Estudo mostra quais modelos de motos tiveram menor desvalorização e mantêm maior valor de mercado após um ano de uso
Pensa no futuro de um veículo também é saber quanto ele valerá depois de algum tempo adquirido. Para os mais preocupados, a Agência Autoinforme publicou um estudo destacando as motos com maior valor de revenda de 2026.
O levantamento analisou 222 modelos vendidos no mercado brasileiro e revelou quais motos apresentaram menor índice de desvalorização no período. O estudo faz parte da 10ª edição do Selo Maior Valor de Revenda Motos, referência no setor automotivo quando o assunto é liquidez e valorização no mercado de usados.
VEJA TAMBÉM:

A campeã geral foi a trail Honda XRE 300 Sahara, com apenas 1,9% de depreciação após um ano de uso. Na prática, isso significa que o proprietário conseguiu recuperar quase todo o investimento na hora da revenda da moto.
Segundo a pesquisa, fatores como confiabilidade, rede de concessionárias, facilidade de manutenção e aceitação no mercado influenciam diretamente na valorização das motocicletas seminovas.
Confira abaixo as motos que registraram os menores índices de desvalorização:
| Posição | Moto Categoria | Desvalorização | |
|---|---|---|---|
| 1 | Honda Sahara 300 | Trail | -1,9% |
| 2 | Yamaha YBR 125i Factor | Street | -2,3% |
| 3 | Kawasaki Ninja 300 | Sport até 800 | -4,0% |
| 4 | Kawasaki Versys-X 300 | Crossover até 500 | -4,1% |
| 5 | Honda PCX 160 | Scooter até 300 | -4,2% |
| 6 | Honda ADV 160 | Scooter até 300 | -4,4% |
| 7 | Yamaha FZ25 Fazer | Street | -4,5% |
| 8 | Honda CG 160 | Street | -4,9% |
| 9 | Honda TRX 420 FourTrax | ATV | -5,2% |
| 10 | Harley-Davidson Road Glide | Touring | 5,5% |
Na prática o índice de depreciação ínfimo da XRE300 Sahara representa uma proteção ao investimento do ponto de vista financeiro, e posiciona o modelo como um bem de consumo desejado e claramente adequado à sua proposta: uma trail leve, versátil, moderna, que se impôs pela qualidade de seu projeto resgatando um nome histórico do mercado motociclístico nacional”, afirmou a Honda em declaração sobre a boa performance no levantamento
A Honda Brasil foi a fabricante com maior destaque no levantamento. Além da liderança geral com a Sahara 300, a marca apareceu entre os modelos mais valorizados em diversas categorias, incluindo scooters, motonetas, trails e naked.
Modelos como a Honda CG 160 e a Honda PCX 160 continuam entre as motos mais procuradas do país, algo que impacta diretamente na liquidez e no valor de revenda.




Estes três modelos da marca estão entre as motos mais vendidas pela marca no Brasil.
A Yamaha Motor do Brasil também teve forte presença no estudo. A principal vitória veio com a Yamaha YBR 125i Factor, campeã da categoria Street com apenas 2,3% de desvalorização.
A fabricante ainda venceu em outras categorias importantes, como:




Kawasaki, Triumph e Royal Enfield aparecem entre os destaques
A Kawasaki foi uma das que mais surpreendeu pelo seu desempenho relevante. Modelos como a Kawasaki Versys 650, Kawasaki Z650RS, Kawasaki Ninja 300 a Kawasaki Ninja ZX-10 ficaram entre os menos desvalorizados.

Destaque para a Ninja 300, que em terceiro lugar do ranking representa a japonesa como uma pequena conceituada há anos no mercado. Custando seus R$ 29.49, ela não tem uma valor tão elevado quando comparada a concorrentes e oferece um conjunto premium e completo para a categoria.
Já a Triumph Motorcycles Brasil apareceu entre os destaques com modelos como a Triumph Tiger 660 Sport e a Triumph Speed Twin 900.




A Royal Enfield Brasil também chamou atenção no segmento custom, com a Royal Enfield Meteor 350 e a Royal Enfield Super Meteor 650 entre as melhores em valor de revenda.




Segundo a AutoInforma, o estudo mostrou uma mudança no perfil do consumidor brasileiro, que passou a considerar não apenas o preço de compra, mas também o custo total de propriedade da motocicleta.
Por estes fatores, modelos clássicos das marcas japonesas continuam no topo, mas as novidades indianas e inglesas de valor mais acessível também aparecem na categoria.
👍 Curtiu? Apoie nosso trabalho seguindo nossas redes sociais e tenha acesso a conteúdos exclusivos. Não esqueça de comentar e compartilhar.
|
|
|
|
X
|
|
|
Siga no
|
||||
Ah, e se você é fã dos áudios do Boris, acompanhe o AutoPapo no YouTube Podcasts:
Podcast - Ouviu na Rádio
|
AutoPapo Podcast
|
Pode parecer que estou jogando contra os motociclistas. Mas a gente tem que pensar num jeito URGENTE de reduzir os acidentes com motos. Só na cidade do Rio foram 11.000 atendimentos relacionados a acidentes com motos nos primeiros 4 meses de 2026! E as lesões são cada vez mais severas, o sujeito passa meses pra se recuperar, se tiver sorte. Mais que dar um Google e se apavorar com os números, fique algumas horas na entrada de uma emergência médica municipal e veja com seus próprios olhos o número de acidentados que chegam numa manhã.
Campanhas maciças de Educação? Tolerância Zero para ‘motoqueiros’ que avançam sinais, andam na contramão, sem capacetes ou placas? Faixas exclusivas? Limitador de velocidade eletrônica em troca de isenção de IPVA? Imposto maior sobre motos a fim de pesar no bolso tb. Os fabricantes estão vindo com força total mas nosso SUS sobrecarregado com acidentados. Esse custo eles nao colocam no preço mas todos nós pagamos a conta ao ver que cerca de R$ 2 bilhões anuais estão indo pra cuidar deles e deixar os leitos ocupados.
CHEGA!!!
Neste sábado passado morreu um casal na BR 354 a Rodovia da Morte em MG, trecho Campo Belo a Formiga MG. Falta de atenção de uma motorista, entrou de repente na frente do motociclista saindo de uma vicinal. O que tem acontecido de acidente nesta rodovia, a imprudência de caminhoneiros e motoristas em geral. O fluxo de caminhão, carreta, Bitrem é maior que na Fernão dias e nem acostamento tem.