Fim do câmbio automatizado: já vai tarde!

O abominável câmbio automatizado está sendo abandonado por todas as fábricas. Mas, cuidado: ainda está em usados e alguns novos mais baratinhos...

Por Boris Feldman23/03/19 às 09h00

O mercado brasileiro reagiu dezenas de anos contra o câmbio automático, que ganhou fama (não sem razão) de difícil manutenção, preço elevado dos componentes (importados) e aumento de consumo.

Na década de 90, com a volta da importação, os carros automáticos mais modernos foram derrubando o tabu e o motorista começou a perceber sua vantagem, principalmente seu conforto e praticidade no trânsito urbano sempre engarrafado, que exige um constante aperta e solta o pedal da embreagem.

“Mãozinha” e “pezinho”

Mas o custo do automático limitava sua aplicação, restrita a automóveis maiores e mais sofisticados. A eletrônica trouxe uma solução para eliminar o pedal de embreagem de modelos compactos e mais baratos: o câmbio automatizado.

A caixa é exatamente igual à manual, porém controlada por um computador que “percebe” as necessidades de mudanças das marchas e aciona, hidraulicamente ou eletricamente, braços que acionam a embreagem e a alavanca de marchas. Como se fossem uma “mãozinha” e um “pezinho” escondidos.

O câmbio automatizado (ou robotizado) custa menos que o automático, é mais leve e reduz o consumo de combustível, pois  não tem o conversor de torque que substitui a embreagem nos automáticos. Porém foi derrubado por uma desvantagem: a mudança de marchas não se faz de forma confortável (ou macia), mas aos “soluços”. Ou trancos….

O sistema ganhou, no Brasil, nomes diversos: Dualogic na Fiat, I-Motion na VW, Easytronic na GM (logo apelidado de “Easytranco”) e Easy´R na Renault.

A Ford optou por outro sistema, bem mais caro e sofisticado, chamado Powershift, com duas embreagens e de funcionamento tão suave quanto o automático. Mas, um erro de projeto provocou vazamento de óleo e dor de cabeça para usuários, concessionários e fábrica, no mundo inteiro.

Logo apelidado de “powershit” (shit, merda em inglês), a marca decidiu abandoná-lo. Solução semelhante existe no grupo Volkswagen, que o chama de DSG (embreagem dupla, em alemão) mas apenas aplicado em veículos mais sofisticados. Marcas asiáticas também utilizam o sistema da dupla embreagem, sem problemas.

Quem ficou com automatizado?

Com a reação negativa do mercado e o custo decrescente do automático convencional (a japonesa Aisin, da Toyota, produz atualmente dezenas de milhões de unidades anualmente), os modelos brasileiros, mesmo os mais baratos, passaram a oferecer esta opção. VW, Fiat, Ford, GM e Renault abandonaram o automatizado. Hyundai, Kia e Toyota jamais o utilizaram.

O Powershift da Ford está hoje apenas nos modelos em fim de linha da marca: Fiesta e Focus. Mas não no  Ka, lançado com o automático . Na Fiat, apenas o Mobi, com uma versão um pouco melhorada do Dualogic, chamada GSR, ainda tem essa opção. Apesar do pomposo e sonoro nome em inglês (Gear Smart Ride) e da escolha de marchas por botões no console,  os trancos só arrefeceram um pouco…

Os recém-lançados Argo e Cronos também mantem o GSR nas versões 1.3, mas migrou para o automático nas demais. Na Volkswagen, só up! e Fox contam com o I-Motion, todos os outros já adotaram o automático.

Câmbio automatizado GSR ainda dá tranco
Câmbio automatizado da Fiat, o GSR

Vale a pena comprar um usado automatizado?

E os usados? Continuam rodando no Brasil milhares de carros com o automatizado. Problema para comprar um deles? Há registro de reclamações contra defeitos em todos eles, nada grave, em geral. Um test-drive pode ser suficiente para se perceber algum problema de funcionamento, além do tranquinho de sempre.

