Decisão do governo federal favorece a BYD e revolta as montadoras tradicionais
Benefício havia expirado em janeiro e foi recriado a pedido do governo da Bahia, onde a BYD monta carros em Camaçari; Anfavea e Sindipeças são contra
Publicado em 23/06/2026 às 21h00
O governo federal reabriu a isenção de imposto para a importação de “kits” de carros elétricos e híbridos, e a decisão já provocou reação. A Anfavea, associação que reúne as montadoras instaladas no Brasil, criticou a medida nesta terça-feira (23). Aprovada pelo Gecex, o braço executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex), a regra recria por seis meses, a partir de 1º de julho, um benefício que havia acabado em janeiro deste ano.
O que são os “kits” de carro elétrico?
Em vez de chegar pronto da fábrica, o carro pode entrar no país desmontado, em peças, para ser montado aqui. Há dois formatos. No SKD (do inglês “semidesmontado”), o veículo vem quase completo e só recebe os ajustes finais. No CKD (“totalmente desmontado”), chega em partes e exige uma montagem mais complexa, mais próxima de uma fabricação de verdade. Quanto mais etapas acontecem no Brasil, maior tende a ser o uso de mão de obra e de autopeças nacionais.
Como funciona a cota de isenção?
Desde 2023, o governo vem recolocando aos poucos o Imposto de Importação sobre carros eletrificados, que antes entravam sem tarifa. A ideia é elevar a alíquota de forma gradual até o teto de 35%, o limite permitido pelo Mercosul. Os modelos que chegam prontos já voltaram a ser taxados e atingem os 35% em julho.
Os kits ganharam um caminho à parte. Em julho de 2025, o governo criou uma “cota”: um volume de importação — US$ 463 milhões — que poderia entrar com imposto zero, válido entre agosto de 2025 e janeiro de 2026. Foi exatamente esse benefício que acaba de ser renovado, com o mesmo valor e novo prazo de seis meses. Acima desse limite, a tarifa volta a valer: hoje, 35% para o SKD e 14% para o CKD.
Por que a Anfavea é contra?
Para a entidade, a cota deveria ser uma ajuda temporária, mas virou atalho para encher o mercado de importados sem que a indústria local cresça de fato. Um estudo da Anfavea estima que apostar na montagem de kits em larga escala poderia custar R$ 96,8 bilhões em vendas ao setor de autopeças, reduzir R$ 24,3 bilhões na arrecadação federal e eliminar 68 mil empregos diretos — 191 mil em toda a cadeia. A associação ainda aponta que os estoques de carros chegaram a 150 dias em maio, inflados pelos importados. Sindipeças e centrais sindicais como CUT, Força Sindical e CTB engrossaram o coro contra a renovação.
Como argumento de peso, as montadoras tradicionais lembram os R$ 140 bilhões que prometeram investir no Brasil até 2033. Elas também destacam que os eletrificados feitos no país saltaram de 26% das vendas do segmento em 2025 para 40% em 2026.
O que diz a BYD?
A chinesa é a principal beneficiada e defende a medida. Para a marca, manter o imposto baixo ajuda a segurar o preço dos elétricos e a acelerar a adoção dos carros a bateria no país. A BYD investe R$ 5,5 bilhões na fábrica de Camaçari (BA), na antiga unidade da Ford, apontada como sua maior planta fora da Ásia, com capacidade inicial de 150 mil veículos por ano. Segundo apurações, a volta da cota partiu da Casa Civil, atendendo a um pedido do governo baiano — e nenhuma montadora teria feito o pleito formal.
No curto prazo, a cota tende a ajudar a segurar os preços dos elétricos montados com kits, porque reduz o imposto pago pelas marcas. O contraponto, defendido pela indústria nacional, é que esse alívio adia a produção realmente local e a criação de empregos mais qualificados. A disputa não está encerrada: com a cota em vigor a partir de julho, o tema deve voltar às próximas reuniões da Camex.
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Como era mesmo aquela conversa de soberania mesmo, que nao iriam baixar a cabeça para os norte-americanos? Mas estão entregando o Bostil para os chineses, quanta hipocrisia do larápio nove dedos.
