5 vantagens de comprar um carro elétrico usado
Esses veículos já vendem em bom volume no mercado e a procura pelos usados cresce mensalmente, veja algumas vantagens
Publicado em 14/06/2026 às 09h00
Os carros elétricos são realidade no Brasil desde o lançamento do BMW i3 em 2015. Eles ficaram populares de verdade quando a BYD começou a vender o Dolphin GS há três anos, e hoje temos modelos como o Geely EX2 com longas filas de espera. São sinais de que já é viável ter um usado?
O mercado dos carros de segunda mão leva muito em conta os modelos que são populares quando novos, basta ver o Volkswagen Gol liderando nesse segmento até hoje. Mas, por ainda serem considerados novidade, os carros elétricos usados são vistos com desconfiança por muitos.
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Apesar disso, eles já possuem uma boa aceitação no mercado de usados, e a desvalorização nos modelos mais populares é similar à de equivalentes a combustão. Se você está interessado em se livrar dos postos de combustível, mas não tem cacife para um zero km, listamos aqui cinco vantagens dos seminovos.
Não usou combustível adulterado

O combustível adulterado não perdoa os motores e pode gerar danos em pouco tempo de uso. É por isso que sempre recomendamos abastecer em um posto de confiança, mesmo que custe mais caro.
Em um carro elétrico não existe esse tipo de preocupação: não existe energia elétrica adulterada. O risco que poderia existir seria o de usar um carregador de baixa qualidade, mas o software do veículo não permite a recarga fora dos parâmetros seguros.
Fica livre do uso severo
O desgaste do carro depende do uso. Rodar poucos quilômetros sem deixar o motor aquecer, pegar trânsito intenso ou muita poeira são condições consideradas como uso severo, pois aceleram o desgaste do motor.
O carro elétrico foi feito para ser usado no trânsito intenso; o anda e para das cidades não danifica sua mecânica. Muito pelo contrário: rodar em altas velocidades de forma constante é o que exige mais do motor e da bateria.
O que deve ser olhado com mais frequência em um elétrico que roda em centros urbanos é o estado do filtro de cabine, que pode ficar saturado mais rápido pela fuligem do escapamento de veículos pesados e pela poluição.
Baixo volume de peças de desgaste

A revisão de um carro a combustão envolve a troca de fluidos, filtros, velas, bombas, correias e outros itens, dependendo da quilometragem. O motor de um carro elétrico é mais simples e não exige manutenção; o foco das manutenções preventivas fica na suspensão, nos freios, nas atualizações de software e no sistema de arrefecimento das baterias.
Na compra de um carro elétrico usado, a checagem é mais simples: confira como estão os pneus, o sistema de freio e se o fluido de arrefecimento foi trocado dentro do prazo. E olhe com atenção o desgaste no banco traseiro para ver se o veículo rodou em aplicativo, o que pode impactar na cobertura da garantia.
A bateria dura mais que o carro
É padrão na indústria oferecer garantia de oito anos para a bateria em carros elétricos e híbridos, salvo algumas exceções. Essa cobertura é maior que a oferecida para o resto do carro, até mesmo na quilometragem, quando há limite.
As baterias modernas possuem refrigeração líquida e um gerenciamento inteligente que preserva a capacidade ao longo do tempo. Ela não fica “viciada” ou estufa como as de telefones celulares.
Como elas ficam no assoalho do veículo, existem proteções para evitar danos por impactos. Ainda assim, existe o risco em situações mais extremas.
No geral, um carro elétrico seminovo estará com a garantia em dia e a bateria terá boa capacidade. A não ser que seja um Nissan Leaf, que tem refrigeração a ar no componente e perde capacidade mais rápido.
Não fica refém da oscilação do preço do petróleo
É padrão na indústria oferecer garantia de oito anos para a bateria em carros elétricos e híbridos, salvo algumas exceções. Essa cobertura é maior que a oferecida para o resto do carro, até mesmo na quilometragem, quando há limite.
As baterias modernas possuem refrigeração líquida e um gerenciamento inteligente que preserva a capacidade ao longo do tempo. Ela não fica “viciada” ou estufa como as de telefones celulares.
Como elas ficam no assoalho do veículo, existem proteções para evitar danos por impactos. Ainda assim, existe o risco em situações mais extremas.
No geral, um carro elétrico seminovo estará com a garantia em dia e a bateria terá boa capacidade. A não ser que seja um Nissan Leaf, que tem refrigeração a ar no componente e perde capacidade mais rápido.
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Não esqueça do seguro!!! Em geral, as apólices são caras para os modelos elétricos
Maioria associa carro elétrico a China, até entendo mas há alguma proibição de que montadoras não chinesas vendam ou se instalem aqui? Em outro post, um divulgador de teorias da conspiração postou que o governo adultera propositadamente nossa gasolina para favorecer os chineses. Bizarro! Que as montadoras aqui instaladas passem também a fabricarem elétricos e híbridos. Viva a concorrência!!
Pra quem deseja um carro elétrico, pretende usá-lo essencialmente na cidade, e já tenha como e aonde fazer as recargas, as dicas ajudam.
Entretanto o cuidado precisa continuar redobrado ao se conferir as condições da bateria, por mais que haja garantias e atestados de fábrica.
