[Avaliação] Citroën C4 Cactus é mais hatch que SUV, e isso é bom

Diferencial do modelo é justamente o comportamento dinâmico mais afiado que o dos SUVs convencionais; versão Shine Pack agrada também pelo desempenho

Por Alexandre Carneiro 20/01/19 às 17h35

Posiciono o C4 Cactus na fila do lava-jato e pergunto o valor da ducha para uma frentista. “Para esse carro, custa R$ 16”, responde ela, cobrando a tarifa para veículos grandes. Questiono, argumentando que o modelo tem apenas 4,17 metros de comprimento (menos, por exemplo, que Chevrolet Prisma e Fiat Cronos, considerados pequenos pelo estabelecimento). Solícita, a moça se propõe a conferir o preço com o gerente. Alguns minutos depois, volta com a resposta: “São R$ 16 mesmo, moço”, explicando que essa é a quantia cobrada para SUVs. Sinal que a estratégia da Citroën para o C4 Cactus deu certo. Enquanto na Europa ele é considerado um hatch, por aqui o fabricante o inseriu na categoria dos utilitários-esportivos compactos.

Repare bem nas laterais do C4 Cactus: perceba que ele tem o teto mais baixo, típico de um hatch. Porém, é verdade que algumas características dos SUVs foram incorporadas. Para enquadrá-lo em tal categoria, a Citroën elevou a suspensão, resultando em um vão livre do solo de 22,5 cm, maior que o de modelos como Nissan Kicks, Hyundai Creta e Honda HR-V. O modelo nacional ganhou ainda racks de teto, ausentes no similar europeu, que aumentam a altura total.

Diferencial do Citroën C4 Cactus é justamente o comportamento dinâmico mais afiado que o dos utilitários convencionais

Que fique claro: o fato de o C4 Cactus não ser um SUV autêntico não é, necessariamente, um defeito. Pelo contrário, essas características de hatch até trazem algumas vantagens. Por exemplo, a posição menos verticalizada ao volante é menos passiva, o que é ótimo para quem gosta de dirigir. A estabilidade também é melhor que a dos utilitários esportivos propriamente ditos. Embora seja notada alguma rolagem da carroceria, o comportamento em curvas é firme e previsível. Imagino que o modelo europeu, com menor altura em relação ao solo, deva ser ainda melhor nesse quesito!

Desempenho de sobra com bom conforto de marcha

Outra benesse da carroceria mais baixa é que ela pesa menos. Não por acaso, o C4 Cactus é leve para sua proposta: a versão top de linha Shine Pack, avaliada, tem apenas 1.214 kg. Isso significa que o motor 1.6 THP (Turbo High Pressure) sobra para ele. Capaz de render 173 cv de potência com etanol, 166 cv com gasolina e 24,5 kgfm de torque com ambos os combustíveis, o propulsor é sobrealimentado e tem injeção direta, comando de válvulas de ignição variável e corrente de comando (que não requer trocas como a correia dentada). Bloco e cabeçote são de alumínio.

O resultado é um desempenho até esportivo, capaz de fazer as costas dos ocupantes grudarem nos bancos em acelerações fortes. Ultrapassagens e subidas de serra são brincadeira de criança para o C4 Cactus. Elástico, o motor proporciona boas respostas em todas as faixas de rotação, inclusive nas mais baixas. Isso resulta em grande agilidade do tráfego urbano. Por sua vez, os freios, com discos nas quatro rodas, estão à altura e esbanjam eficiência.

Diferencial do Citroën C4 Cactus é justamente o comportamento dinâmico mais afiado que o dos utilitários convencionais

A maior vantagem é que o C4 Cactus não sacrifica o conforto para divertir o condutor. Bem-compromissada, a suspensão com conjuntos McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira é macia em ondulações, desníveis e lombadas. Desse modo, o rodar é suave, sem solavancos. E a grande altura do solo permite enfrentar valetas, entradas de garagem e outros obstáculos urbanos sem riscos de raspar a parte de baixo do carro.