Exceção do Powershift, muito problemático e que obriga o dono a levá-lo sucessivas vezes à oficina. Na compra de um usado da marca, é conveniente verificar se conta com a garantia estendida concedida pela fábrica para Fiesta, Ecosport e Focus.

Fiat Cronos Drive 1.3 GSR: automatizado vale a pena? Testamos e respondemos!

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39 Comentários
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    Rafael gregolate 30 de julho de 2019

    Tenho um grand Siena 2016 1.6 câmbio dialógico, já aos 66.000 kms apos o termino da garantia, o carro simplesmente parou não mudava nenhuma marcha, levei até o concessionário e não me garantirao nada, paguei todo o serviço, o robô disco de embreagem platô e óleos,e mão de obra, cerca de 4.000.00 mil reais, pasmem os srs, o Grand Siena esta agora com 80.000,00 mil km e esta novamente apresentando os mesmos problemas, levei novamente a concessionário,me telefonaram dizendo que se o disco estiver queimado a culpa é minha porquê eu não sei dirigir,hoje é 30/07/19 se a resposta da concessionária amanha, se disserem que o problema do carro realmente é meu vou chamar a Polícia e fazer um boletim de ocorrência, vou ver meus direitos e procurar o procom a concessionário é a alpinia rib preto SP.

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    Odil 23 de julho de 2019

    Como comentou o colega Bruno Rafael, o maior problema dos automatizados está atras do volante. Muitos avaliadores dos canais automotivos, ou avaliam conforme opinião de quem não se adaptou ao sistema automatizado, ou simplesmente não dirigiram o carro por tempo suficiente para se acostumar com as características. Dizer que o carro dá “tranquinhos” nas trocas de marcha é um exemplo. Se pisar como num carro com câmbio automático, encontrará sim algum incômodo, da mesma maneira que terá incômodo na troca de marchas de um cambio manual, sem tirar o pé do acelerador. Deu para entender? O motorista deve se acostumar com o carro e utilizar os “truques” para extrair o máximo de conforto e economia desse sistema. Do mesmo modo, que um motorista que não está acostumado com um câmbio automático deve se acostumar com truques para ladeiras íngremes. Eu estou adorando os 10mil km no meu Cronos e testei os concorrentes antes da escolha.

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    Ricardo 23 de julho de 2019

    Nunca pensei que eu fosse ler tanto e ver tantos videos no youtube sobre o cambio gsr… e, graças aos testes drives que fiz, nao achei tao desconfortavel quanto falam e encenam nos videos (vale lembrar que, também, li e assisti muita gente falando bem do cambio). Ressalto também que meu carro anterior era um manual… Porem, estou muito feliz com o cambio, com a economia. Assim como numa manobra a gente percebe o tamanho do carro, começamos a entender seu funcionamento num todo, inclusive o do cambio. Para quem sai de um manual e pega um automatizado, ri até as orelhas… e concordo que os automaticos sao muito mais precisos, mas convenhamos, o GSR não é esse monstro que pintam por aí… os demais, já nao sei…

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    Bruno Rafael 22 de julho de 2019

    acho que o problema dos automatizados são as pecinhas atras do volantes, tenho um stilo 08/09 82km nunca estragou, como eu disse, problema é a pecinha atras do volante

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    Bruno 16 de junho de 2019

    Tudo depende do poder aquisitivo do brasileiro!! Se por um lado o câmbio automático era repelido porque faltava dinheiro na hora da compra ou por outro motivo qualquer, o automatizado veio preencher um espaço que os brasileiros realmente esperavam. Fácil fazer comparações com países de primeiro mundo onde o salário mínimo é muito superior ao nosso. Onde o custo de um veículo é bem menor do que no Brasil. Certo que montadoras de ponta utilizam o automatizado de dupla embreagem que são praticamente automáticos. Eu não me importo de utilizar um automatizado, pelo contrário, tenho hoje um gol 1.6 que faz na estrada com ar ligado 15/ km rodado. Nunca terei essa marca em nenhum automático. Já tive vários Civics etc. Acho que quem repele o automatizado deveria gastar o dobro pra não ficar insatisfeito.

