Reestilizações: veja 5 carros que ficaram melhores após um tapinha

Nesses casos, uma plástica superficial, com redesenho de faróis, grade e para-choques, já foi suficiente para deixar a aparência bem mais agradável

Por Alexandre Carneiro07/07/18 às 11h20

Reestilizações são, a rigor, mudanças superficiais: um farol redesenhado aqui, um para-choque com formato reformulado ali, e pronto, o consumidor já tem a impressão de estar diante de um novo produto. Porém, mesmo leves, essas alterações às vezes são suficientes para dar ao veículo um aspecto bem mais agradável. Desse modo, um modelo anteriormente considerado feio pode se tornar bonito ou, pelo menos, aceitável. O AutoPapo listou cinco exemplos de carros que melhoraram bastante após receberem um tapinha no visual. Confira:

1. Chevrolet Spin

O monovolume da Chevrolet demorou para receber uma reestilização: passaram-se nada menos que seis anos entre o lançamento, em 2012, e a apresentação da linha 2019, que ocorreu nesta semana e trouxe alterações no design e no interior. Ao menos o resultado foi bom: a grade frontal e os faróis enormes, que deixavam o veículo com cara de capivara, foram substituídos por componentes mais delgados e fluidos. Na traseira, a alocação da placa e de prolongamentos das lanternas na tampa do porta-malas preencheu a incômoda sensação de vazio que existia anteriormente.

2. Chevrolet Cobalt

Outro automóvel que parecia ter uma dianteira desproporcional era o Cobalt: nesse caso, a cara não era de capivara, mas de coruja. Antes de reestilizar o monovolume, a Chevrolet aplicou uma solução semelhante ao sedã, em 2015, quando ele ganhou faróis e grades mais estreitos e lanternas traseiras horizontalizadas. Pode não ter se tornado exatamente uma beleza, mas a melhora foi notável.

3. Toyota Corolla

O  Corolla começou a ser importado para o Brasil em 1993. Em 1997, era lançada uma nova geração, ainda trazida do exterior, com um visual que gerou polêmica: os faróis redondos e a grade perfurada não agradaram, a ponto de esse segundo componente ser comparado pelos consumidores da época a um ralador de queijo. A Toyota agiu rápido e, no ano seguinte, nacionalizou o sedã, que trouxe a reboque um novo visual frontal, já utilizado no Japão, com aspecto mais convencional, até um tanto conservador. De qualquer modo, a plástica agradou o consumidor, e o modelo brasileiro passou a seguir uma linha estilística mais sóbria a partir de então.

4. Fiat Siena

Ao contrário dos demais modelos listados, a primeira geração do Siena não passou apenas por uma – e salvadora – plástica, e sim por várias reestilizações que foram melhorando o aspecto de sua traseira ao longo do tempo. De modo geral, a primeira versão, de 1997, é considerada a mais feia, enquanto a quarta e última, que saiu do mercado em 2016, é a mais agradável.

5. Volkswagen TL e Variant

Que os fãs desses modelos não se ofendam, mas o estilo da dianteira deles não agradou os consumidores dos anos 60 e 70, que consideravam o capô muito alto e traços retilíneos demais. Ambos ganharam uma frente redesenhada já em 1971, que era mais baixa e afilada, transmitindo a sensação de maior aerodinâmica. A própria publicidade da época parecia indicar um mea culpa da Volkswagen, com os seguintes slogans: “para os que achavam a Variant bonita só pelas costas” e “agora também o porta-malas da frente vem com linhas arrojadas”.

Confira no próximo sábado (14) outra lista sobre reestilizações, dessa vez apontando quais delas deixaram os carros mais feios! 

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