O C4 Cactus tem tração dianteira. A ausência de um sistema 4×4 que seu uso na terra limita-se a estradas rurais minimamente bem-conservadas. Isso não é demérito algum, até porque a esmagadora maioria dos SUVs compactos têm arquitetura semelhante. A versão Shine Pack até vai além ao oferecer o Grip Control, um sistema eletrônico que adapta eletronicamente a tração a diferentes tipos de piso, desativando os auxílios eletrônicos à condução. É um bom recurso, mas que não serve para encarar aventuras radicais: essa, inclusive, nem é a proposta do modelo.

Transmissão e consumo podem melhorar

Nem tudo, porém, é alegria quando o assunto é a dirigibilidade do C4 Cactus. A direção com assistência elétrica, por exemplo, carece de melhorias. Ela é leve em manobras e tem boa progressividade, mas é muito desmultiplicada (é preciso girar muito o volante para movimentar as rodas). Por isso, não transmite tanto controle em alta velocidade. Já o câmbio, automático de seis marchas, só funciona bem se a condução for tranquila. Em uma tocada mais agressiva, as mudanças de marchas são lentas e nem sempre ocorrem nos momentos desejados. É possível operar a transmissão sequencialmente, mas apenas por meio de toques na alavanca, pois não há borboletas no volante. E, mesmo utilizando essa função, ainda há letargia nas trocas.

Diferencial do Citroën C4 Cactus é justamente o comportamento dinâmico mais afiado que o dos utilitários convencionais

Nas aferições de consumo feitas pela reportagem, o C4 Cactus cravou 8,8 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada, com gasolina. São números razoáveis para sua proposta, em especial em comparação aos concorrentes. Porém, em razão do baixo peso do modelo e da tecnologia embarcada do motor, era de esperar mais. Pelo menos a autonomia pode chegar a bons 620 km, aproximadamente, graças ao tanque de 55 litros.

Espaço razoável com acabamento correto

Por dentro, a áurea de hatch do C4 Cactus traz consequências para o espaço dos ocupantes. Os vãos para as pernas dos passageiros traseiros são até satisfatórios: embora não sejam abundantes, bastam para que mesmo pessoas mais altas não tenham seus joelhos espremidos contra os bancos dianteiros. Ponto para o entre-eixos de 2,6 meros! O problema ali é a área destinada à cabeça: capota relativamente baixa faz com que adultos corpulentos esbarrem-na no forro do teto.

Já o porta-malas do C4 Cactus tem 320 litros de capacidade. É limitado, mas, surpreendentemente, está no mesmo patamar que o de alguns SUVs compactos autênticos. Supera o do Jeep Chevrolet Tracker (306 litros) e empata com o Jeep Renegade (320 litros). Há de se destacar, porém, que alguns concorrentes ultrapassam os 400 litros. Mas maior defeito do compartimento nem é seu tamanho, e sim o vão de abertura com base muito alta. Isso dificulta as operações de carga e descarga, especialmente de objetos maiores. O banco traseiro bipartido torna o processo de rebatimento mais versátil.

Diferencial do Citroën C4 Cactus é justamente o comportamento dinâmico mais afiado que o dos utilitários convencionais

O acabamento interno está na média da categoria. O material predominante, como de costume, é o plástico duro. Porém, o padrão de montagem é bom e há acolchoamento nos encostos de braço das portas, que quebram a monotonia e trazem conforto. Uma tira de tecido no painel combina com faixas presentes nos revestimentos dos bancos. Trata-se de um pequeno capricho que denota atenção da Citroën com os detalhes.

A ergonomia do C4 Cactus é muito boa. O volante tem ótima pegada e conta com ajustes de altura e profundidade. O banco do motorista também é regulável verticalmente e apoia bem o corpo. No assento traseiro, há cintos de três pontos e encostos de cabeça para todos. A visibilidade é boa, ainda que, para trás, as colunas crossas e o vidro estreito constituam barreiras. Os faróis são simples, monoparabólicos, mas iluminam razoavelmente bem. O conjunto óptico conta ainda com luzes diurnas de LEDs e faróis de neblina com função cornering.