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    Paulo R Santos 31 de maio de 2019

    Estou para comprar um Up move automatizado 2016, o que vc acha desse modelo de câmbio no Up?

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    Alexandre 24 de maio de 2019

    Percebendo a qualidade e alto nível técnico do autor, gostaria de perguntar se em um câmbio dualogic em modo “automático” sofre avaria no seu “robô” se eu antecipar a troca de alguma marcha (como se estivesse no modo manual). Grato

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    Pedro 18 de abril de 2019

    O povo fala mal de câmbio automatizado porque aqui no Brasil só tem porcaria…
    Salvando o DSG da Volkswagen e agora o automatizado da New Tucson ambos de dupla embreagem…. Marcas como Porsche, Ferrari e etc… Tem automatizados!!!
    O carro reponde muito melhor que automáticos…
    Nesses automatizados uma embreagem fica por conta das marchas pares e a outro por conta das marchas ímpares….

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    Angelo 28 de março de 2019

    Fim do câmbio automatizado: já vai tarde!
    Obrigado Sr. Boris por ter publicado sobre esse tipo de problema que davam em câmbios automáticos em específico da linha Ford Focus. Estava pensando em comprar um Ford Focus automático, e ao ver a publicação, se eu não me engano em 2017 para 2018, resolvi e comprei um com câmbio manual mesmo.

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    Luis Claudio Dias dos Santos 28 de março de 2019

    Pra complementar e finalizar.

    O carro que eu queria na vida é um carro com câmbio somente manual, mas com trocas por borboletas no volante, e com embreagem (eu disse embreagem, “embreagem”, EMBREAGEM!) automatizada, à la o Mercedes classe A que era feito em Juiz de Fora.

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    Luis Claudio Dias dos Santos 28 de março de 2019

    Do texto: “a japonesa Aisin, da Toyota, produz atualmente dezenas de milhões de unidades anualmente”

    Segundo a wikipedia a holding Toyota tem 30% da Aisin Seiki.

    https://en.wikipedia.org/wiki/Aisin_Seiki

    Isso, sob qualquer ótica, não permite citar que a Aisin é “da Toyota”.

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    Luis Claudio Dias dos Santos 28 de março de 2019

    A grande verdade ninguém diz: homem de verdade (e vejam nos comentários que só homem vem ler isso aqui) usa câmbio manual. Querer parar de trocar no trânsito é frescurinha de boiolas.

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    Rafael 28 de março de 2019

    Acho engraçadim o pessoal que dançou com essa joça empacada na garagem vir aki tudo com mimimi,kkk Fui!

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    Reinaldo Ferreira 28 de março de 2019

    O câmbio GSR, melhorou muito, ainda não é tão bom quanto o automático convencional, porém quando se tem a opção de trocar as marchas manualmente nas borboletas atrás do volante ele é perfeito, simplesmente desaparece os soluços e o consumo de combustível permanece igual ou melhor que um câmbio manual. Pelo menos foi o que tenho notado em meu Mobi GSR.

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    Fernando Vechio 27 de março de 2019

    Acho que este Boris tem problema.
    Vive criticando os automatizados, em especial o power shift sem se atualizar da solução e o verdadeiro motivo por negligencia da propria ford e não pelo projeto em si….
    Pois saiba que a mais de 3 anos a new Tucson vem com o tal dual clotch que nada mais é que de dupla em embreagem sem nenhum tipo de problema ?
    Agora a Caoa cherry com o TIGO 5 E 7 também com o mesmo tipo de cambio e esta é um dos atrativos e qualidade dos modelos, inclusive já elogiado pelo proprio Boris.
    Acho que este senhorzinho deveria se aposentar mesmo, já não consegue mais se atualizar e prefere se manter na posição de conforto falando besteiras

    • Boris Feldman
      Boris Feldman 28 de março de 2019

      Fernando,

      Talvez você não tenha percebido que, ao criticar o câmbio automatizado, eu me referia especificamente aos monoembreagem. O câmbio robotizado de dupla embreagem (DSG da VW, Powershift da Ford, PDK da Porsche e outros) podem ser considerados como o “estado da arte” do câmbio automático. Infelizmente, os engenheiros da Ford escorregaram no projeto do Powershift e o câmbio saiu com problema de vazamento de óleo. Porém os outros de dupla embreagem são excepcionais e, para seu governo, eu já rodo há muitos anos, e até hoje, com automóveis com câmbio DSG. E jamais tive nenhum problema.

