[Recall] Volkswagen Tiguan pode pegar fogo devido a problema elétrico

Mais de mil unidades do utilitário estão sendo convocadas para reparo do chicote elétrico que alimenta a iluminação da cabine

Por AutoPapo05/02/19 às 18h35

A Volkswagen convocou, hoje, mais de mil unidades do utilitário esportivo Tiguan, no ano/modelo 2018. De acordo com um comunicado da marca, o chicote elétrico que alimenta a iluminação na cabine do veículo pode apresentar falha. Em casos extremos, o Tiguan pode pegar fogo.

Foi estimado o tempo de 4 horas e 30 minutos para execução do serviço de reparo. O atendimento aos proprietários começa no dia 11 de fevereiro, e deve ser agendado junto à rede de concessionárias oficiais da Volkswagen.

Mais de mil unidades do utilitário estão sendo convocadas para reparo do chicote elétrico, que pode levar o Tiguan a pegar fogo.
Volkswagen | Divulgação
Modelo Ano/modelo Chassis não sequenciais
Tiguan AllSpace 2018 JM067487 a JM183498

No total, 1.225 unidades do Tiguan podem pegar fogo. O problema com o chicote elétrico do modelo não começou no Brasil. Em agosto, a fabricante anunciou que faria o recall de 700 mil unidades do Tiguan e Touran ao redor do mundo devido ao mesmo problema.

À época, a marca informou que o defeito se encontrava no botão de controle do teto solar. A Volkswagen disse que, até então, não sabia os chassis dos carros afetados no Brasil, mas que motoristas não deveriam se preocupar. Alertou, contudo, para o surgimento de manchas no teto, caso no qual uma concessionária deveria ser contatada.

Para mais informações, entre em contato com a Volkswagen pelo telefone 08000 019 8866, ou acesse a página de recall da marca. Lembramos que o reparo é gratuito e não tem data para terminar, mas deve ser atendido o mais rápido possível.

Tiguan pode pegar fogo, mas também pode ser recomprado pela marca

O utilitário esportivo também fez parte do recente recall de 194 veículos da Volkswagen. O processo foi o primeiro de seu tipo, em que a fabricante alemã anunciou que recompraria todos os carros envolvidos. A razão é que eles nunca deveriam ter sido comercializados, pois continham componentes fora de especificação.

Isso ocorreu no Brasil, no fim de janeiro, depois de ter sido descoberto nos Estados Unidos e Europa, no fim de 2018.

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