Caro…feio foram os teus argumentos! Se houve propinas no passado, não sei. Mas como no presente temos melhores meios de investigação talvez fosse bom (só por descargo de consciência) usárlos. Do contrário as desconfianças ficam e a Anfavea (com toda a razão) faz a grita da quebra de regras. Parafraseando: ninguém gosta de ver um jogo de futebol ser encerrado aos 44 do 2º tempo quando seu time está perdendo, mas está jogando ‘em cima’, na iminência do empate… Pois bem, isso que está acontecendo: não se muda regras com o jogo em andamento (seja bom ou ruim para qualquer lado). Quando essas mudanças ocorrem, o juíz e uma série de caciques tornam-se suspeitos automaticamente…deu pra entender?
Quanto ao estado da Bahia ter uma indústria automotiva, eu quero que não tenha só uma, mas umas 5. Todas pujantes com produtos atualizados, produzindo com qualidade para o Brasil e o mundo. Mas sem protecionismos e regras específicas porque o que perpetua é a competência e a capacidade de competir, e não uma proteçao forçada. Capicce?
Saudações.
Mas toda a industrialização de São Paulo foi feita através de protecionismo. Nenhuma indústria multinacional se lançava a investimentos fora de São Paulo, pois o governo federal era no Rio de Janeiro e o Rio é quem decidia onde as indústrias iriam receber incentivos. A ditadura militar, mesmo estando sediada em Brasília, manteve o protecionismo fiscal para São Paulo por interesses escusos. Somente na atualidade, quando São Paulo (por ser o centro industrial feito a facão pelas autoridades federais do Rio e depois Brasília) se tornou o maior parque industrial e quase com 25% da população do Brasil, é que as indústrias não usam mais incentivos fiscais para ali se instalar. Aí já entraram as leis básicas do capitalismo: melhor você estar sediado onde está a maior parte dos consumidores. Agora, ou se dá incentivos fiscais e logísticos diferenciados para qualquer empresa, de qualquer ramo, se instalar em outras regiões brasileiras, ou simplesmente teremos eternamente uma Bélgica em São Paulo e uma Bangladesh nos outros 25 entes federativos. Sua argumentação é de uma escola darwiniana, “a capacidade de sobreviver”. Só que o capitalismo não tem nada a ver com “A Origem das Espécies”. Capitalismo não obedece leis da natureza. A China está se transformando no maior parque industrial do mundo porque criou suas 7 Zonas Econômicas Especiais, onde o governo investe maciçamente em infraestrutura para favorecer a entrada de empresas estrangeiras. Favorecimento fiscal. Descentralização. É assim que se forja uma potência. O Brasil segue o caminho da centralização em São Paulo e de desertificação industrial dos outros 25 entes federativos. Isso é o caminho do aumento da miséria coletiva. Não enxergar isso ou é ser mal intencionado ou mal informado.
Caro Tony, gostei do alto nível em que trouxeste dados e alguns elementos outros para a discussão. A bem da verdade estás correto sobre o fato que o capitalismo por si sempre irá priorizar estar perto de um centro consumidor e que para que outras áreas se industrializem é preciso pensar em uma política diferenciada. Todavia, não é de canetadas atabalhoadas em canetadas que iremos chegar lá. A regra para o programa Rota 2030 é conhecida faz tempo inclusive com os incentivos temporários para montagem de veículos em regimes CKD ou SKD. Pois bem que se finalize esse ciclo e que para um próximo se defina novas regras pensadas para uns 15 a 20 anos de forma a industrializar outras regiões do Brasil. Dessa forma a própria GWM (e não tenho nada contra ela) que está em SP também acaba se beneficiando (até onde sei) desse regime de isenções…enfim não me parece que essas medidas de última hora ajudam – mas é a minha mera opinião.
Viva o PT. Lamber botas do governo chinês, dar Benefício EXTENDIDO a 01 ÚNICA montadora instalada pra apertar parafusos ATÉ agora ….que está em solo de estado PETISTA. Nada mais agradável pra o eleitor de outras estados. Que as outras montadoras que investem de VERDADE nos outros estados saiam do Brasil e ferrem o país/ governo..depois não adianta lamentar a perda dessas montadoras e viver chorando que o Brasil não tem mais, INDÚSTRIA de VERDADE, laboratórios, campo de provas, engenheiros e designers e por aí afora….tudo vem pontinho lá de fora. Viva esse governo.! Jaguar/Land Rover, Ford, Mercedes Benz, Audi , Troller…todas de certa forma desistiram do Brasil….e logo logo podem dizer adeus a Mitsubishi, Nissan …..