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    Acacio 25 de março de 2019

    Tive um Focus Fastback Titanium 2016 e posso afirmar com toda certeza: Foi o melhor cambio que já desfrutei. DIVERTIDÍSSIMO… Concordo com o Antonio Lima. Uma pena a Ford abandoná-lo.

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    Lauro 25 de março de 2019

    Eu tenho o meu fiat bravo a 3anos e com 77Mkm nunca de problemas. É gostoso de dirigir principalmente no modo manual (borboleta ou alavanca) e durante as reduçoes (freio motor forte). É cambio para motorista que “pensa” (qual marcha mais adequada na situaçao) e dirige prestando atençao. Coisa raro hj em dia no transito.

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    Alex 25 de março de 2019

    Tive um Grand Siena Dualogic, por 4 anos sem nenhum problema com o cambio, o que incomodava era a imprecisão da troca de marchas que eu corrigia com a troca de marchas pelas borboletas que tinha no volante, o incomodo era maior principalmente em subidas que ele ia em primeira e não trocava nem a pau para segunda, mas fazia essa troca manualmente nas borboletas, fora isso nunca tive nenhum problema mecânico com esse cambio.

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    Cláudio Oliveira 24 de março de 2019

    Tenho um Corolla 2018/2019, o CVT dele é sem tesão, não dá gosto de dar aquelas cutucadas no acelerador esperando uma reduzida e aquela colada com as costas no banco, já o Tracker da minha esposa 2017/2018 tem o motor 1.4 Turbo com o câmbio automático de seis marchas da GM, esse sim dá prazer em cutucar o acelerador, infelizmente o mercado está voltado para os CVTs, mas no meu próximo carro, se eu puder escolher um automático, escolherei. Agora desculpem-me os proprietários dos automatizados, isto foi erro de projeto, temos um companheiro de trabalho que comprou uma Meriva com a droga do Easytronic, somos taxistas, o carro dele não saia da concessionária, dava até dó, o cara ficou traumatizado, se falar em automático para ele o cara xinga, ele tem uma Spin manual atualmente. Abraços.

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    Cícero Jr 24 de março de 2019

    Boa tarde amigos que gostam do sistema dualogic!
    Tenho um Punto 1.8 dualogic ano 2011 etorq, está com 156 mil km e a primeira manutenção no sistema foi com 140 mil km….com um mecânico honesto você não terá problemas! Só para informação…a embreagem é original!
    O problema é o sistema dualogic ou o lugar que levam?
    Att.

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      Evandro 24 de março de 2019

      Verdade.

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    EUGENIO VIEIRA 24 de março de 2019

    Vocês não avaliaram nunhum GSR. Como podem emitir uma opinião tão desfavorável?

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      Evandro 24 de março de 2019

      Verdade.Tenho um Grand Siena Dualogic 2013 com 112000 km e não tenho o que reclamar.
      Considerando o tipo de carro e valor é show.
      Há sim uma pequena demora na troca, porém nada relevante.
      Econômico, trocas suaves quando sabe operar esse tipo de câmbio e tem uma velocidade final excelente, dando tudo que marca 220 km/h.
      Fácil e barato de mexer quando o profissional é preparado e honesto.

    • Felipe Boutros
      Felipe Boutros 25 de março de 2019

      Olá, Eugenio. Não escrevemos matéria sem embasamento. No fim da matéria, por exemplo, tem um vídeo no qual avaliamos um Cronos 1.3 GSR.

      Obrigado e a braço

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    Eugenio Vieira 24 de março de 2019

    É o fim da picada. O que o preconceito com coisas novas pode fazer. Mais um canal demonizando os automatizados injustamente. Ou não Sabem dirigir ou nunca dirigiram um. Nós tempos de racionalidade é uma pena pois além de ser muito mais econômico é mais barato. É a guerra comercial.

