Modelo atualizado desembarca no Brasil até o fim de 2027 para brigar nas categorias dos grandes SUVs luxuosos
A GWM atualizou o gigantesco Tank 700, SUV topo de linha de sua divisão off-road. Imenso, ele é uma espécie de Mercedes-Benz Classe G chinês, com seu estilo quadradão.
O modelo é um dos cotados para desembarcar no Brasil. A marca faz mistério, e afirma que todo carro tem potencial, mas é preciso estudar a viabilidade. Afinal, não basta apenas importar, é preciso homologar ter estoque de peças de todo o veículo, treinar rede, investimentos em marketing e uma série de outros gastos.
Mas um executivo revelou que o carro chega no Brasil em no máximo 18 meses. Ou seja, até o fim de 2027, o grandalhão pode dar as caras por aqui.
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Vendido como opção a combustão e duas opções híbridas, ele é sempre equipado com um V6 biturbo 3.0 de 353 cv e 57 kgfm de torque. As opções eletrificadas elevam a potência para 523 cv e 979 cv, além de um torque de quase 140 kgfm. São números que superam em muito o jipão alemão que entrega 585 cv e 86 kgfm de torque.
As versões híbridas podem ser equipadas com baterias de 37 kWh ou 59 kWh, que permitem rodar até 100 km apenas com eletricidade. Toda força é distribuída por uma transmissão automática de nove marchas e um sistema de tração 4×4.

Tivemos a oportunidade de dirigir rapidamente o Tank 700. Certamente é um dos carros mais potentes que já conduzimos no AutoPapo. Mas apesar de todo vigor disponível, sua aceleração de 0 a 100 km/h é de 7,6 segundos.

A razão está no peso de nada menos que 3.180 kg, graças ao motor V6, duas unidades elétricas, transmissão, caixa de transferência, diferenciais eixos cardã e o pack de baterias. Sem contar que é um SUV que utiliza estrutura de chassi sob carroceria.
O conforto impressiona, assim como em um Classe G, o carro transborda tecnologia, com assistentes de condução, que na China utiliza sistema LIDAR, dentre outros refinamentos. A suspensão é a ar, com ajuste de carga.
Na China, o Tank 700 tem preço inicial na faixa dos 520 mil yuans (algo em torno de R$ 415 mil). Por aqui, se fosse lançado hoje, seria bem mais caro, na faixa dos R$ 600 mil a R$ 800 mil, a depender da versão. Mas certamente, bem mais barato que os R$ 2 milhões cobrados pelo grandão alemão.

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