Gasolina com mais álcool: testes do governo são insuficientes, alertam especialistas

Meta de aumentar o percentual de etanol 32% na gasolina necessita bateria de testes de longa duração e prazo de pelo menos três anos para validação

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Percentual de etanol no litro da gasolina vai aumentar novamente sem estudos de longa duração (Foto: Shutterstock )
Por Marcelo Jabulas
Publicado em 12/04/2026 às 09h00

O governo federal anunciou que elevará ainda mais o percentual de etanol na gasolina. Atualmente em 30%, a mistura deve chegar a 32% até o fim do semestre. Para isso, são necessários ensaios que atestem que a mudança não comprometerá os motores da frota circulante. A pergunta que fica é: haverá tempo hábil para todos os testes com a chamada gasolina E32?

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Para responder a essa questão, consultamos engenheiros e executivos. A resposta é categórica: não dá tempo. De acordo com Erwin Franieck, conselheiro do Comitê de Fontes Renováveis de Energia da SAE Brasil, este é um processo de médio e longo prazo.

“No passado, fazíamos esses ensaios para uma adequação que ocorreria daqui a três anos, não de um dia para o outro. Até o final do semestre, é impossível atestar que a nova mistura (E32) é segura para toda a frota. Não há problema em aumentar o percentual de álcool, desde que se conceda um prazo de três ou quatro anos para a realização de todos os testes”, analisa.

inspeção veicular dos componentes do motor do carro
Testes feitos para validar novo percentual de etanol na gasolina não envolvem estudo da durabilidade (Foto: Shutterstock)

Na mesma linha, Rogério Gonçalves, diretor de Combustíveis da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), afirma que o prazo permite apenas testes superficiais, o que não seria o correto.”Para realizar testes iguais aos feitos para o E30 (pelo Instituto Mauá em 2025), o tempo é suficiente, pois eles não incluíram durabilidade. Foram avaliados aceleração, emissões, dirigibilidade e ataque de materiais, sem problemas detectados. Mas a AEA alertou sobre a necessidade de testes de longa duração”, afirma.

Mas é possível exigir tal teste? Segundo Gonçalves, atualmente não há uma metodologia para durabilidade, apenas para emissões de longa duração, exigidas dos fabricantes. “Eles precisam rodar 160 mil quilômetros e verificar o nível de degradação de emissões para validação junto à Cetesb e ao Ibama, mas falta uma padronização da ABNT para durabilidade”, explica.

Quem sofrerá com o E32?

Hoje, cerca de 80% da frota de automóveis de passeio e comerciais leves é composta por modelos flex. Contudo, ainda há um grande percentual de veículos movidos exclusivamente a gasolina: carros antigos, modelos importados não totalmente tropicalizados e uma frota de motocicletas que supera 35 milhões de unidades — muitas das quais não suportam etanol.

“O problema reside nos modelos antigos a gasolina, nos importados e no setor de motos, que são mais sensíveis. Além disso, os testes devem considerar até 34% de mistura, pois há uma tolerância de 1% nas distribuidoras e mais 1% nos testes laboratoriais”, alerta Gonçalves.

Erwin Franieck ainda chama a atenção para os motores a gasolina com injeção direta (GDI), que podem apresentar falhas graves. Segundo o especialista, esses motores são calibrados para uma pressão muito superior à suportada pelo etanol.

Injeção direta de gasolina (Foto: BMW | Divulgação)
Sistema de injeção direta de gasolina tem problema com aumento de etanol (Foto: BMW | Divulgação)

“Motores GDI projetados no exterior trabalham com pressões de 350 bar, enquanto a pressão suportada pelo etanol é de 100 bar. Assim, um motor de injeção direta e turbo feito para gasolina irá sofrer se abastecido com tanto álcool. Quem possui um carro com essa tecnologia tem motivos para se preocupar com a gasolina E32”, alerta o engenheiro.

O olhar do fabricante

Do outro lado do balcão, executivos de montadoras admitem que a realidade dos combustíveis no Brasil é preocupante.”Hoje já não usamos gasolina pura; um terço da composição é outra substância. Com 30%, motores exclusivamente a gasolina já estão no limite. Eles apresentarão dificuldades de partida no inverno e componentes como filtros e bicos injetores tendem a se desgastar precocemente”, aponta um executivo de uma marca líder, sob condição de anonimato.