Soluções pouco práticas a bordo

O fabricante poderia ter dedicado mais atenção é ao painel de instrumentos do C4 Cactus. O cluster é todo digital, mas não tem tecnologia TFT, que permite diferentes opções de visualização. Até aí, tudo bem. Ruim mesmo é o tacômetro em formato de barrinhas, que exibe os giros do motor de 500 rpm em 500 rpm. Ou seja, esse mostrador tem uma enorme margem de erro. O mesmo vale para o medidor de combustível, com oito “tijolinhos” que vão se apagando. Além de simplório, é impreciso: lembra o dos carros populares de 10 ou 15 anos atrás.

Diferencial do Citroën C4 Cactus é justamente o comportamento dinâmico mais afiado que o dos utilitários convencionais

Outro problema é a ausência física de comandos para o ar-condicionado. O manuseio desse equipamento se dá por meio da própria central multimídia. Isso até transmite um ar tecnológico ao interior do C4 Cactus, mas a utilização não é nada prática. Para alterar a temperatura ou a velocidade de circulação, é preciso acessar submenus. Essa operação não chega a ser difícil, mas toma segundos preciosos do motorista durante a condução. Vale lembrar que qualquer breve distração pode ter sérias consequências quando se está ao volante.

Ninguém poderá reclamar, porém, de falta de funções na central multimídia do C4 Cactus. Com tela sensível ao toque de sete polegadas, ela inclui, além de rádio com entrada USB e Bluetooth, conectividade com plataformas Apple Car Play e Android. O equipamento também mostra as imagens da câmera de ré, de série na versão Shine Pack.

Muitos equipamentos, principalmente voltados à segurança

A lista de equipamentos do C4 Cactus top de linha é completa. Inclui ainda chave presencial com botão de partida, bancos revestidos em couro, faróis e limpadores de para-brisa com acionamento automático, rodas de liga leve de 17 polegadas, vidros dianteiros e traseiros elétricos com sistema um-toque, retrovisores externos elétricos, retrovisor interno eletrocrômico, alarme, controlador da velocidade de cruzeiro e monitoramento da pressão dos pneus. Chama a atenção a ausência de sensores de estacionamento, que são vendidos como acessórios, com instalação feita na rede de concessionárias. Trata-se algo incoerente com a faixa de preço do veículo.

Diferencial do Citroën C4 Cactus é justamente o comportamento dinâmico mais afiado que o dos utilitários convencionais

Já o pacote de segurança traz itens dignos de modelos de categorias superiores. Há sistemas de frenagem automática e alerta de saída de faixa e fadiga. O C4 Cactus top de linha traz ainda seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), ganchos Isofix para ancoragem de cadeirinhas no banco traseiro, controles de velocidade e tração e assistente de partida em rampa. Há ainda um alerta de colisão, que mostrou-se muito sensível durante nossa avaliação. Ademais, a ativação desse sistema é mostrado na central multimídia. Seria mais visível se o sinal de alerta fosse exibido junto aos instrumentos.

Citroën C4 Cactus é um bom produto

O C4 Cactus na versão Shine Pack custa R$ 99.990. É um valor até ligeiramente mais baixo que o das versões top de linha de HR-V, Creta e Tracker, que superam os R$ 100 mil. É verdade, porém, que a Citroën não tem, no mercado brasileiro, a mesma aceitação de marcas como Honda, Hyundai, Chevrolet. Por isso, a empresa francesa tenta atrair o consumidor justamente com pacote de equipamentos e desempenho bem acima da média.

Todavia, o maior atributo do C4 Cactus é mesmo a dirigibilidade, superior que a de qualquer concorrente. É essa, seguramente, a maior vantagem que a essência de hatch proporciona ao modelo. Isso sem abrir mão da altura elevada de rodagem, característica que o consumidor mais aprecia nos SUVs. Que, infelizmente, traz a reboque a tarifa mais alta na hora de passar no lava-jato.