Deduzo que V.Sa. deve ser daquelas pessoas que o FMI chama de ricas (US$ 10 mil ou R$53 mil mensais de renda líquida). Pois só uma pessoa rica defenderia as montadoras estrangeiras da Anfavea, que sempre trouxeram modelos para o Brasil defasados tecnologicamente, muitos já em fim de carreira nas matrizes dos EUA e Europa. O próprio presidente corrupto que veio após a ditadura militar definiu os carros da Anfavea como “carroças”. E V.Sa. deve ter muito dinheiro para poder pagar o preço que a Anfavea cobra por veículos ultrapassados, como a Volkswagen cobrando até 200 mil reais por um carro compacto e simplório como o T-Cross: pequenino e com motor de motocicleta. Aí vem o chinês e entrega um carro que é uma astronave em termos tecnológicos, não polui, é maior, mais confortável, usa materiais de primeira linha e cobra menos por isso e a Anfavea grita e V.Sa. apoia: “Queremos continuar vendendo nossas carroças a preços galáticos para os otários brasileiros”.
Sou bem financeiramente SIM e com orgulho, ao contrário de muitos que acham que ter dinheiro é pecado e outras babaquices que só fazem atrasar o povo que gosta d viver na Pobreza – e – por tantas coisas como essa babaquice – não se esforçam pra subir na vida. Isso é uma posição. Qto a pagar caro claro que ninguém gosta mas veja bem…esses carros vem da China mediante salários baixíssimos, com trabalhadores praticamente SEM DIREITOS algum – ao contrário de vc , que também JAMAIS abriria mão desses direitos, correto?????? Além disso, essas montadoras estão só enxugando gelo…vão postergar AO MÁXIMO fabricar no Brasil pq é OBVIOOOO…..é muuuito mais barato fabricar lá por N motivos. Acho q não preciso te dizer, correto??? E qto a Collor, sim foi corrupto mas NADAAAAA comparado ao Lula e PT, concorda ??? Em valores e por tempo de governo, o Collor é praticamente um ladrão de galinha…e claro, eu jamais repetiria um.voto.no Collor, ao contrário do eleitor petista que vota MESMO sabendo da porquice que esse governo faz . Enfim…fica na sua consciência seu voto ( pq esta na Cara que vc é eleitor dele ) e se.for nordestino, nao venha pro Sul e sudeste do país pq é uma m* lá e a pobreza reina lá e depois querem vir pra outras regiões e CONTINUAM com essa visão de governo de vcs….fora tipo de eleitor de vcs no sul e sudeste e centro oeste..ninguém quer vcs com essa mentalidade petista.
Por que a Anfavea é contra?
Para a entidade, a cota deveria ser uma ajuda temporária, mas virou atalho para encher o mercado de importados sem que a indústria local cresça de fato. Um estudo da Anfavea estima que apostar na montagem de kits em larga escala poderia custar R$ 96,8 bilhões em vendas ao setor de autopeças, reduzir R$ 24,3 bilhões na arrecadação federal e eliminar 68 mil empregos diretos — 191 mil em toda a cadeia. A associação ainda aponta que os estoques de carros chegaram a 150 dias em maio, inflados pelos importados. Sindipeças e centrais sindicais como CUT, Força Sindical e CTB engrossaram o coro contra a renovação.
Quanto mais concorrência melhor, Ford, Volks e Chevrolet dormiram em berço explêndido por anos no Brasil, depois outras marcas de diversas procedências, oferecendo carros com pouco conforto a preços exorbitantes numa arrogância que doia no coração do Brasileiro; era só entrar numa concessionária para ter a sensação de impotência contra eles que eram superprotegidos por governos corruptos e tendenciosos. Gurgel quem o diria…iniciativa de brasileiro a ter uma marca nacional, nem pensar! Só que agora virou para China. O mundo da voltas, agora é assistir de camorote o grosso entrar neles. Não sou muito a favor de carros chineses, principalmente os ditos por muitos serem epiões eletroeletrônicos, mas a existência deles em nosso mercado, passa a ser um mal necessário para que aqueles que nos humilharam paguem por sua postura desumana em suas concessionárias luxuosas. Eu sei que não vai ser muito diferente com os chineses, mas como disse, quanto mais concorrência melhor. Finalizando, o braileiro tem que ter em mente que quem paga tudo é consumidor final. Nunca esqueçamos disto, o poder vem do povo!
