Hatch chega com nova plataforma, pacote de equipamentos bem recheado e desenho ousado para enfrentar os SUVs de entrada
O novo Hyundai i20 chega em seis versões e preços a partir de R$ 99.990 para se posicionar entre o HB20 e o Creta e competir com os SUVs de entrada. Porém a marca não usa o termo SUV para descrever o modelo, apesar de estar alinhado com Fiat Pulse, Renault Kardian, Chevrolet Sonic e Volkswagen Tera.
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O i20 estreia uma nova plataforma e só compartilha os motores com o HB20, que segue em linha. A novidade será vendida em seis versões:
| Versão | Motor | Preço |
|---|---|---|
| Hyundai i20 Comfort AT | 1.0 | R$ 99.990 |
| Hyundai i20 Limited MT | 1.0 | R$ 104.990 |
| Hyundai i20 Limited AT | 1.0 turbo | R$ 125.990 |
| Hyundai i20 X Line AT | 1.0 turbo | R$ 128.990 |
| Hyundai i20 Platinum AT | 1.0 turbo | R$ 134.990 |
| Hyundai i20 Ultimate AT | 1.0 turbo | R$ 139.990 |






A Hyundai desenvolveu o novo i20 com foco no Brasil e lançou o modelo primeiro aqui. Ele também adianta o estilo dos próximos carros da marca, trazendo uma nova identidade visual chamada “Art of Steel”.
Beleza é algo subjetivo e sabemos que a opinião do público ficará dividida. Mas uma coisa é certa: não foi dessa vez que a Hyundai optou por jogar no seguro, o i20 segue a escolha por linhas ousadas e originais que a marca aplica em outros carros como o Kona.
O novo i20 chega também com plataforma inédita e medidas mais generosas. Os 4,13 m de comprimento, 1,78 m de largura, 1,50 m de altura e 2,58 m de entre-eixos resolvem a antiga crítica ao espaço interno do HB20.
O porta-malas também cresceu para 346 litros, o maior dentre os hatches e similar ao de alguns SUVs de entrada. Falando em segmentação, a Hyundai não chama o i20 de SUV em seu material oficial, mas coloca ele como um intermediária ente essa carroceria e um hatch.






As versões de entrada do Hyundai i20 utilizam o motor 1.0 aspirado de três cilindros, que é usado desde o primeiro HB20. Ele rende 80 cv com etanol e 75 cv com gasolina, o torque fica em 10,2 kgfm (E) e 9,6 kgfm (G). O câmbio é manual de seis marchas.
O 1.0 turbo também não mudou, mas recebeu uma calibração diferente para atender ao programa de Carros Sustentáveis do Governo Federal. A potência com etanol cai de 120 para 115 cv, com gasolina o valor é o mesmo. O torque de 17,5 kgfm não foi alterado, assim como o câmbio automático de 6 marchas.
Por enquanto foi divulgado apenas o consumo do motor 1.0 turbo: 8,8 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada com etanol. Na gasolina ele faz 12,6 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada.














O interior do Hyundai i20 chama atenção visualmente, o modelo Ultimate traz acabamento em dois tons de cinza e o painel traz o quadro de instrumentos unido a central multimídia. Os comandos do ar-condicionado ficam na vertical margeados pelas saídas de ventilação.
Mas de perto os materiais são apenas plásticos duros, tanto no painel quanto nas portas. Não há nem uma porção macia no puxador, o revestimento sintético cobre apenas o volante, os bancos e o apoio de braço central.
A simplicidade nos materiais contrasta com o vasto pacote de tecnologia presente no modelo. A versão topo de linha traz freio de estacionamento eletrônico, pacote ADAS completo, capacidade de receber atualizações remotas, seis airbags, sensor de estacionamento, câmera de ré, monitor de pressão dos pneus e chave presencial.
O pacote ADAS é o mais abrangente do segmento, ele traz cruise control adaptativo com stop and go, assistente de tráfego cruzado traseiro, assistente de manutenção em faixa com centralização, detector de fadiga, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída segura, monitor de ponto cego e farol alto automático.
Todos esses recursos vêm apenas no modelo Ultimate, versões abaixo contam com menos recursos ADAS e perdem o freio de estacionamento eletrônico.
O i20 é vendido nas cores Preto Onix, Branco Atlas, Cinza Shadow, Prata Sand, Prata Brisk, Cinza Silk, Azul Sapphire e na nova Cinza Lumina. A garantia é de 5 anos sem limite de quilometragem.
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Os caras conseguiram provar a todo mundo que o Bagre (HB20) não foi um carro tão feio assim.
Alem de deixar a chave feia (Parece uma nave alienigena) e colocarem preços doentios
CEM MIL NUM CARRO 1.0 MANCO, PELADO E MANUAL?
125 MIL num carro automático todo depenado que teve o motor PIORADO (120cv vs 115cv agora) pra pagar menos imposto.
Vai vender NADA.