Ficha técnica Citroën C4 Cactus Shine Pack
Motor Dianteiro, transversal, flex, 1.598 cm³, com quatro cilindros, de 77 mm de diâmetro e 85,8 mm de curso, e 16 válvulas, com duplo comando variável
Potência 166 cv (gasolina) e 173 cv (etanol) a 6.000 rpm
Torque 24,5 kgfm (gasolina e etanol) a 1.400 rpm
Transmissão automática sequencial de seis marchas simuladas, tração dianteira
Suspensão McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira
Freios discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira, com ABS
Direção assistida eletricamente
Dimensões 4,17 m de comprimento, 1,714 m de largura, 2,60 m de distância entre-eixos, 1,563 m de altura
Peso 1.214 kg
Carga útil 350 kg
Tanque de combustível 55 litros
Porta-malas 320 litros

Fotos Alexandre Carneiro | AutoPapo

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17 Comentários
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    Zuleica 26 de outubro de 2019

    Comprei a versão Feel e gostei demais da dirigibilidade, do design e conforto. Fiquei desapontada com o consumo, com a pouca potência do motor, lentidão na mudança da marcha algumas vezes (exemplo: uma ultrapassagem em que precisa resposta rápida), causa certa apreensão. Tinha um carro com motor 1.8 e respondia muito bem à aceleração. Agora nem arrisco se precisar resposta rápida.
    Como todo veículo, tem coisas boas e ruins. Então, é aproveitar as boas e tolerar as ruins, até a próxima troca. Acho que tudo ficaria ótimo se fosse a versão turbo.

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    ROBERTO GONCALVES RABELO 16 de setembro de 2019

    Acho p C4 Cactus ótimo. A minha versao é a Shine Pack.
    O motor é fantástico. Gosto muito do câmbio. O conforto pra dirigir é ótimo. 9 espaço é bom também.
    O consumo bastante razoável em função do desempenho.
    Acho que a versão Shine poderia ser um pouco mais sofisticada. Como já foi o C4 Longue( este tb não é mais tão sofisticado).
    Os espelhos, Por exemplo, poderiam ter rebatimento.
    Mas no todo, estpu muito satisfeito.

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    ROBERTO GONCALVES RABELO 1 de setembro de 2019

    Comprei um Cactus THP.
    A dirigibilidade é sensacional.
    Muito desempenho e relativamente econômico. O Shine pack é muito bem equipado em relação à segurança, mas faltam detalhes como luz para os passageiros traseiros.
    O apoio de braços chega a ser ridículo de tão pequeno.
    Porem, mesmo com esses ” defeitos” o carro é ótimo. Muito gostoso de dirigir.

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    miguel araujo 23 de julho de 2019

    Pelo que vi é muito mais vantagem comprar o novo suzuk vitara 4 x 4 carro robusto e bom de estrada de barro e trilha.

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    SylvioSouza 3 de junho de 2019

    Olhei vários carros tipo SUV compacto e escolhi o Cactus. Estou satisfeito. Os outros carros deixam a desejar também. O Renegade vai trocar o motor 1.8 de ferro pelo 1.3 de alumínio com turbo. Não vale a pena comprar agora. O Nissan Kicks tem muita reclamação da falta de motor para o tamanho do carro. O Cactus tem o motor 1.6 aspirado que é muito bom. Tem respostas rápidas. Não comprei o THP de 173 HP porque não vou muito para a estrada. Uso urbano, não justifica esse investimento. A suspensão é muito boa. Absorve muito bem os obstáculos das nossas ruas que não são poucos. A altura do carro é ponto positivo. Passa por cima de tudo. Mas, o acabamento poderia ser melhor. Plástico duro por todos os lados. O porta malas não é grande, mas, a proposta de usos urbano atende sem problemas. Algumas benfeitorias poderiam ter sido implantadas. Não tem luz na parte de trás da cabine de passageiros. Um absurdo. Nem tem alça de segurança que ajuda ao passageiro se segurar para subir e descer do carro. A proposta diferente do desenho do cactus me atraiu muito. Não considero feio, mas, diferente e agradável por isso. Chama muito a atenção por onde passa. Então, não é feio. Para mim valeu a compra. Recomendo.

