Picapes com cabine simples ou chassi cabine (sem caçamba) representaram mais de 38% das vendas das caminhonetes em 2025
Se no passado, a picape de verdade era cabine simples, a abertura das importações, no início dos anos 1990, provou que duas portas a mais e um banco extra faziam toda a diferença. Mas quando o assunto é uso profissional, não tem conversa e caminhonete boa é aquela que tem caçamba farta (ou nem mesmo caçamba).
O segmento de picapes médias voltadas ao trabalho voltou a ganhar força no Brasil em 2026, impulsionado pela retomada de versões cabine simples e chassi-cabine. Após anos de foco quase exclusivo nas configurações cabine dupla, as fabricantes voltam a atender demandas específicas de frotistas, produtores rurais e empresas de serviços, com modelos mais adequados para transporte de carga e implementação de equipamentos.
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Atualmente, três picapes concentram essa oferta no mercado nacional: Toyota Hilux, Chevrolet S10 e Ford Ranger. Cada uma delas adota estratégias distintas em termos de versões, motorização e capacidade de carga.

A Toyota Hilux mantém a oferta mais tradicional e completa, além de estar no mercado há muitos anos. A linha inclui versões cabine simples e chassi-cabine, ambas com tração 4×4 e motor 2.8 turbodiesel de aproximadamente 204 cv e 50,9 kgfm.
Os preços partem de R$ 256 mil na configuração chassi, podendo se aproximar dos R$ 290 mil na cabine simples equipada. A capacidade de carga gira em torno de 1.000 kg, dentro da média do segmento. A picape segue como referência entre operadores profissionais, sustentada pela rede consolidada e histórico de durabilidade.

A Chevrolet S10, por sua vez, oferece opções de cabine simples e chassi cabine na linha 2026.. A configuração WT (Work Truck) é equipada com motor 2.8 turbodiesel de 207 cv e até 52 kgfm, associado ao câmbio manual e tração 4×4. O preço inicial gira em torno de R$ 253 mil. Um dos destaques está na capacidade de carga, que pode alcançar cerca de 1.200 kg, que se mostra mais robusta que a japonesa.

A principal novidade do segmento é a reintrodução de versões de trabalho na nova geração da Ford Ranger. A marca passou a oferecer tanto cabine simples quanto chassi-cabine na versão XL, com preços a partir de R$ 248 mil. O modelo utiliza motor 2.0 turbodiesel de 170 cv e cerca de 41 kgfm, com opções de câmbio manual ou automático e tração 4×4. O destaque está na capacidade de carga, que pode chegar a 1.371 kg, uma das maiores da categoria, além da proposta voltada à versatilidade para implementações, como baús, ambulâncias e veículos de serviço.
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