Ele corrobora o parecer dos engenheiros da AEA e SAE: donos de carros flex não terão problemas mecânicos, mas sentirão o golpe no bolso devido à menor eficiência energética. “O brasileiro pagará mais caro por um combustível que rende menos. Já quem possui motos ou carros carburados terá problemas crescentes”, garante.

Questionado se a indústria poderia adotar em carros importados o mesmo tratamento anticorrosão dos motores flex, o executivo foi enfático: “A indústria não investe onde não é estritamente necessário. Esses modelos foram projetados para a gasolina de seus mercados de origem. O resultado inevitável é maior consumo e desgaste precoce”.

volkswagen polo track cinza flex abastecendo posto
Maior parte da frota brasileira é de carros flex e prejuízo será ‘apenas’ no bolso (Fotos: Volkswagen | Divulgação)

Em suma, quem possui veículos não flex — sejam esportivos importados, clássicos carburados ou motocicletas — enfrentará dores de cabeça futuras ao abastecer com um combustível incompatível com o projeto original de seus motores.

O Ministério de Minas e Energia foi questionado se o prazo até o meio do ano seria suficiente para garantir o pleno funcionamento da gasolina E32, mas não retornou até o fechamento desta reportagem.

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17 Comentários
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Marco 15 de abril de 2026

Algum advogado ganharia do governo abrindo processo contra ele caso eu diga que meu carro é antigo e só bebe gasolina pura ? E como o governo não especifica ( na bomba )que a gasolina na vdd não é gasolina e sim um COMPOSTO de combustíveis ( assim como os óleos de oliva com soja entre outros. …e pra finalizar..o que custa pro governo lançar uma.gasolina 100% pura para Os carros abaixo de 1980 ? Nada.

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Half 14 de abril de 2026

DesGoverno federal buscar autenticar o que já acontece nos postos… Aprova logo gasolina batizada com 50% de etanol…. afinal é batizado mesmo… e baziam o etanol com agua de torneira…. 10 a 15%, eh agua pra causar até calco hidráulico no motor… normal…

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Carlos Chabuh 13 de abril de 2026

Gostaria de uma explicação sobre o preço dos combustíveis subiu o preço do diesel, o da gasolina e porque aumentou tanto o pré do etanol afinal o etanol não é produzido no Brasil ou a cana de açúcar também é importada dos países em guerra

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Reynaldo 14 de abril de 2026

Quando você tiver acesso aos governantes e puder fazer favor $$$$ para eles, eles fazem tudo o que você deseja. Nossa cana de açúcar de origem africana tem custo sueco. Nós somos os ot@rios na história sempre e tem gente que ainda passa pano para b@ndido.

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Half 14 de abril de 2026

Verdade. Só resta fazer o L…. BraSil: Rumo ao narconestado de faccoes.

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Reynaldo 13 de abril de 2026

Parabéns para quem apoia esse governo maldito. Somos roubados por esses inuteis 24 horas por dia.

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Rubens de Camargo Vianna Filho 13 de abril de 2026

Comentário típico de viés de confirmação e falácia de espantalho.
A mistura de etanol à gasolina no Brasil é uma política de décadas, motivada inicialmente por crises econômicas e, mais recentemente, por questões ambientais.
Aqui está a linha do tempo dos principais marcos e governos que moldaram essa mistura:
O Início: Governo Getúlio Vargas (1931)
Embora o uso experimental venha de antes, o marco legal ocorreu no governo de Getúlio Vargas. O Decreto nº 19.717 de 1931 estabeleceu a obrigatoriedade da adição de 5% de álcool à gasolina importada. O objetivo era reduzir a dependência de combustíveis externos e apoiar o setor sucroenergético nacional.
O Grande Impulso: Governo Ernesto Geisel (1975)
Com a crise internacional do petróleo em 1973, o governo militar lançou o Proálcool (Programa Nacional do Álcool).
Ação: O governo começou a elevar e padronizar a mistura para reduzir a balança comercial negativa.
Evolução: Durante o final da década de 70 e início da de 80, a porcentagem variou entre 10% e 20%, dependendo da oferta de cana-de-açúcar.
Consolidação e Flexibilidade (Anos 90 e 2000)
A partir da Lei nº 8.723 de 1993, o governo federal passou a ter o poder de ajustar o percentual de acordo com o mercado.
Governo Itamar Franco: Estabeleceu-se a faixa de 22%, podendo variar entre 18% e 25%.
Governo FHC e Lula: O percentual oscilou entre 20% e 25% para equilibrar os preços do açúcar e do álcool no mercado internacional.
Aumento para os Patamares Atuais (2015 – Hoje)
Governo Dilma Rousseff (2015): Em março de 2015, a mistura da gasolina comum e aditivada foi elevada para 27% (o índice atual), enquanto a gasolina Premium permaneceu em 25%.
Governo Lula (2024/2025): Com a aprovação da Lei do “Combustível do Futuro”, sancionada em 2024, estabeleceu-se um novo teto. A mistura agora pode chegar a 35%, com um piso de 22%.

