Modelo estreia primeiro na Europa combinando motor 1.5 ao propulsor elétrico com total de 209 cv; chegada ao Brasil deve ocorrer em breve
A fabricante chinesa BYD confirmou a chegada do novo Dolphin G DM-i, a inédita versão híbrida plug-in do hatch que estreia na Europa ante de chegar ao Brasil. Desenvolvido para atuar no competitivo segmento dos hatches compactos, o modelo deve ter como principal trunfo uma autonomia combinada superior a 1.000 km, alcançada pela junção do tanque de combustível tradicional com uma bateria recarregável.
Os preços serão oficializados durante o lançamento em junho de 2026, com entregas aos consumidores agendadas para o outono europeu. A estratégia da montadora visa atrair clientes que desejam a economia da rodagem elétrica no uso cotidiano urbano, mas buscam a segurança e praticidade do motor a combustão para percursos rodoviários mais extensos.
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Visualmente, a variante híbrida afasta-se um pouco de seu equivalente elétrico. A dianteira adota faróis mais estreitos, entradas de ar ativas e passagens de fluxo aerodinâmico integradas ao para-choque. As laterais receberam maçanetas embutidas, rodas escurecidas e colunas traseiras com acabamento em preto brilhante, o que reforça a percepção visual de um teto flutuante.
No tamanho, o Dolphin G mede 4,16 m de comprimento e 1,82 m de largura. Na prática, o veículo encolheu 13 cm no comprimento, mas ganhou 5,5 cm de largura frente ao Dolphin 100% elétrico vendido no continente. A cabine preserva o foco tecnológico, oferecendo acabamento integralmente escurecido, central multimídia flutuante e um sistema de câmeras 360°.
Embora a fabricante ainda mantenha os dados sob embargo, o setor automotivo projeta que o hatch herdará o mesmo trem de força do modelo Atto 2 DM-i, equivalente ao Yuan Pro híbrido.
Se a previsão se confirmar, o carro será impulsionado pela combinação de um motor 1.5 a gasolina e uma unidade elétrica, gerando juntos 209 cv. O conjunto deverá utilizar baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP) da própria BYD, com capacidades de 7,8 kWh e 18 kWh. No rigoroso ciclo europeu WLTP, isso garante rodar até 90 km de forma estritamente elétrica, dispensando o consumo de combustível fóssil nas atividades diárias.
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