Todos conhecem o BYD Dolphin, o Geely EX2 e o GWM Ora 03, mas esses que listamos aqui nem os jornalistas sem lembram que estão a venda
O mercado de carros elétricos no Brasil vem crescendo anualmente, liderado pelos hatchbacks chineses até R$ 150 mil. No segmento de luxo a procura por essa motorização também cresceu, com modelos como o Volvo EX30.
Apesar de algumas marcas terem conseguido emplacar bem os seus carros elétricos, algumas ainda sofrem dificuldades. Nas tabelas oficiais de preços existem alguns modelos bem esquecidos.
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Alguns desses carros elétricos que ninguém se lembra estão encalhados há alguns anos. Listamos 10 dos mais esquecidos, tem carros vendidos zero km que foram importados em 2022!

A BYD está presente no Brasil desde 2015 vendendo ônibus, vans e painéis solares. Ela só começou a vender carros de passeio para o público geral em 2022 com o SUV Tan e o sedã Han.
O Tan até que teve uma demanda boa para um elétrico chinês de R$ 400 mil, mas o Han não teve a mesma sorte. O sedã segue disponível nas concessionárias zero km, com unidades importadas em 2023.
O preço de tabela é de R$ 559.800, o mais caro da marca. O sedã utiliza um motor elétrica para cada eixo, que totalizam em 517 cv. Ele acelera de zero a 100 km/h em 3,9 segundos, já a autonomia fica em 349 km.
O carro está tão esquecido que não possui descontos, a ficha técnica do site oficial utiliza uma foto do Yuan Plus e a central multimídia não conta com espelhamento para smartphones. Apenas 9 unidades foram emplacadas em 2025.

A Fiat trouxe o 500e com a proposta de ser um carro elétrico urbano mais luxuoso. Ele veio com pacote ADAS, acabamento caprichado, chave que pose ser usada como pulseira e teto solar panorâmico.
Essa proposta de hatch elétrico estiloso deu mais certo para a Mini, pois a Fiat segue com unidades importadas em 2022 no estoque. O preço elevado e a autonomia baixa assustaram os clientes. Mas para quem procura um usado, os preços estão mais baixos que os de um Argo automático.

A Chevrolet lançou o Blazer EV e o Equinox EV para competir contra Volvo, BMW e Mercedes-Benz no segmento de carros elétricos premium. Mas faltou combinar com os clientes, pois por melhor que esses carros sejam, a gravatinha na grade não remete a luxo.
O Blazer EV foi o que vendeu menos dessa dupla, com apenas 132 unidades. Algumas delas foram cedidas pela GM para a frota da presidência da república. Será como o Chevrolet Omega, que era esquecido pelo público geral e mais fácil de achar nos estacionamentos de Brasília.

O Hyundai Ioniq 5 é um sucesso de público e crítica fora do Brasil, mas esse segmento onde ele atua não é tão forte por aqui. Por isso, seus emplacamentos foram fracos mesmo sendo um bom produto.

Poderíamos ter colocado qualquer carro elétrico da Mercedes-Benz aqui. Escolhemos o EQB por ser um carro que possui mais potencial, pois ele é o carro elétrico de sete lugares mais barato do Brasil.
É um título meio duvidoso, pois os outros dois elétricos com três fileiras de assento são bem maiores: BYD Tan, Kia EV9 e Volvo EX90. Ainda assim, o EQB não chega a ser uma Spin com baterias, pois segue sendo um Mercedes.

A GAC estreou no Brasil com cinco modelos diferentes, um deles foi o sedã Aion ES. Ele veio com a proposta de ser um carro elétrico voltado para taxistas e motoristas de aplicativo.
Isso funciona na China, mas no Brasil não colou. Ele foi o carro menos vendido da GAC no Brasil, ficando atrás até mesmo do luxuoso Hyptec HT.

O BMW iX é o carro elétrico com maior autonomia disponível no Brasil, são 498 km no ciclo do Inmetro. Mas para rodar tudo isso com uma carga é preciso desembolsar mais de R$ 700 mil no modelo xDrive 40, o topo de linha M60 pode passar de R$ 1 milhão.
Esse carro elétrico está esquecido no Brasil, mas é um SUV luxuoso que impressiona. Ele possui uma trilha sonora dinâmica composta por Hans Zimer que faz o papel do “ronco de motor” simulado que existe em outros carros.

O Ford Mustang Mach-E foi um carro polêmico, pois usou o nome do pony car em um SUV elétrico. Mesmo com visual agressivo, desempenho forte e custando menos que o cupê equipado com o V8, o elétrico não emplacou no Brasil.

O Renault Megane E-Tech é um excelente carro elétrico: bom de dirigir, com boa ergonomia, desempenho equilibrado e autonomia acima de 300 km. Porém o preço de R$ 279.990 assustou os compradoras, pois estava na faixa do prestigiado Volvo EX30.
Hoje o hatch é vendido pelo preço promocional de R$ 200 mil, fazendo dele uma boa opção. Poucas pessoas viram essa oportunidade em 2025, apenas 36 unidades foram emplacadas.

A JAC foi pioneira em virar a chave para os carros elétricos e tem uma linha bem abrangente de carros: hatch, SUV, sedã, picape, vans e caminhões. O seu sedã, o E-J7, é um médio-grande que veio para o público executivo.
Ele vendeu apenas duas unidades em 2025, o carro chefe da JAC segue sendo o pequeno E-JS1.
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