Mais vantagens: Brasileiro não faz manutenção correta no carro … carro elétrico quase não tem manutenção. Plugar um analisador da saúde da bateria, verifica instantaneamente a saúde da bateria.
1. Não usou combustível adulterado
Verdade!
2. Fica livre do uso severo
Carga rápida em 15 minutos pode diminuir a vida útil do jogo de baterias do carro 100% elétrico?
3. Baixo volume de peças de desgaste
O motor sim, mas os pneus gastam mais rápido de carro elétrico em relação a combustão interna. E um dia o jogo de baterias vai deixar a desejar a autonomia, e terá acabado a garantia. Pode ser que o destino será o ferro-velho, ou seja, carro descartável.
4. A bateria dura mais que o carro
Me prove nas estatísticas quantos carros elétricos de mais de 10 anos de uso ainda tem 90% da autonomia.
Um motor a gasolina de hoje em dia, se bem cuidado, pode durar uns 500.000 km ou mais. Já vi taxista passar dos 450.000 km com Chevrolet Prisma 1.4-L câmbio manual de 6 marchas. E um taxista me disse que chegou a 800.000 km com um Chevrolet Omega 2.2-L sem nunca abrir o motor. Detalhe, uso de taxista é considerado severo pelo manual da Chevrolet.
Tive um Gol 1.8-L, ano 1990, a gasolina, que vendi com 242.000 km e 29 anos de uso, ele era do meu pai comprado aos 40.000 km em 1997 e me deu em 2008 aos 190.000 km. O câmbio dele só tive que trocar as buchas do trambulador e o óleo de câmbio a cada 10.000 km.
Tinha fila de gente querendo comprar este carro e vendi ele num ótimo preço pra mim. E se fosse um carro elétrico de 29 anos de uso?
5. Não fica refém da oscilação do petróleo
Aqui é Brasil, temos o etanol. Pode abolir a gasolina no Brasil que vai ter o etanol. E quando só tiver o etanol quem garante que o preço da energia elétrica será equivalente ao preço do etanol em custo do quilômetro rodado?
Provavelmente quem investe na Bolsa em Petroleiras vai deixar de investir e migrar para as Companhia de Geração e Distribuição de Energia Elétrica, então o peço pode oscilar como hoje oscila o da gasolina.
Item 5: os usineiros são tão bonzinhos
Meu pai ficou na mão no final dos anos 80… tinha um Caravan ano 1981 a álcool e estava a 100 km de casa sem combustível. Teve que mandar por gasolina mesmo. O carro veio falhando de Cubatão-SP à São Paulo-SP.
Será que os useiros irão deixar o povo na mão novamente?
E eu prefiro gasolina ao invés de álcool… meu codinome é “Mister Gasosa”. Sou Engº Mecânico e fiz Pós em Projeto de Válvulas de Petróleo e Gás Natural.
Lois,
Já vi que a Volvo é possível substituir módulo estragado, porém hoje é um módulo, daqui um ano outro… se bater em uma lombada assassina e outro e tal… quando for ver em 20 anos foram quantos módulos?
Quando eu disse acima 10 anos é 10 anos pra trás, ou seja, hoje quantos carros 100% elétricos ainda tem 90% da autonomia.
Você está apontado um tipo de câmbio que deu problema, porém não existem estatísticas de problemas oficiais do DSG por exemplo.
Mas tem muito câmbio automático bom. Se bem cuidado tem câmbio automático que passa de 350.000 km, porém se tem que trocar o óleo previamente.
Bateria é um ponto de atenção sim, mas certeza de como será daqui 10 anos ninguém tem. Pode ser que o preço do reparo caia bastante, lembrando que já há empresas especializadas em reparo de baterias, trocando apenas as células que estão com problema.
Muito carro a combustão também tem manutenção cara, por exemplo a troca de cambio AT ou DSG pode ser bem salgada.
No longo prazo creio que a economia com combustível vai compensar bastante. Hoje para se andar com um elétrico gasta-se menos de 1/4 do valor em relação a gasolina. Se tiver placa solar este valor cai ainda mais.
Louis,
Respondi isso pra você logo acima. Escrevi no lugar errado.
E as desvantagens esqueceu de falar seu Boris né? Deve estar rendendo bem esta propaganda para os chineses. A bateria não dura tudo isso não e porque não diz o preço de uma troca de bateria? A energia para abastecer não é de graça não e os serviços de manutenção são bem caros bem como as peças, os pneus por exemplo diga os valores para todos saberem? E por aí vai, muita propaganda engasona.
O título da matéria é “5 vantagens de comprar um carro elétrico usado”. Acho que está muito claro que a matéria assinada pelo Eduardo Rodrigues (e não o Boris Feldman) vai abordar apenas os aspectos positivos. E a foto de destaque, por exemplo, é um Renault Zoe.
Mais alguma dúvida?
Abraço!
Tendenciosa ta claro?
Mais sucesso implica em ter uma rede de abastecimento decente. O que falta para começarem? Se mora em residência ou apartamento dos que agora vem com ponto de abastecimento ok, mas não é a realidade por aqui.
Até mesmo os freios dos elétricos / híbridos são muito pouco utilizados.
Não duvido que o jogo de pastilhas originais passe dos 200 mil km.
Simplesmente os carros elétricos jogaram os a combustão para escanteio. Claro que sempre haverá quem compre os carros a combustão, mas em menor número.
