Novo BYD Dolphin Mini é maior, mais potente e traz visual mais atraente
Maior que o Dolphin Mini nacional e com 150 km/h de velocidade máxima, o hatch elétrico se aproxima do irmão maior, o Dolphin.
Publicado em 13/07/2026 às 10h00
A segunda geração do BYD Dolphin Mini já foi revelada. O carro elétrico mais vendido do Brasil — vendido como Seagull na China e Dolphin Mini no Brasil — teve fotos e ficha técnica registradas no Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT), e já sabemos que ele chegará maior, mais potente e mais rápido do que a versão atual.
O crescimento do carro é o que se destaca: a nova carroceria mede 4,20 m de comprimento, contra 3,78 m do Dolphin Mini vendido hoje no Brasil — um salto de cerca de 42 cm. A distância entre eixos subiu de 2,50 m para 2,65 m, e a largura passou de 1,71 m para 1,81 m. A altura, de 1,57 m, ficou praticamente igual à do modelo nacional (1,58 m). Com as novas medidas, o Dolphin Mini deixa de ser um subcompacto e se aproxima do Dolphin, irmão maior da família.

Sob a carroceria, a potência quase dobrou: o motor elétrico saltou de 75 cv para 129 cv, e a velocidade máxima subiu de 130 km/h para 150 km/h. As baterias seguem do tipo Blade (LFP), fornecidas pela FinDreams, subsidiária da própria BYD. A capacidade e a autonomia da nova geração ainda não constam dos documentos chineses; para efeito de comparação, a versão brasileira usa bateria de 38 kWh e tem 280 km de autonomia pelo Inmetro.
As imagens de homologação mostram uma dianteira com faróis poligonais estreitos, maçanetas embutidas e colunas escurecidas que dão efeito de teto flutuante. Na traseira, as lanternas trapezoidais são ligadas por uma barra que centraliza o logotipo. Entre os opcionais aparecem rodas de 16″ com pneus 205/60 R16.

Segundo a imprensa especializada chinesa, o lançamento no país deve ocorrer até setembro desse ano. O movimento é uma resposta ao avanço de rivais como o Geely EX2 (Xingyuan), que superou o Seagull em vendas na China.
A chegada ao Brasil, no entanto, tende a demorar um pouco mais. A geração atual estreou por aqui em fevereiro de 2024 e só passou a ser montada em Camaçari (BA), em regime SKD, no ano seguinte — investimento que a marca deve querer aproveitar antes de trocar de geração.

Ao mesmo tempo, a BYD está focando cada vez mais no resto do mundo ao invés da China, onde sentiu os efeito da concorrência — e isso vem trazendo novidades ao exterior mais rapidamente. De todo modo, AutoPapo espera que o na 2ª geração do BYD Dolphin Mini desembarque no ano que vem. A BYD ainda não confirmou planos para o mercado nacional.
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Mais atraente só se for pra quem tem mau gosto igual o do último comentário. Feia deve ser a mãe dele. O bom do mini era ser grande por dentro mas mini por fora fácil de estacionar no centro e em vagas apertadas de condomínios. Fácil de conduzir em ruas estreitas. Se eu quisesse um carro grande eu comprava um Song Pro caracas…
Agora está lindo.
Pergunta que não quer calar:
Por que a maioria dos carros elétricos são feios?
