Sedã a gasolina foi completamente destruído pelas chamas na China de forma misteriosa; sem cobertura, proprietário ainda terá que pagar por danos na via
Um sedã compacto da fabricante MG Motor, um MG5 a combustão, foi totalmente consumido por um incêndio na noite do último dia 17 de maio, enquanto estava estacionado em uma via pública da cidade de Ningbo, na província chinesa de Zhejiang. Até o momento, as autoridades de segurança locais e a montadora não emitiram um laudo pericial ou declaração oficial detalhando as causas do incidente.
O veículo envolvido na ocorrência é a versão tradicional movida a gasolina do sedã, um projeto distinto da perua elétrica comercializada globalmente como MG5 EV. Registros em vídeo e fotografias compartilhados por moradores nas redes sociais chinesas, como WeChat e Rednote, revelaram que as chamas se concentraram inicialmente na cabine e na área do porta-malas. A dinâmica do fogo sugere que a ignição pode ter começado fora do compartimento do motor, fugindo do padrão habitual de falhas mecânicas frontais.
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O incêndio resultou em perda total, reduzindo o automóvel praticamente ao chassi calcinado. Adquirido há cerca de dois anos, o sedã não possuía cobertura de seguro contra danos materiais. Além da perda do bem, a ausência de uma apólice comercial de responsabilidade civil deixa o dono vulnerável a custos adicionais. O seguro veicular obrigatório na China oferece uma cobertura máxima de apenas 2.000 iuanes (aproximadamente R$ 1.400) para danos a terceiros, valor que pode ser insuficiente para reparar os estragos causados à vegetação e ao patrimônio no entorno.










O episódio agrava o momento de escrutínio sobre a confiabilidade do MG5. O modelo já enfrentava fortes questionamentos no mercado internacional desde 2023, quando recebeu a inédita nota zero nos testes de colisão do ANCAP (órgão de segurança viária da Australásia) devido a graves deficiências na proteção estrutural.
No cenário doméstico, o caso reaqueceu o debate público sobre o risco térmico de carros a combustão em comparação aos veículos elétricos. Incidentes recentes envolvendo modelos a bateria, como o Wuling Binguo e o Xiaomi SU7, haviam monopolizado as discussões sobre segurança, pressionando os reguladores governamentais a anunciarem um novo padrão de testes para baterias previsto para julho de 2026.
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