GWM atinge 98% de disponibilidade de peças e amplia centro logístico em Cajamar

Com operação aprimorada e foco em logística, montadora promete entregar componentes em até 48 horas em qualquer região do Brasil

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O CD de Cajamar expandiu sua área em oito vezes para suportar o crescimento da frota da GWM no país (Foto: Reprodução)
Por Tom Schuenk
sob supervisão de Eduardo Passos
Publicado em 25/03/2026 às 19h00

A GWM atingiu a marca de 98% de disponibilidade de peças de reposição no país, índice que supera a média do setor automotivo nacional, estimada em 93%. O resultado é sustentado pela operação do Centro de Distribuição (CD) de Cajamar, na Grande São Paulo, que completa três anos de funcionamento em abril de 2026 e tornou-se a espinha dorsal do pós-venda da montadora chinesa.

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Com a estratégia de mitigar o histórico gargalo de manutenção de veículos eletrificados no mercado brasileiro, a fabricante adotou a política de manter em estoque 100% das baterias de alta voltagem de seus modelos. Atualmente, o complexo logístico abriga um inventário de 800 mil itens, com valor aproximado de R$ 85 milhões, para atender a uma linha que já inclui as famílias Haval (H6 e H9), ORA 03, Tank 300, Poer P30 e Wey 07.

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Expansão e infraestrutura em Cajamar

Desde sua inauguração, o galpão logístico passou por uma expansão significativa, saltando de 1.000 m² de área útil para mais de 8.000 m². Localizado a cerca de 40 quilômetros da capital paulista, o polo foi escolhido por sua proximidade com rodovias estratégicas, com os aeroportos de Guarulhos e Viracopos, e com o Porto de Santos — principal porta de entrada dos componentes importados da China.

Essa malha de infraestrutura permite o abastecimento contínuo das 131 concessionárias da marca no país. Segundo Thiago Potenza, diretor de logística da GWM, há um esquema logístico focado em emergências. “Em casos críticos, conseguimos enviar uma peça para Manaus, por exemplo, em até dois dias”, afirma o executivo.

Na esteira da pauta ambiental, a operação também aposta na redução da pegada de carbono. O transporte de componentes de alto giro na Grande São Paulo é realizado exclusivamente por caminhões elétricos, por meio de uma parceria com a operadora DSV. Com novos lançamentos previstos para o segundo semestre de 2026, a montadora projeta que o volume da operação logística encerre o ano em patamares inéditos.

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