Placa preta: saiba o que é mito e o que é verdade

Placas pretas ainda despertam dúvidas; para obtê-las, o veículo tem que se enquadrar em pré-requisitos específicos

Por Alexandre Carneiro 12/05/18 às 17h19

Carros com placa preta circulam pelas ruas do país há cerca de 20 anos. Porém, até hoje existem muitos equívocos sobre eles. O fato é que esse tipo de chapa segue critérios objetivos e tem finalidades bastante específicas.

Para esclarecer essa questão, o AutoPapo conversou com dois especialistas: Otávio Pinto de Carvalho, presidente do Instituto Cultural Veteran Car, e Luis Augusto Malta, diretor técnico do Clube de Veículos Antigos de Minas Gerais (CVA-MG). Os dois são vistoriadores de automóveis candidatos à placa preta, e as entidades das quais fazem parte são filiadas à Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA).

Placa preta: saiba o que é mito e o que é verdade

“A gente ouve todo o tipo de disparate”, relata Malta, referindo-se à quantidade de boatos sobre as placas pretas que espalham entre as pessoas. Veja, a seguir, alguns deles, classificadas como verdadeiros, falsos ou em parte (quando a informação procede, mas com ressalvas):

Circulação restrita a fins de semana e feriados? FALSO

“Essa é uma pergunta frequente, se há alguma restrição de circulação, e não há. As regras são as mesmas que regem os veículos com placas convencionais”, esclarece Carvalho. Ou seja, quem tem um carro antigo pode transitar em qualquer dia da semana, a qualquer hora, menos em cidades onde há rodízio; nesses casos, vale a regra municipal determinada para toda a frota.

Mudança do código alfa-numérico da placa? FALSO

Há quem pense que, quando um veículo recebe a placa preta, ocorre uma mudança nas letras e nos números da chapa. Todavia, isso não é verdade: “O carro, quando foi emplacado, ganhou aquele código. E o código não muda. Nem quando se vende o carro, nem quando se obtém a placa preta”, explica Carvalho. Ele lembra, entretanto, de outra questão: “Vai mudar, mas para todos os veículos, tanto antigos quanto novos, é quando entrar em vigor o novo padrão de placas Mercosul”.

Carro com placa preta tem isenção de impostos e taxas? EM PARTE

Proprietários de carros antigos com a placa preta podem ter alguma isenção fiscal. Porém, isso varia entre um Estado e outro. “A placa preta é fruto de uma legislação federal, mas o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) é estadual, e cada Estado tem o seu critério. Em São Paulo, por exemplo, carros com 30 anos automaticamente deixam de pagá-lo. Em Minas Gerais, são isentos apenas veículos considerados de valor histórico, com placa preta. Porém, é preciso obter uma certificação no Iepha (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico) e encaminhá-la à Secretaria de Estado da Fazenda”, exemplifica Carvalho.

Vale ressaltar, contudo, que a isenção, nesses casos, é relativa apenas ao IPVA. “O proprietário continua pagando o seguro obrigatório e a taxa de licenciamento normalmente”, salienta o presidente do Instituto Cultural Veteran Car.

Placa preta é concedida a veículos originais com ao menos 30 anos? VERDADEIRO

A primeira exigência para se obter a placa preta é de o veículo ter, no mínimo, 30 anos de fabricação. Além disso, é preciso atender a critérios de originalidade, avaliados pelos clubes credenciados ao Denatran no ato da vistoria. “É comum ver proprietários tentando colocar placa preta em carros muito modificados”, explica Malta. Segundo ele, os clubes filiados à FBVA seguem um formulário padrão, que traz quatro blocos de quesitos: mecânica, elétrica, carroceria e interior, cada um com subitens específicos.

Placa preta: saiba o que é mito e o que é verdade - Documento CRV Veículo de Coleção

Com base nesse formulário, o avaliador vai atribuindo notas em diferentes quesitos. No final, o automóvel tem que obter no mínimo 80 pontos para ser aprovado. Desse modo, alguns pormenores podem não ser originais, mas a margem para alterações é pequena. Além do mais, algumas modificações causam reprovação automática e sumária, independentemente dos resultados obtidos em outros aspectos. “São itens excludentes: cores completamente fora do padrão de época, suspensão rebaixada e substituição do motor pelo de outro modelo”, adverte Carvalho.

