Nissan Kicks: versão híbrida do SUV tem vantagens e desvantagens

Chamado de e-Power, o Nissan Kicks híbrido se diferente dos demais carros dessa categoria no que se refere a função do motor a combustão

Por Boris Feldman18/12/18 às 11h00

Chamado de e-Power, o Nissan Kicks híbrido tem diferenças interessantes em relação aos motores híbridos tradicionais. Mas, um ponto deixa a desejar.

[TRANSCRIÇÃO]

A transição entre o motor a combustão e o elétrico está incentivando o desenvolvimento de novas soluções, a começar do Toyota Prius, um híbrido com motores elétrico e a combustão, ambos tracionando o carro. E há algumas variações sobre esse tema, sendo uma das mais recentes desenvolvida pela Nissan, no seu utilitário esportivo Kicks.

Chamado de e-Power, essa versão do Kicks é de um híbrido com motores a combustão e elétrico. Porém, com uma fundamental diferença em relação ao híbrido tradicional: o motor a combustão só funciona para carregar pequenas baterias e o carro só se movimenta com o motor elétrico.

As vantagens? Custo de fabricação reduzido, pois as baterias são pequenas. Além disso, não há necessidade de parar para recarregá-las e não há um limite de autonomia, é só abastecer com gasolina. Desvantagem? Continua queimando um derivado do petróleo.

Nissan Kicks
Kicks SV
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Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

Boris Feldman
4 Comentários
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    Joao PB 12 de fevereiro de 2019

    Desvantagem? Desvantagem em relação a qual carro? Quando se usa o termo desvantagem há de se comparar com outro modelo. Se for para comparar com o Prius, o xodó da atualidade, o kicks será mais eficiente e consumirá menos combustível fóssil. Isso porque o motor à combustão será utilizado somente para carregar as baterias. Agora, se a comparação for com carros 100% elétricos, que não existem à venda no Brasil a preços competitivos, aí pode ser. Não vou nem comparar com as carroças que trafegam no Brasil. Vale lembrar que o kicks à combustão poderá ser flex, portanto, utilizando combustível renovável.

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    Geraldo Domingues 19 de fevereiro de 2019

    Boa observação, João.
    Na verdade, ainda somos um país que as indústrias automobilísticas empurram suas carroças e ganham seus lucros.
    E a ainda por cima ameaçam sair do país (CHEVROLET) para pressionar o governo a conceder suas mazelas.
    Vai com Deus, CHEVROLET !!!

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    EDVALDO 9 de março de 2019

    Infelizmente aqui no Brasil, a Nissan lança novas tecnologias ou novos modelos com muito atraso, dando margem para que os concorrentes tirem proveito disso. Sei que quando se trata de inserir no mercado algo novo, tem uma certa demora para que não vire fiasco, mas o e-power já está mais do que aprovado no Japão. Então Nissan, não demore, agilize, pois todos só tem a ganhar com isso, os consumidoras e a própria montadora. Façam melhor, lancem o e-Bio Fuel-Cell aqui simultaneamente com os melhores mercados do mundo, afinal aqui já testaram e deu certo. Isto é apenas uma crítica construtiva, pois sou consumidor da Nissan, e torço para que as demais pessoas abram a mente e comprem carros de primeiro mundo e não aceitem qualquer carroças que certas montadoras vendem por aqui, e a Nissan tem o meu respeito.

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    bikesó 30 de março de 2019

    essa tecnologia “inovadora” é a mesma utilizada nas lovomotivas diesel-eletricas drsde o século passado.

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