Citroën confirma lançamento do C4 Cactus no Brasil

Modelo será produzido na fábrica da PSA em Porto Real (RJ) e tem lançamento previsto para segundo semestre deste ano; informações foram reveladas no Salão do Automóvel de Genebra

Por Alexandre Carneiro06/03/18 às 19h32

Muitos dos carros lançados no Salão de Genebra são restritos ao mercado europeu ou importados para o Brasil em pequena quantidade. Outros, porém, têm tudo a ver com o mercado nacional. É esse o caso do Citroën C4 Cactus: a CEO da marca, Linda Jackson, aproveitou a mostra suíça para confirmar a produção do modelo em Porto Real (RJ), já no segundo semestre deste ano.

Citroën C4 Cactus será feito no Brasil

A nacionalização do C4 Cactus faz parte de um plano de expansão global de vendas do Grupo Peugeot-Citroën (PSA). O objetivo da multinacional é elevar em 45% sua participação das vendas realizadas fora da Europa até 2020. Para atingi-lo, a empresa prevê o lançamento de novos modelos.

Apesar de o C4 Cactus ser vendido na Europa e em outros mercado mundiais, o desenvolvimento da versão nacional está a cargo das equipes de engenharia e estilo do Grupo PSA na América Latina. Segundo a empresa, isso ocorre para atender às demandas específicas dos clientes do Brasil e dos demais países da região, como Argentina, Uruguai, Paraguai e Colômbia.

Apesar de a Citroën ainda não ter revelado informações técnicas sobre o C4 Cactus nacional, algumas das alterações já foram antecipadas pelos nossos parceiros do Autos Segredos. O design será bastante fiel ao do similar europeu: apenas o para-choque traseiro terá linhas próprias. Além disso, os vidros das portas traseiras poderão ser abaixados (eles são fixos no similar europeu).

O C4 Cactus brasileiro utilizará a mesma plataforma dos modelos Citroën C3 e Aircross e Peugeot 208 e 2008, que já são produzidos em Porto Real (RJ). Ainda de acordo com o Autos Segredos, as opções de motorização serão o 1.6 FlexStart (aspirado) e o 1.6 THP (turbo). O primeiro terá opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis, ao passo que, no segundo, a transmissão será sempre automática de seis velocidades.

Fotos: Citroën/Divulgação

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