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Reynaldo 13 de abril de 2026

PQP como tem passador de pano de bandido nesse país. Espantalho é você. Me aponta uma única vez que o batismo de gasolina com etanol baixou os preços. Portanto somos roubados, sim, todos os dias por esses inúteis.
Era 5% para evitar a famosa batida de pino, hoje temos uma gasolina da pior qualidade, e tem energúmeno aplaudindo. Não tô nem aí para quem inventou isso ou para quem deu continuidade, o único objetivo é te roubar.
Deve ser funcionário de alguma usina ou do próprio governo para apoiar uma coisa dessas. Questão ambiental, sim, vai sonhando!!!

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Santiago 13 de abril de 2026

Concordo com você Rubens, e acrescento:
Essa atual escalada do etanol misturado à gasolina, e do biodiesel-soja ao diesel mineral, são diretamente associadas às atuais pressões politicas do Agronegócio e a sua poderosa bancada no Congresso. Não fez o que eles querem, mandam travar as pautas do governo de plantão (seja lá quem for o governante)!!!
No caso do etanol sería mais inteligente baixar a sua mistura na gasolina para o máximo de 20%, e desmantelar a régua artificial que pareou os seus preços aos da gasolina com a chegada dos carros flex. Com o etanol a preços reais e mais em conta, a demanda por ele cresceria naturalmente.
Mas… a tal régua artificial (inicialmente favorável aos distribuidores) foi sendo gradualmente “adotada” pelos usineiros, que estão hoje rindo à toa com lucros antes impensáveis.
Prova disso é que há muito tempo não se ouve mais falar da cotação internacional do etanol sendo sazonalmente mais vantajosa que os preços internos!!!

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Reynaldo 14 de abril de 2026

Pare de passar pano para b@ndido. Me mostre nesse monte de informação inútil que colocou aqui qual foi a vez que a adição de etanol na gasolina barateou o preço. Isso sim é papo de esp@ntalho que não enxerga estar sendo roub@do 24 horas por dia. Adorador de governo é dose… Não sei porque excluíram o outro comentário, deve ser porque desagrada os interessados nessa aberração.

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Rubens de Camargo Vianna Filho 14 de abril de 2026

Exatamente isso SANTIAGO. O papinho com fins de ajudar o meio ambiente e diminuir a poluição com o álcool é uma falácia.
Enormes campos de plantação de cana com desmatamento e desertificação, o resíduo tóxico do processo de produção vinhaça ou vinhoto, a maior parte da poluição vem de empresas de energia e agricultura animal ( Source: Rhodium Group) e não transporte, as condições de trabalho dos bóias – frias tudo com fins políticos e econômicos de grupos específicos, para ajudar usineiros e a bancada agro no Congresso. Concordo com mistura na gasolina para o máximo de 20%.
E a gente ouve há anos a promessa de biocombustíveis e nunca emplacou. Acredito pelo intenso lobby do setor petrolífera.
Por curiosidade, minha mãe ainda tem um WV voyage 92 à álcool somente. E para dar partida, principalmente no frio, é um parto. Rsrsrs

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Rubens de Camargo Vianna Filho 14 de abril de 2026

Reynaldo. Informações inúteis!!?? São fatos históricos.

O diálogo não é sobre bandidos políticos, se fosse não falta argumentos e fatos reais ( não fakes) sobre sociopatas de organizações criminosas no Executivo, Judiciário e principalmente Legislativo. Mensalão, Petrolão e Lava-Jato são exemplos, mas não os únicos.
( Por que Nossa Política é Tão Burra? Matéria da Super interessante) Se tiver interesse em ler.

