Kawasaki Z1100 chega ao Brasil por R$ 74.990 para substituir a clássica Z1000

Com motor retrabalhado e "cérebro" inercial, a nova supernaked de 1.099 cm³ chega para redefinir as regras de potência nas ruas

Kawasaki lança Z1100 no Brasil
O design da Z1100 mantém a identidade agressiva que consagrou a linha Z da Kawasaki (Foto: Kawasaki | Divulgação)
Por Tom Schuenk
sob supervisão de Eduardo Passos
Publicado em 19/03/2026 às 16h00

A Kawasaki confirmou a chegada da aguardada Z1100 ao mercado brasileiro, marcando a renovação de sua principal linha de motos esportivas sem carenagem (supernakeds). Substituta da icônica Z1000 — que permaneceu sem atualizações significativas por uma década —, a nova geração aposta em um pacote eletrônico de ponta e motor redimensionado para enfrentar concorrentes de peso, como Honda CB1000R e Suzuki GSX-S1000.

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Oferecida em duas configurações, a versão de entrada Standard (oferecida na cor preta) estreia com preço sugerido de R$ 74.990, enquanto a topo de linha SE (cinza) sai por R$ 84.990. Os valores não incluem despesas de frete.

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Motorização e eletrônica refinadas

O coração da Z1100 passou por ajustes estratégicos. O motor de quatro cilindros em linha saltou de 1.043 cm³ para 1.099 cm³, adaptando-se às novas e rigorosas normas de emissões. O propulsor agora entrega 136 cv de potência a 9.000 rpm e torque máximo de 11,5 kgfm a 7.600 rpm. A engenharia da marca priorizou o vigor em baixas e médias rotações, garantindo respostas rápidas e seguras no uso urbano e rodoviário.

A transmissão de seis velocidades ganhou embreagem assistida e deslizante, além de quick shifter bidirecional (KQS) de série, mecanismo que permite ao piloto fazer as trocas de marcha sem o uso do manete ou alívio do acelerador.

Kawasaki Z1100 2026 (2)

O grande trunfo da nova geração, no entanto, é a adoção do acelerador eletrônico e de uma Unidade de Medição Inercial (IMU) de seis eixos. O sistema atua como um “cérebro” que gerencia o controle de tração e otimiza a frenagem em curvas com base no grau de inclinação da moto. O piloto pode monitorar a telemetria e configurar os modos de potência pelo novo painel TFT colorido de 5″, que conta com conectividade via Bluetooth por meio do aplicativo Rideology.

Para o público mais exigente, a variante SE justifica a diferença de preço com componentes dignos de motos de pista. A ciclística premium inclui pinças de freio dianteiro radiais Brembo M4.32, linhas em malha de aço (aeroquip) e amortecedor traseiro da grife sueca Öhlins, com ajuste remoto de pré-carga, além de uma entrada USB-C posicionada no guidão.

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