Evolução tecnológica mudou algumas práticas para manter o carro

Alguns dos produtos mais beneficiados pela tecnologia são os óleos lubrificantes, que permitem prazos de troca mais longos

Por Boris Feldman08/08/19 às 20h00

A evolução tecnológica é responsável pela mudança dos costumes e das recomendações ao motorista. Bom exemplo são os novos motores, que não precisam mais ser “amaciados” até quatro ou cinco mil quilômetros.

Ou aquela prática de esquentar o motor pela manhã, também já aposentada. Uma outra é o prazo para troca de óleo do motor: está lembrado que no Fusca era a cada 1.500 quilômetros? Pois é. Hoje, com a evolução dos motores e dos óleos lubrificantes, há um consenso para se trocar a cada 10 mil quilômetros ou 12 meses, o que vencer primeiro.

Preste atenção, porque algumas fábricas não mudaram nem o motor e nem o óleo para o motor. E mesmo assim, estenderam o prazo de troca de seis para 12 meses. Se o seu manual recomenda o prazo de seis meses, pode consultar o seu mecânico de confiança ou sua concessionária e estendê-lo para um ano.

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Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

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