Pastilhas de freio: precaver é mais barato do que remediar

Trocar as pastilhas de freio no tempo correto é a melhor maneira de evitar um baita prejuízo com a manutenção corretiva

Por BORIS FELDMAN28/06/18 às 21h30

A manutenção preventiva sempre será mais em conta do que a corretiva. E um dos itens que fazem parte da preventiva é a substituição das pastilhas de freio.

[TRANSCRIÇÃO]

A pastilha de freio é um caso típico da manutenção corretiva custar muitas vezes mais que a preventiva. Porque se você continua rodando depois que ela chegou ao final, além da pastilha, você vai ter que trocar também os discos de freio, que custam muito mais. Alguns automóveis têm uma luz de alerta no painel que acende quando a pastilha está chegando no final, mas a maioria não tem.  E as pastilhas tem que ser verificadas a cada 10 mil ou até a cada 5 mil quilômetros, pois é uma inspeção rápida que se faz dois ou três minutos sem desmontar nada do carro.

A pastilha tem uma base de aço e, colada nela, o material antifricção. Esse material é que, pressionado contra o disco, faz o carro parar. Lembrando que a sua espessura mínima deve ser de 2 milímetros. Se a pastilha não for substituída na hora correta, esse material de fricção chega ao fim, o aço passa a ser pressionado contra o disco, e aí, adeus discos de freios.

pastilhas de freio

Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

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