Perfeito. Irretocável. Que Chevrolet-Ford-Toyota-Honda-Fiat-Volks-Hyundai se lasquem. E estão sendo obrigadas a dar descontos de 10, 20, 30, 40, 50 mil reais em suas carroças porque os chineses são mais modernos, mais confortáveis e menos poluidores. Em tempo: politicamente sou arquiinimigo da ditadura da China. Mas em termos econômicos a China está certa e o Brasil e os EUA estão errados.
Sou jornalista profissional formado em Minas Gerais e trabalhando na Bahia (e não é no governo do estado ou qualquer órgão público), tenho também anos de estudo na Faculdade de Economia da UFJF (Juiz de Fora), portanto, sou analista, não sou regionalista ou assessor de imprensa. Abro dizendo isso para dizer que esta matéria é tendenciosa: o governo tem, SIM, que dar incentivos a qualquer tipo de indústria (não só a automobilística) que se disponha investir em regiões que não seja o Sudeste. A concentração de todo o parque industrial do Brasil em São Paulo, começada com o governo JK e intensificada na ditadura militar, criou dois Brasis: São Paulo, industrializado, com as melhores faculdades, os melhores centros de pesquisa e atraindo investidores nacionais e internacionais, e o resto do Brasil. Isso uma hora tem que mudar. Parabéns às montadoras que foram para Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco e Bahia. Se ao menos os governos brasileiros deixassem São Paulo concentrar o polo automobilístico, mas colocasse a indústria naval no Maranhão. A indústria metalúrgica, no Rio Grande do Sul. As pesquisas e indústrias de ciências da computação no Tocantins. A indústria de motocicletas no Pará. A indústria de equipamentos para a agropecuária no Mato Grosso. A indústria têxtil no Rio Grande do Norte. E por aí vai… Descentralização. Esta é a palavra. O que se fez e se continua fazendo no Brasil é a centralização de tudo em São Paulo, que, aí, tem os melhores salários, os melhores empregos, a melhor Educação, a melhor Saúde, as melhores rodovias, os melhores portos e aeroportos, enfim, uma verdadeira Belíndia: São Paulo é a Bélgica e as outras 25 unidades federativas são a Índia e, claro, a Índia que não é Bombaim/Mumbai, é a Índia miserável e desindustrializada. Então, sim: o governo da Bahia e o governo federal devem dar incentivos a todas as indústrias, de qualquer ramo, que queiram investir fora do eixo Rio-São Paulo. E quem tiver argumentos melhores em favor do povo brasileiro, que apresentem aqui.
Esse governo ladrao do pt ta entregando tudo para os chineses comunistas que trazem os carros prontos aqui além de trazer os chineses para trabalhar aqui nao dando oportunidades oara os brasileiros e ferrando as outras montadoras que produzem tudo aqui no país mas nao tem os trabalhadores escravos que nem os chineses tem naquele regime comunista que se nao obedecer é excluso
Chineses comunistas? A China é o segundo maior capitalista do mundo. Não tem nada de marxismo-leninismo. Desde Deng Xiaoping que o governo chinês abandonou o coletivismo comunista e abraço com braços, pernas e cérebro o regime capitalista. Se você dissesse, ditadura chinesa, tudo bem. É ditadura, mesmo. Mas comunista??? Vá estudar, pelo amor dos deuses da Grécia Clássica! Vá ler. Vá se informar. E tem que descentralizar, mesmo, a indústria automobilística. Não existe razão econômica plausível para um país continental como o Brasil centralizar todo o desenvolvimento econômico em apenas uma das duas 26 unidades federativas. Isso, uma hora, explode!
Quem tem que estudar é voce, ta atrasado demais, a China é comunista e todo regime comunista é ditatorial, descentralizar é uma coisa e entregar o Brasil para esse regime comunista como esta fazendo esse ladrao de 9dedos é outra coisa. Eles sao escravos e vivem sob ameaça do regime comunista, nao faz como o presidente manda, logo desaparece. E voce é um destes que acha que entregar nosso pais para eles é bom, entao porque nao vai morar la para ver esse disfarçado capitalismo que voce defende?
O carro chinês só é barato, pois usa mão de obra quase escrava. Se até aqui, quando trouxeram chineses para iniciar os trabalhos na obra da “fábrica” da BYD em Camaçari, o MPT encontrou operários trabalhando em condições degradantes, imagine como não deve ser lá na China.
