Modelo de entrada aposta em sistema híbrido leve, conectividade e baixo peso; marca já havia iniciado movimento com a Neo’s Connected em 2025
A Yamaha anunciou a chegada da ZR Hybrid Connected ao mercado brasileiro, modelo que segue o esquema de eletrificação da marca com uma proposta híbrida leve, mas com um preço bem mais em conta do que a primeira do tipo aqui no país. Leve e prática a japonesa promete modernidade, desempenho e confiança para as ruas.
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A Yamaha a ZR Hybrid Connected é a segunda moto eletrificada trazida pela marca dos três diapasões para o Brasil. Antes dela, a Neo’s Connected chegou como a primeira scooter elétrica de uma grande japonesa, no início de 2025.
Também eletrificada, trata-se de mais uma moto “híbrida leve”. Diferentemente de um híbrido completo, a ZR utiliza um sistema de assistência elétrica acoplado ao motor a combustão. O conjunto traz um propulsor de 125 cm³ Blue Core Hybrid, com 8,2 cv e 1,0 kgfm, aliado a um motor elétrico auxiliar. O chamado Power Assist entra em ação por alguns segundos em situações como arrancadas e retomadas, oferecendo ganho pontual de força e, segundo a fabricante, ajudando na eficiência energética.

Outro recurso presente é o sistema Stop & Start, que desliga o motor em paradas — como semáforos — e o religa automaticamente ao acelerar. A solução, já difundida em automóveis, começa a se tornar mais comum também em scooters de baixa motorização.






No pacote tecnológico, a ZR Hybrid Connected aposta em conectividade via aplicativo, com integração ao smartphone para exibir chamadas, mensagens e dados de uso no painel digital. O modelo também permite monitoramento de desempenho e registro de trajetos.






Visualmente, a scooter segue uma proposta mais esportiva, com iluminação em LED e elementos inspirados em motocicletas maiores. Entre os destaques estão a assinatura luminosa frontal em formato de “Y” e o para-brisa fumê.

Com 98 kg em ordem de marcha, a Yamaha afirma que a ZR é a mais leve da categoria. O baixo peso, em tese, favorece a agilidade no uso urbano, principal foco do modelo. A ciclística inclui freio a disco na dianteira, tambor na traseira e sistema UBS, que distribui a frenagem entre as rodas.






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