Veículos malconservados, mas originais, estão aptos? FALSO

“Às vezes a gente vê alguém tentando colocar placa preta em um carro que sequer tem condições de circular; aparecem verdadeiros escombros sobre rodas”, relata Malta. Ele afirma que a vistoria leva em consideração tanto a originalidade quanto o estado de conservação, até porque o veículo, mesmo antigo, precisa ter condições mínimas de segurança.

“A nota máxima de cada item (do formulário) tem como base o original perfeito ou o restaurado nos padrões originais. Um carro original, mas em péssimo estado, perde muitos pontos e acaba sendo reprovado”, resume Carvalho. Vale destacar que, no ato do emplacamento, o bem ainda precisa passar pela vistoria padrão do Detran local.

Todo tipo de veículo antigo pode ter placa preta? VERDADEIRO

“Qualquer veículo emplacado pode receber a placa preta”, confirma Carvalho. Desse modo, carros e motocicletas, nacionais e importados, e até ônibus e caminhões podem ter a placa de coleção. Porém, especificamente no caso dos modelos pesados, o especialista pondera que pode ser mais difícil providenciar os trâmites: “Não são todos os clubes credenciados na FBVA que fazem vistoria nesse tipo de veículo, porque muitos não têm o conhecimento técnico para isso. Mas existem entidades que fazem, sim”, diz.

A placa preta valoriza o carro? EM PARTE

“A ideia básica da placa preta é diferenciar um carro que tem valor histórico de um carro comum”, diz Carvalho. Como trata-se de uma certificação que, em tese, só é concedida a veículos com elevado índice de originalidade e em ótimo estado de conservação, faz sentido pensar em uma maximização no valor do bem. “Tem gente até que coloca a placa preta apenas com fins comerciais, para valorizar o carro antes de vendê-lo”, pontua o presidente do Instituto Cultural Veteran Car.

Porém, há outras variáveis a considerar antes de estipular o preço de um automóvel antigo. Malta destaca que trata-se apenas de mais um item a ser levado em consideração: “A placa preta, por si só, não agrega valor, especialmente aos olhos de antigomobilistas mais experientes”, diz. Para ele, critérios como originalidade e conservação são os mais importantes e não necessariamente estão relacionados ao tipo de placa. Desse modo, dois veículos antigos do mesmo modelo, com as mesmas características e em igual estado de conservação, mas sendo um emplacado com a chapa padrão e o outro com a de colecionador, podem ter valores situados no mesmo patamar.

Placa preta: saiba o que é mito e o que é verdade

Os dois especialistas também apontam distorções nos objetivos da chapa preta. “O problema é que, hoje, tem muito picareta fazendo placa preta por aí, inclusive com vistoria não-presencial, porque qualquer um credenciado ao Denatran pode emitir o certificado de originalidade (necessário para obtê-la)”, lamenta Carvalho. “Nos últimos 15 anos, o antigomobilismo explodiu no país, e atualmente há muita placa preta sendo feita de maneira… Paralela, digamos assim”, diz Malta. “Mas os clubes sérios seguem fazendo vistorias muito rigorosas”, enfatiza o Diretor Técnico do CVA-MG.

Dispensa de itens de segurança e de controle de emissões? VERDADEIRO

Malta esclarece que um dos objetivos da placa preta é permitir que veículos incapazes de atender a algumas exigências da legislação atual possam ser preservados. “Ela foi criada na virada dos anos 2000, pela FBVA, devido à chegada do novo código de trânsito, que obrigava os carros a terem equipamentos que os modelos mais antigos não tinham”, discorre Malta. Cabe a ressalva de que a adaptação de alguns equipamentos pode ser até mesmo inviável: instalar cintos de segurança em um modelo da década de 30 ou 40, que não foi projetado para recebê-los, não deixará os ocupantes mais protegidos.

Além da possibilidade de circular sem esse tipo de equipamento, a placa preta também permite que os veículos antigos, cujos motores são mais poluidores, devido à ausência de tecnologias como injeção eletrônica ou catalisador, sejam dispensados de inspeções de controles de gases do escapamento, que já ocorreram em São Paulo, por exemplo.