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    Wilson 24 de março de 2019

    Possuo um sandero expression easy r 2015 e nunca tive esses problemas que os experts vivem falando. Carro com trocas macias e aos 69 mil km nunca apresentou qualquer tipo de problema continua como novo. Manutenção zero. Não dá para ser melhor que isso.

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      Fernando 25 de março de 2019

      Boa tarde.,
      Tive um fox imotion, infelizmente não tive sorte em 5 anos quebrou 3 x e na última gastei R$ 3500,00 não quero nunca mais.

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    Antonio Lima 23 de março de 2019

    Tive um EcoSport powershiht por cinco anos. Sim passou pelo recall do câmbio, mas peguei a manha e não deu mais problemas, sabendo usar não vai trepidar e em matéria de funcionamento no trânsito, essa dupla embreagem deixou muita saudades. Foi o câmbio mais preciso e mais divertido que já usei, e olha que por força do meu trabalho, posso dizer que conheço todos os câmbios do mercado. Pena que ao invés da Ford arranjar uma solução p a trepidação, resolveu tirá-lo de linda… E perdemos o câmbio mais divertido do mercado.

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      EUGENIO VIEIRA 24 de março de 2019

      Todos os automatizados são mais divertidos que os automáticos. Coisa chata é o CVT

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      Eugenio Vieira 24 de março de 2019

      É o fim da picada. O que o preconceito com coisas novas pode fazer. Mais um canal demonizando os automatizados injustamente. Ou não Sabem dirigir ou nunca dirigiram um. Nós tempos de racionalidade é uma pena pois além de ser muito mais econômico é mais barato. É a guerra comercial.

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    KARLO 23 de março de 2019

    Eu tenho um Bravo com Dualogic e em 6 anos nunca tive que mexer no cambio para absolutamente nada.
    Funciona bem e sem esses trancos que os “experts” que nunca usaram falam tanto.

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      EUGENIO VIEIRA 24 de março de 2019

      Concordo plenamente

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      Thiago Lopes 25 de março de 2019

      Tive um Bravo automatizado por 3 anos. O carro é excelente, o melhor custo benefício do mercado, quando comprado usado. O usuário do câmbio automatizado tem de entender que é diferente de dirigir, comparado ao manual e ao automático convencional. Está no meio do caminho entre os dois. No meu caso, resolveu minha vida de não ter de trocar a marcha no trânsito caótico de São Paulo, sem eu ter de desembolsar uma fortuna por um carro automático.

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      Lauro 25 de março de 2019

      Eu tenho o meu fiat bravo a 3anos e com 77Mkm nunca de problemas. É gostoso de dirigir principalmente no modo manual (borboleta ou alavanca) e durante as reduçoes (freio motor forte). É cambio para motorista que “pensa” (qual marcha mais adequada na situaçao) e dirige prestando atençao. Coisa raro hj em dia no transito.

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    WENDELCERUTTIDASILVA 23 de março de 2019

    seria economicamente viavel retirar o automatizado e colocar um manual ?

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      Julio 24 de março de 2019

      Caso seja necessário trocar a mecatrônica do câmbio automatizado é mais vantajoso e barato trocar por um manual normal. A maioria dos que compraram a Chevrolet Meriva Easytronic trocou pela caixa manual convencional.

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      Júnior 24 de março de 2019

      Não é bom fazer essa adaptação o correto é levar em oficina especializada e fazer a correta manutenção necessária o automatizado funciona muito bem quando tem manutenção correta.

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    Sergio 23 de março de 2019

    Esse câmbio é uma variante do robotizado q inventaram pra ônibus e caminhões? Há + ou – 25 anos, eu li em uma revista, pela primeira vez sobre a automatização das caixas de veículos pesados diesel acima de 5 marchas. Eu não acompanhei a trajetória, mas acho q só eliminavam o desgaste de pisar na embreagem e ter uma alavanca mecânica, pois no lugar do câmbio tradicional, vinha um console q mais parecia um joystick com um cabo elétrico.

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