Os mecânicos tentaram derreter motor clássico com óxido nitroso e etanol E85, mas engenharia bruta da Ford ressuscita mesmo após pane no sistema
A oficina especializada Smith’s Diesel Performance decidiu testar os limites de robustez do lendário motor Ford Power Stroke diesel de 7,3 litros. Utilizando um velho furgão Ford E-Series, os mecânicos tentaram destruir o propulsor de todas as formas possíveis. Apesar de semanas recebendo combustíveis errados e misturas bizarras, o bloco se mostrou teimoso e sobreviveu a todas as torturas iniciais.
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No primeiro teste, a equipe despejou 37 litros de gasolina em um tanque que continha metade de óleo diesel. O motor sequer oscilou. Na sequência, o furgão rodou com um coquetel de óleo de motor usado, óleo de diferencial e fluido de transmissão. Os mecânicos chegaram a esvaziar o cárter com o motor funcionando em marcha lenta, abastecendo-o com uma mistura inadequada de óleos 5W-20 e 75W-90.
Os testes seguintes aumentaram a agressividade. O furgão realizou um burnout de 20 segundos recebendo óxido nitroso direto na admissão. O bloco também enfrentou doses de fluido de freio, aditivo de radiador e até manteiga. O motor chegou a falhar e apresentar fortes batidas internas, mas recuperou o funcionamento normal após receber uma dose de aditivo elevador de cetano.
No entanto, o teste quase fatal ocorreu quando a oficina abasteceu o tanque quase seco com etanol E85. O propulsor produziu um barulho horrível e apagou. Contudo, após adicionarem óleo usado e mais aditivo de cetano, o Power Stroke 7.3 ressuscitou, mantendo o bloco invicto contra a destruição.
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