Sistema Mild Hybrid ou híbrido leve é a opção mais barata de eletrificação, que ajuda a reduzir consumo e já tem aos montes no Brasil
No processo de eletrificação do automóvel, existem vários híbridos, entre eles o mild hybrid ou híbrido leve. Ele tem um motor a combustão semelhante ao dos automóveis convencionais, porém um motor elétrico que ajuda o motor a combustão, que não traciona o automóvel.
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E este motor elétrico substitui o alternador e o motor de arranque. Sua bateria adicional é de apenas 12 ou 48 volts e baixa potência, de 5 a 15 cavalos. E sua finalidade básica é apenas a de redução do consumo de combustível.
Um híbrido lançado pela Fiat no Brasil, no Pulse e no Fastback, no Tiggo da Caoa Cherry e também em alguns importados, Sportage e outros modelos da Kia entre eles.
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A Mercedes-Benz C200 EQ Boost já vinha com um sistema desses em 2018, e o CLS em 2019.
Nos tempos mais civilizados do mercado automotivo (quando hatches não eram “suvs”), isso aí jamais seria vendido como “hibrido”.
Trata-se de um veículo puramente a combustão, com um alternador mais sofisticado. Só isso!
Pra ser hibrido de verdade, tem que ter tração elétrica parcial ou plena. Se não tiver, é gato-por-lebre!!!
Simplesmente híbrido de mentira. A economia de combustível é baixa e não compensa o valor pago além de gerar mais manutenção. Híbrido de verdade tem que fazer no mínimo 30 a 40km por litro.
É esperar muito de um sistema de tração auxiliar de correia estriada. Faz um comparativo.