Depois do Kardian, Boeral e Koleos, chegou a vez do Duster ganhar uma banho de loja e oferecer o refinamentos que sempre lhe faltou
A Renault decidiu virar a chave e não produzir mais modelos de sua subsidiária Dacia, Logan e Sandero, e oferecer para o mercado brasileiro os mesmos modelos que tem na França.
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Surgiram então o Kardian, Boreal, agora o Koleos, mas o SUV Duster é um sucesso de mercado, um modelo que se enquadra nesta nova filosofia da marca francesa no Brasil.
Ele será então brevemente relançado com um banho de loja, mais sofisticado interna e externamente, e com os motores 1.0 de 100 cavalos e 1.3 de 163 cavalos, câmbio manual ou automático, um pacote Adas quase completo e já está em testes tendo como alvo o Hyundai Creta.
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Boris, respeito muito sua análise, mas aqui vai um ponto técnico importante que está sendo ignorado nesse modelo de seguro:
O novo formato proposto (RC contra terceiros) não é um seguro social, é um seguro de responsabilidade civil. Ou seja, ele só protege a vítima quando existe um responsável identificado.
E aí surgem problemas graves:
– Se eu caio sozinho de moto → não tenho cobertura
– Se eu me machuco no meu próprio veículo → não tenho cobertura
– Se um veículo me atropela e foge → não tenho cobertura
– Se o causador não for identificado ou não tiver seguro → fico desassistido
Isso mostra que o modelo atual protege a responsabilidade civil dos proprietários de veículos de vias terrestres, por danos corporais causados contra terceiros, em razão de sinistro envolvendo o veículo, mas não protege a vida de forma universal.
O antigo DPVAT tinha um princípio diferente: proteção social ampla, independentemente de culpa. Era isso que garantia atendimento imediato para qualquer vítima.
O que está sendo criado agora é um sistema incompleto, que deixa justamente os mais vulneráveis descobertos.
A pergunta que fica é:
👉 Estamos criando um seguro para proteger pessoas… ou apenas para regular responsabilidade entre partes?
Na prática, quem mais precisa continua ficando sem amparo.
Na europa, que o povo tem maior poder aqusitivo a Renault vende os carros da Dacia mais baratos. No Brasil que o poder aqusitivo é menor, a Renault troca o nome dos carros da Dacia e bota o preço lá em cima. Quem entende?
Na França veiculo não é status, é mero meio de transporte.. já no Brasil…
Duster 1.6 é fraco para o porte do carro e o antigo 2.0 é muito Gastão mesmo na versão manual, o 1.3 turbo atende bem pena que é somente gasolina
Mesmo o 1.0Turbo não é grande coisas pra o Duster, e manutenção é mais alta…. melhor deixa o 1.6 de entrada mesmo, e o 1.3Turbo como topo de linha… o que deveria melhorar é o acabamento, e pintura… não muito, porém atenção melhor nestes aspectos…
1.6 e 2.0 poderiam continuar, afinal foram os motores que consolidaram o modelo nas configurações CVT XTronic e também 4X4, e até hoje é o que faz com que o modelo seja um dos mais procurados nas lojas como zero quilômetro e no mercado de seminovos e usados.
Quando fala da motorização esta escrito 1.0 ‘Sem’ cavalos. O correto não seria ‘cem’ cavalos.
Motor 1.0, ainda que turbo, pra um veículo desse tamanho???
É “Sem cavalos” mesmo…
Acredito que tenha sido transcrito automaticamente. Achei engraçado, hehehhe.