Projeto em tramitação propõe mudanças na identificação veicular e pode obrigar motoristas a arcar novamente com custos de substituição
Há exatos oito anos foi aprovada a Placa Mercosul para os nossos automóveis. Carros emplacados antes dessa decisão e que não foram transferidos de município permanecem até hoje com a placa antiga.
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A nova placa aumenta o número de combinações e não constam o município nem o estado em que o carro foi registrado. O que não muda muito para fiscalização, pois hoje tudo é eletrônico. O agente policial tem, eletronicamente, informações instantâneas sobre o carro e seu condutor.
Mas corre na Câmara dos Deputados um projeto de lei para incluir município e estado de origem do carro. Se for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente, teremos mais uma inútil facada no bolso do motorista.
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Pura manobra para tirar mais grana de quem paga IPVAs absurdos todo ano e licenciamento e enriquecer algum amigão dos congressistas. Qual é o padrão mercosul que obriga a colocar o Estado e município na placa e, se vendido o veículo para outro Estado ou município tem que comprar placas novas? Est[upidos e aproveitadores.
Todo mundo já acostumou com esse tipo de placa e porquê só agora mudar? Só pra fazer o povo gastar dinheiro?
Não é pra fazer o povo gastar dinheiro. É pra fazer alguém (algum plaqueiro amigo dos poderosos e legisladores do país) ganhar dinheiro.
Ser dinheiro do povo é mero detalhe…
Quem mora em uma cidade pequena e tranquila, ao avistar no seu bairro um carro de São Paulo, Curitiba ou Rio de Janeiro, fica de sobreaviso, mas se a placa não tiver indicação da cidade, as coisas se complicam.
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Em caso de alguma duvida ou suspeita é só as autoridades locais de segurança pesquisarem a placa, e sem mesmo precisar abordar o condutor em um primeiro momento.
Não é bem assim.
Não entendi! Qual é o mal de alguém residir em São Paulo, Curitiba ou Rio de Janeiro?
Bandidos dessas cidades, costumam roubar e assaltar nas cidades pequenas.
Em tempo: nada contra os bons moradores dessas cidades.
Este item foi essencial há décadas atrás, quando não havia informática e o controle era todo manual. Além de que o banco de registros era por estado, o que acarretava inúmeras combinações idênticas e apenas diferenciadas pela identificação da UF e cidade.
Hoje em dia com todos os recursos tecnológicos e um banco nacional único de registros, a utilidade de tal item é meramente sentimental e não justifica os recursos extras e redundantes pra isso.
Pessoalmente eu até acho bacana estar viajando longe de casa, e a minha placa com o nome da cidade e a sigla do estado fazer a diferença nos lugares por onde eu passo. Mas é uma questão meramente pessoal, e que nada acrescenta às atuais demandas técnicas de registro e de fiscalização.
Se é possível simplificar as coisas, garantindo as devidas segurança e eficiência, não há razão alguma em empenhar-se recursos pra recriar e adicionar algo que já tornou-se tecnicamente supérfluo.
Explicação brilhante!!!
Pra quem tem dificuldade de entender a razão das novas placas serem como são, inclusive contendo um código QR, que se lido por aplicativo de celular mostra essas informações e algumas outras mais.
Se o projeto prever — e parece que é o caso — que a placa só será alterada no caso de troca, então não haverá nenhum custo adicional. A idéia da volta do município é boa, basta não aumentar os custos.
E quando transferir de município????? Quem paga a conta?????
A mesma coisa. Se, pela regra atual precisa trocar a placa, continua trocando. Se não troca a placa, mantém igual. Nada muda. Sem custo adicional.
O cidadão, claro.
O amigo aí de cima disse que “Se, pela regra atual precisa trocar a placa, continua trocando”.
Só que pela regra atual não precisa trocar placa se já for do padrão Mercosul.
Com a regra que estão tentando colocar goela abaixo, aí passa a ser obrigatório mesmo para quem já tem a placa mais recente. E tome dinheiro para os plaqueiros amigos, arrancado do bolso do cidadão que trabalha e produz.
Mais uma ideia inútil do congresso mais inútil dos últimos anos. E eu achava que nada seria pior do que Tiririca, Agnaldo Timoteo e macaco Tião. Me enganei!!!!
Pelo nível atual do nosso Congresso, até o macaco Tão e o rinoceronte Cacareco conseguiriam fazer algo melhor.
Que tal projetos de lei para diminuir o número de parlamentares, acabar com a reeleição, extinguir os penduricalhos, acabar com plano de saúde vitalício, moradia oficial, carros, gasolina, motoristas, teto de salário de no máximo R$ 20.000, sem custeio de viagens, lagostas, cartão corporativo, etc, etc, etc…
Aí você já quer demais. Onde já se viu, acabar com a farra??
Vai deixar os pobrezinhos à míngua.
Já falei antes e falo de novo agora: isto é coisa de algum algum empresário fabricante de placas amigo de algum parlamentar que está à caça de uns cobres fáceis.
Sempre que aparecem estas coisas esdrúxulas como obrigatoriedade de extintor, kit de primeiros socorros, etc., alguém que fabrica estes produtos fica MUITO feliz com a aprovação da lei.
E ainda tem ottário que defende aumento no tamanho do estado. Só fazem m….
Eita falta do que fazer …
sugiro que o ESTADO arque com o custo uma vez que foi ele quem retirou essas informações sem consultar a população
Meu amigo, pensa direito: custo pro ESTADO significa custo pro CIDADÃO.
Quem banca a conta do estado é quem trabalha e produz. Logo, qualquer gasto do estado é bancado pelo cidadão trabalhador.
Tem que CORTAR custos, não aumentar.
É uma medida importante. Facilita a denúncia e ajuda os policiais no combate aos crimes praticados ao volante.
Sugiro um projeto de Lei pra cassar parlamentares inúteis que só se movimentam pra produzir baboseiras desse tipo.