O que determina e sempre determinou o preço final dos combustíveis nos postos, o que a gente paga?
Você deve saber.
Ainda mais o monopólio da Petrobras no controle da precificação. Porém, há diversos impostos e custos e o lucro.
E o petróleo vem de longe e é refinado para virar combustível. Influenciado por fatores externos ( vide guerras no Oriente Médio) e pelo câmbio, o querido dólar norte-americano.
Então é óbvio que a redução do preço nunca houve. Oferta e demanda.
Mesmo assim, fiz uma pesquisa rápida com ajuda de I.A. : Historicamente, o preço dos combustíveis no Brasil raramente apresenta quedas nominais (o valor no visor da bomba diminuir). No entanto, se analisarmos o **preço real** (ajustado pela inflação) e a **paridade** entre álcool e gasolina, existiram momentos de alívio e janelas de oportunidade.
Desde que a mistura de anidro na gasolina se tornou padrão, o comportamento dos preços seguiu alguns ciclos marcantes:
### 1. O Início e o Proálcool (Anos 70 e 80)
Nessa época, o governo mantinha o preço do álcool artificialmente baixo (chegando a custar **59%** do valor da gasolina) para incentivar a adesão aos carros movidos a cana. Houve baixas relativas para o consumidor porque o subsídio era massivo. O preço na bomba era estável, mas o custo para o Estado era alto.
### 2. A Crise de Abastecimento (1989 – 1990)
Este foi o primeiro grande choque. O preço do álcool disparou devido à falta de produto. Muitos motoristas se sentiram traídos, o que causou uma queda na venda de carros a álcool e interrompeu qualquer ciclo de “baixa” de preços por um bom tempo.
### 3. A Era Flex e a Safra (2003 – Atualmente)
Com a chegada dos motores Flex, o mercado passou a ter uma variação sazonal muito clara:
* **Baixas na Entressafra:** É raro o preço cair de forma absoluta, mas durante o auge da colheita da cana (abril a setembro no Centro-Sul), o preço do etanol costuma ter deflação ou estabilidade enquanto a gasolina sobe.
* **A Regra dos 70%:** O momento de “baixa” para o bolso do brasileiro passou a ser técnico. Sempre que o etanol custa menos de 70% da gasolina, considera-se uma vantagem econômica (baixa relativa).
### 4. O Choque de 2022 (Redução de Impostos)
Recentemente, houve um momento de queda nominal expressiva nos preços em todo o Brasil. Em meados de 2022, o governo federal sancionou a Lei Complementar 194, que limitou o **ICMS** sobre combustíveis.
* Isso causou uma queda imediata e visível nos preços da gasolina e do álcool nas bombas por alguns meses, sendo um dos poucos momentos da história recente em que o consumidor viu o preço “voltar para trás” de forma drástica.
### Resumo da Lógica de Preços
As baixas de preços no Brasil geralmente não ocorrem por “bondade” do mercado, mas sim por:
1. **Sazonalidade:** Excesso de oferta de cana no meio do ano.
2. **Intervenção Tributária:** Redução de impostos (como o PIS/Cofins ou ICMS).
3. **Cotação do Petróleo:** Quedas no mercado internacional (Brent) que a Petrobras repassa (ou não) para as refinarias.
No longo prazo, a tendência é sempre de alta devido à desvalorização do Real, já que a gasolina segue o preço do dólar e o álcool acaba acompanhando a valorização da terra e dos custos de produção.

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Rubens de Camargo Vianna Filho 14 de abril de 2026

Por isso Reynaldo, seu comentário é típico de viés de confirmação e falácia de espantalho.
Pois acusa somente este governo ou partido do governo como único culpado do preço atual e do passado ( …qual foi a vez que a adição de etanol na gasolina barateou o preço…). Aliás, tem se tentado abaixar com a eliminação de impostos e benefícios, só que a má fé de muitos donos de postos de combustíveis se aproveita da crise desencadeada pelo sociopata Trump, “amigo” do clã da extrema direita, para aumentar muito mais o preço.

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Reynaldo 15 de abril de 2026

Errado. Todo governo é ladrão e tô nem aí com nenhum.

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Luis Dias 7 de maio de 2026

Esse relato não altera o fato de que o aumento da mistura pode vir a reduzir a durabilidade dos motores não flex, como é o caso do meu Nissan Sentra 2024.

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Alvaro 12 de abril de 2026

Espero que ao menos não descontinuem a gasolina premium, q em tese mantém os 27% de mistura… Tenho um Suzuki e não pretendo trocar.

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Danilo 16 de abril de 2026

Por enquanto a premium tem 25% de álcool. 27% era a quantidade de álcool na gasolina comum até meados de 2025. De toda forma, espero que não mudem também na premium. Também tenho moto que não é flex.

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