Pq o pessoal cita apenas a Ford? Pq excluem a Toyota que está montando os carros no Brasil com motores e transmissões que vem Caríssimos do Japão …favorecida pelo governo…haja visto do temporal q levantou o telhado da montadora e até agora nada de fabricar aqui….aliás, as japonesas são craques em ” montar ” veículos no Brasil…a maioria dos carros é peça importada ( alto percentual do valor final importado) ou produto vem mesmo d fora . Qto as chinesas…..vão ficar enrolando aqui no Brasil por mais uns 10 anos até ter DE FATO um carro 100% brasileiro. De bobo aquele chinezinho de olhos fechados e sorriso no rosto nada tem ( Xi Gin Ping acho q se escreve assim )
Parabéns! Argumentação irrefutável. É Xi Jinping, que de comunista não tem nada. É o maior líder capitalista do mundo, depois de Donald Trump. Só que Trump esqueceu dos EUA e agora só está querendo aumentar exponencialmente sua própria fortuna usando o governo de Washington. Já o Xi quer transformar a China nos EUA do século XXI. Está certo. Quem dera o Brasil tivesse uma liderança política que visse o Brasil como centro do mundo, como estadunidenses e chineses fazem com seus países.
– De um lado não é justo isentar uma pseudo-fabricaçâo que é mera montagem de veículos importados. Sendo que os custos adicionais de montar aqui são amortizados pela possibilidade de se transportar mais carros por navio,:na forma de kits.
– Por outro lado a ANFAVEA ja recebeu isenções por várias vezes, as quais retribuía na forma de míseros descontos sobre a tabela e embolsando grande parte da diferença. Sem contar a prática do alto e surreal lucro por automóvel desde 2020.
– Em suma: É o espertalhão reclamando do ligeiro…
É exatamente isso. No momento prefiro favorecer a BYD e “ferrar” a ANFAVEA. Pelo menos assim o povo brasileiro está sendo beneficiado, mesmo que temporariamente, com a redução nos preços dos automóveis.
Perfeito, Márcio. Irretocável.
Perfeito. Irretocável, Santiago! Tem vida inteligente aqui no planeta Autopapo. Com você, eu aprendo.
A maior “inovação” feita pela Anfavea, consiste em implorar ao governo para tascar impostos de montão, em cima de tudo´quanto é carro chinês! A Ford por exemplo, deve endossar esses pedidos. Ela patrocina quantos empregos no Brasil, mesmo?
pARABÉNS, Lacerda! A Anfavea nos dá é carroças com motores obsoletos a preço de apartamento de 2 quartos. É isso o que ela nos dá há mais de 50 anos. Pa-ra-béns! Por sua visão clara do que é a indústria automobilística de espertezas contra brasileiros.
Pois é Anfavea, descobriu que pedir isenções não é exclusividade de vocês.
Na minha opinião as montadoras deviam fazer igual a Ford… aí queria ver o que ia acontecer com a falta de impostos.
Há ANFAVEA deveria e pedir pra reduzir impostos pra todos,mais ela não faz por que utiliza da mesma brecha para carros montados no Uruguai,Argentina e México,veja a forças montados não reclamam,quantos empregos a Ford gera no Brasil??,e aí ANFAVEA??
Parabéns, Cristiano! Poxa! Tem muitos caras que realmente têm opinião relevante aqui no Autopapo. Anfavea é fábrica de carroças que empurra goela abaixo da gente a preços galáticos.
A Anfavea deveria reclamar e com a República da Bahia. Alguém pode explicar por que o governo estadual foi pedir benefícios para uma empresa privada junto ao governo federal?
se o Coaf revirar a conta do pessoal que comanda a Bahia, e seus parentes e também contas dos caciques do partido muito provavelmente vai encontrar coisas não republicanas, enfim falta mesmo no Brasil a tal seriedade…
Gilmar, quer dizer, quando São Paulo começou nos anos 1950 a dar tudo o que podia à indústria automobilística da Europa e EUA e centralizar tudo em São Paulo, era bom, né? Fabricando carros ultrapassados e nos vendendo a preços de BMW e Audi e Mercedes. Aí ninguém falou: “Vamos investigar os presidentes da República que estão fazendo isso e vamos ver se os governadores de São Paulo estão comendo nesta mamata… Agora, quando a Bahia tenta ter UMA indústria de automóveis, aí o PT é um partido de corruptos. É assim, é? Sua lógica de extrema-direita esquece a realidade? É isso? Ficou feio seu argumento.
