total do carro. A receita perfeita para aumentar os casos de acidentes.

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José Queiroz 28 de janeiro de 2026

Até concordo com a limitação.
Mas precisa ser acompanhada da proibição expressa da presença de carros dessa categoria nas rodovias e vias expressas com velocidade acima de 100Km/h.

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Ira 28 de janeiro de 2026

A velocidade indicada na sinalização é a velocidade máxima permitida.
De forma que eu posso andar até 50% da velocidade máxima que estou amparado pela Lei. Se a velocidade máxima for 120km/h, tecnicamente o sujeito pode andar a 60km/h. O fato de ter a velocidade máxima limitada em 117km/h não o impede de transitar em nenhuma rodovia do país. Nem as motos 125cc são proibidas.

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Santiago 28 de janeiro de 2026

Aí o problena não é exatamente a potência do carro, mas sim a noção de quem o dirige. E o bom senso pra se escolher a faixa de rodagem mais adequada conforne a situação do momento.
Até porque volta e meia nos deparamos com veiculos modernos e potentes alugando a faixa esquerda em baixa velocidade, e segurando o tráfego atrás de si.
Portanto a questão aí é muito mais de educação ao volante, e não tanto da potência do veiculo.

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peter turbo 27 de janeiro de 2026

Ainda bem que meu Uno não tem esse limitador, porque ele anda o dobro dessa velocidade com o freio de mão puxado e vidro aberto na estrada de terra ainda kkkkk

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Alguém 27 de janeiro de 2026

É mais uma forma de cortar custos de produção sem reduzir o preço final ao consumidor.
E obrigar a comprar versões mais caras para ter o que as versões mais baratas do produto já deveriam entregar.

Para o fabricante, é uma delícia.

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Adriano Lourelli Izidoro 27 de janeiro de 2026

Seria interessante se não fosse o Brasil. Pq eles vão lançar essas bombas aqui com a justificativa de baixar os preços. Aí qdo lançarem, vão cobrar caro do mesmo jeito e o brasileiro se lasca mais uma vez

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Frotter 27 de janeiro de 2026

Não gostaria de dirigir um carro sempre no limite em uma rodovia de 120 km/h .
E não tenho dinheiro para comprar um veiculo urbano e outro para viagem

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