Equipados com sistema HEV, CS75 Plus e Eado oferecem até 44,2% de eficiência térmica e IA avançada para tentar recuperar participação de mercado
A Changan expandiu seu portfólio de eletrificados na China com o lançamento do SUV CS75 Plus e da quarta geração do sedã Eado, ambos equipados com o sistema híbrido BlueCore HEV. Os modelos chegam como uma aposta estratégica para recuperar espaço no mercado asiático, aliando preços agressivos a um pacote tecnológico focado em inteligência artificial e alta eficiência térmica.
É uma notícia que interessa diretamente aos brasileiros, pois CS75 já vem sendo testado no país há algum tempo. As unidades que rodam camufladas por aqui são prévias às novidades de agora, mas podem, naturalmente, integrar o catálogo da Caoa Changan no futuro.
Sob condições promocionais, o sedã parte de 79.900 iuanes (cerca de R$ 60.000). Já o SUV tem preço inicial de 109.900 iuanes (R$ 82.500). Os dois veículos compartilham a mesma arquitetura de bateria de íons de lítio com capacidade de 1,7 kWh.
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A diferença no desempenho entre os modelos decorre da calibração e do conjunto mecânico de combustão. O Eado HEV é equipado com motor 1.5 aspirado acoplado a um propulsor elétrico de 217 cv, em combinação que resulta em um consumo urbano declarado de apenas 33,6 km/l. O CS75 Plus, de porte mais robusto, traz um propulsor 1.5 turbo associado a um motor elétrico de (245 cv.








Ambos os veículos utilizam o sistema híbrido com injeção direta de 500 bar. O gerenciamento de energia é parametrizado por inteligência artificial, em engenharia que garante ao sistema mecânico uma eficiência térmica de pico de 44,28%.








No interior, a fabricante priorizou a digitalização: o CS75 Plus oferece um painel com três mostradores — destacando uma tela de 12,” exclusiva para o passageiro —, enquanto o Eado adota uma configuração dupla. O sistema operacional TianShu OS é padrão de fábrica e traz comandos de voz processados pela tecnologia da DeepSeek, além de atuar de forma paralela a recursos de assistência à condução, como piloto automático em rodovias e estacionamento autônomo.
A ofensiva nos híbridos convencionais ocorre em um momento comercial delicado para a empresa na China. Em abril de 2026, a Changan amargou uma queda de 51% nas vendas domésticas na comparação anual, limitando sua fatia de mercado a meros 2,2%. Com a expansão da linha, a montadora busca reconquistar o consumidor combinando eficiência energética e sofisticação.
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