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    Lesiandra 20 de maio de 2019

    Não chega nem perto do C4 Hatch Solaris! Este tem muitos itens de série que não tem na versão top do Cactus… uma pena… o Cactus falha no acabamento, itens de série (varios), e preço muito alto pela ausência de tantos itens que incorporavam carros anteriores. Decepcionante.

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    Tiago Grippa 18 de abril de 2019

    Estou há um mês com o carro. Muito potente com o seu motor THP de 173cv com consumo razoável (média de 10 km/L ciclo urbano) graças à injeção direta do câmbio automático. Única preocupação é a aceitação na revenda que a Citroen tem que trabalhar muito para melhorar sua reputação.

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      Andréia 15 de maio de 2019

      Super indecisa se compro o cactus, muito medo da rejeição daqui um ano e meio… Mas pesquisando feedback de compradores para tomar a decisão… obrigada

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      Livia 31 de outubro de 2019

      Olá Tiago! Estou comprando um C4 Cactus, meia receosa pois n conheço ninguém q possa me dar uma referência. Fiz o teste drive me apaixonei mas gostaria de uma referência

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    Alexandre axevefo 3 de março de 2019

    Realmente o carro parece mais com watch, mas com certeza ele é muito superior em acabamentos que a maioria, como estou trocando de carro fui olhar o Kicks, creta e CACTUS, os três são bonitos por fora, ai é questão de gosto estetico mas internamente Kicks e Creta pecam pela falta de perfumaria. Sinceramente prefiro pagar por perfumaria inútil do que pagar um preço superior e nao possuir tais acessórios ou perfumaria como preferirem.

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    Ronaldo D. Fernandes 5 de fevereiro de 2019

    Sempre uma questão de ponto de vista e do que vc espera do carro. Pra mim um ótimo Hatch que foi estragado com suspensão elevada, anti estética e sem segurança em manobras bruscas.De SUV essa carroceria não tem nada. Dirigir a versão aspirada, lembra muito o C3 de roupa nova , mas com preço de Renegade e Creta. Seria minha primeira escolha se fosse um Hatch, com teto panorâmico e uma dinâmica que fosse condizente com o Germânico THP , mas é minha última opção como SUV. Sem falar na perfumaria inútil e na falta de recursos importantes , tais como conjunto ótico em Full Led, paddle shift ou um piloto automático com ACC no lugar da inútil câmera pra assistência de faixa e frenagem de emergência que não enxerga nada sem a devida iluminação, recursos sem muita utilidade em estradas não sinalizadas como a maioria por aqui. PSA tem excelentes ingredientes na mão de um cozinheiro péssimo que não respeita/entende o paladar Brasileiro, e pagam o preço com as lojas as moscas.

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      [email protected] 7 de novembro de 2019

      Esse mesmoissimo carro , se fosse da VW ou GM, seria o melhor automóvel do Brasil, pra esses “entendidos”, que se baseiam e no que ouviram falar, só ,,continuem em suas carroças , puxando talvez

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    Daniel Figueiredo 25 de janeiro de 2019

    A central multimídia desse carro vai fazer vítimas. Quase não tem botões de atalho e exige tempo e atenção demais do motorista para tarefas simples como mudar a velocidade da ventilação. A Citroën precisa rever isso. E um carro desse preço não ter uma única luz no banco traseiro é um verdadeiro absurdo.

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    Alessandro Zanini 24 de janeiro de 2019

    O visual , o design Citroen são muito , muito atrativos. A advertência fica mesmo á para o câmbio , se der zebra é PREJÚ !!!

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      sindicato dos carregadoressindicatognail.com.br 7 de novembro de 2019

      Todos se der pau no câmbio já era ,. Ou você acha que outro de marca diferente vai ser baratinho

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        Irineu 8 de novembro de 2019

        Tu é o que da Citroen, que defende tudo que falam?? tá ganhando o que com isso? cresce rapaz!

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    WENDELCERUTTIDASILVA 23 de janeiro de 2019

    Seria o famoso carro Denorex ?

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