CEO da Ford afirma que elétricos com alcance de 1000 km ‘não darão dinheiro’
CEO da For acredita que baterias muito grandes não serão lucrativas e por isso a Ford esta tentando fazer a menor bateria possível para alcance competitivo
Publicado em 30/05/2023 às 17h03
Atualizado em 30/05/2023 às 20h36
A batalha pela maior autonomia em veículos elétricos atinge um novo patamar com o Ram 1500 REV 2025, alcançando impressionantes 800 km. No entanto, o CEO da Ford, Jim Farley, levanta dúvidas sobre a viabilidade lucrativa de um EV com autonomia de 1000 km. A busca pelo equilíbrio entre desempenho e rentabilidade continua.
Durante o Dia do Mercado de Capitais da Ford, Jim Farley quebrou o mito do “maior é melhor” para veículos elétricos. Ele questiona a estratégia de fabricar baterias cada vez maiores em busca de alcance exagerados, afirmando que a Ford não seguirá essa abordagem. A busca por uma estratégia viável vai além do alcance máximo.
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“Tudo o que ouço são todos esses anúncios de alcance de 900 km, um alcance de 1000 km, houve outro hoje sobre um crossover de três linhas, vai ficar elétrico . Essas baterias são enormes; se você tiver esse tipo de bateria você não vai ganhar dinheiro. Não vamos chegar a 1000 km. Estamos tentando fazer a menor bateria possível para alcance competitivo. Acrescentou Farley.”
Bateria dos carros elétricos
- A perspectiva de Farley é provavelmente baseada na economia das baterias de íons de lítio em veículos elétricos e em como seus atributos impactam os carros que as utilizam. Inicialmente caras, a adição de mais células para aumentar o alcance apresenta retornos decrescentes, ao mesmo tempo, em que aumenta o peso e os custos.
- Esse ciclo vicioso resulta em um alto custo para o alcance, o que pode desqualificar os veículos elétricos de maior autonomia para créditos fiscais, reduzindo o mercado e prejudicando os negócios.
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Na minha opinião deveria ter um sistema no veículo q recarregasse as baterias quando o veículo estivesse rodando tipo um alternador ou um gerador q sempre q o veículo entrasse em funcionamento fosse recarregado as baterias aí daria certo
Eu acho engraçada essa busca por autonomias gigantescas. Nenhum carro a combustão costuma ter autonomia tão grande. A questão é que não precisa de autonomia se for rápido para abastecer. Se ao invés de ficar esperando recarregar baterias se fizesse troca de bateria como quem troca as pilhas de um aparelho eletrônico… Isso resolveria… Bastava usar pilhas bem grandes. Recarregáveis. Em comodato…
O problema maior, será a troca dessas baterias quando acabarem, jogamos o carro no lixo? Prá mim o Brasil não devia enveredar pelos carros eletricos, o etanol é mais barato polui bem menos. Os europeus não estão querendo que seja feita uma fabrica de baterias aquii? Claro, a fabricação delas é altamente poluente, e querem que o terceiro mundo aguente isso
Círculo vicioso, não ciclo vicioso.
