Chevrolet reinventa o Onix com 4 novas versões; uma delas roda só com etanol
Novo Chevrolet Onix Activ promete vão livre de SUV, ECO corta 70% das emissões e Pro é série limitada a 3.750 unidades, entre outras novidades
sob supervisão de Eduardo Passos
Publicado em 05/06/2026 às 11h00
A Chevrolet apresentou a linha 2027 do Onix, descrita pela marca como a mais abrangente da história do modelo no Brasil. Com as carrocerias hatch, do Onix, e Onix Plus (sedã), a família passa a reunir versões que vão do uso profissional e de frotas a propostas com apelo de crossover, esportivo e até sustentável — um leque inédito para o carro mais vendido da história da fabricante no país, com mais de 3 milhões de unidades produzidas localmente.
O aperfeiçoamento do conjunto, segundo a GM, recorreu a inteligência artificial e simulações em supercomputadores para refinar aerodinâmica, suspensão, motor e climatização. O propulsor chega a 115 cv e a 17,7 km/l de gasolina pelo ciclo do Inmetro, e o ar-condicionado resfria a cabine até 30% mais rápido.
As novidades da gama

Quatro configurações estreiam ou voltam à linha, cada uma com uma vocação:
- Onix Activ: principal aposta, substitui as versões LT e LTZ do hatch. Tem 20,1 cm de vão livre, suspensão elevada e ângulos de ataque (19,7°) e de saída (28,1°) específicos — a mudança de geometria mais profunda já aplicada ao modelo. Vem com câmbio automático e Wi-Fi de série.
- Onix ECO: primeira versão dedicada ao etanol desde a popularização do Flex, oferecida em hatch e sedã. Reduz em cerca de 70% as emissões de carbono no critério poço à roda e entra no Programa Carro Sustentável do MOVER.
- Onix Pro: série especial limitada a 3.750 unidades, sobre o hatch 1.0 aspirado, com rodas de liga aro 16, câmera de ré e acabamento premium.
- Onix Log: voltada a frotas e logística leve, com capacidade de carga de até 375 kg, banco traseiro removido e película blackout opcional.
Há ainda atualizações que percorrem toda a família: lanternas com lente tipo cristal (em LED nas RS, Premier e Activ), câmera de ré de série em mais versões e oito anos de gratuidade no plano OnStar Basics.
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Que vacilo mexer na mecânica sem estudos profundos, a concorrência agradece, acredito que deu mais prejuízo está mudança.
Não sei o que os dirigentes da GM tem na cabeça que não acabaram com essa porcaria de correia banhada a óleo. E para piorar a situação ainda tem esse motor com injeção direta. Continuem assim, a chines@d@ agradece.
A correia dentada banhada a óleo é ideal para o motorista e proprietário ideal, sendo que ele:
1. obedece rigorosamente as recomendações do manual do proprietário;
2. abastece somente com combustível de qualidade.
Logo, motorista ideal é uma mosca branca.
Seguir o manual é imprescindível para manter a garantia. Nada a ver em relação ao combustível, apenas ao lubrificante. Tenho um desde 2019 e só tenho elogios
1. a pessoa pode errar se julgando uso “normal” sendo que seu caso pode ser “severo”, mas msmo assim passa na regra da garantia, porém desgasta o óleo, logo, correia banhada a óleo e óleo vencido…
2. é sabido no meio acadêmico que combustível adulterado com solventes degrada o óleo lubrificante, logo correia banhada depende da qualidade do óleo e em especial dos seus aditivos.
Se fosse com corrente ou correia externa seria o xarro mais vendido de todos mas a GM preferiu colocar sociólogo para fazer motor e demitiu todos os engenheiros porque esse motor com correia fritada no oleo é uma teimosia sem futuro
Quase bom!
Poderia vender que nem água, se equipado com corrente metálica de comando.
Mas a GM perdeu o gosto por vender carros, e preferiu equipa-los com correia de borracha cozinhada em óleo