Satisfação

Para os especialistas consultados pelo AutoPapo, o maior motivo para se colocar a placa preta em um carro antigo não pode ser mensurado: é a realização pessoal. “Os proprietários ficam muito emocionados, principalmente os de carros que estão na família há muitos anos. As pessoas comemoram a aprovação na vistoria como se tivessem passado no vestibular”, opina Malta. “Um dos benefícios é a satisfação do proprietário, por ter um bem original e de valor histórico”, acrescenta Carvalho.

Fotos Alexandre Carneiro | Auto Papo

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35 Comentários
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    Fernanda 28 de novembro de 2019

    O carro é ano 94, mas a cor original é vermelha. Posso mudar pra cor preta e mesmo assim tentar a placa preta???

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    Cintia 23 de novembro de 2019

    Boa noite.
    Poderia me informar quanto eu gastaria para todo o trâmite?
    ( pedir placa preta )
    Obrigada

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    Lucas Mello. 12 de novembro de 2019

    Olá!
    Vou ser dono de um gol modelo 74, ano 83. Daqueles batedeiras e tal.
    O carro está praticamente todo original.
    Bancos, vidros, parachoques e tudo mais;
    Porém há alguns anos ele foi pintado. Isso pode impedir de que o mesmo tenha placa preta?

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    WILLIAM MIRANDA CAETANO 29 de outubro de 2019

    Uma pergunta tenho uma moto 1982 com um motor de 1983 cadastrado no documento tudo certinho, tenho possibilidades de mesmo assim conseguir uma placa preta ?

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    Pedro 21 de setembro de 2019

    Um carro restaurado pode colocar placa preta
    .

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    Eryjhonson Lima Lira 13 de agosto de 2019

    Para ter a placa preta, é preciso o carro ter até às rodas de fabricação?

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      Carlos Doutrinador 22 de agosto de 2019

      Não. Carros sem rodas pode ter placa preta. Mas o uso é restrito em cima de caminhão guincho

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    Ataíde Antonio 26 de julho de 2019

    Ótima matéria muitas coisas eu não sabia,achei interessante.
    Só uma observação,o IPVA,em São Paulo não é cobrado para veículos a partir de 20 e não 30 como foi dito.

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    Marinho 17 de junho de 2019

    Adquiri um automóvel com placa preta emitida em SP capital por um agente credenciado há anos e este veiculo veio com alteração de motor (outra marca), alterado entre 2015 e 2016 (anterior a emissão do certificado de originalidade), e o certificado esta datado no mesmo dia do laudo de vistoria para transferência de veículos, que foi realizado no final de 2017. Não existem quaisquer ressalvas no certificado sobre tal alteração, atestando assim aptidão para Col/Automovel. Encontro uma certa dificuldade e já perdi 4 negócios por este motivo. Gostaria de saber se realmente a placa preta é compatível com a situação desse automóvel ou se no processo de emissão houve alguma possível irregularidade. O que faço? Att.

    • AutoPapo
      AutoPapo 15 de julho de 2019

      Os clubes filiados à FBVA (Federação Brasileira de Veículos Antigos) seguem um formulário padrão, e, de acordo com esse formulário, a troca de motor pelo de outra marca resulta em reprovação sumária na vistoria para obtenção da placa preta. Porém, existem entidades não vinculadas à FBVA que também fazem essa vistoria, adotando critérios próprios. Vale destacar que, para emitir o certificado de originalidade, o clube precisa apenas credenciar-se junto ao Denatran de seu estado; não há exigência de vínculo com a FBVA. Acredito que, provavelmente, foi uma dessas entidades que vistoriou seu veículo.

      Atualmente, há um movimento entre os antigomobilistas para que apenas clubes ligados à FBVA possam se cadastrar junto ao Denatran e fazer as vistorias de placa preta, justamente para que não aconteça esse tipo de variação em relação aos critérios adotados. Todavia, como não há essa exigência atualmente, casos como o seu não chegam a constituir uma irregularidade. Parece tratar-se de uma distorção, que lamentavelmente pode ocorrer enquanto não houver uma padronização nos critérios adotados.

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    MARCELLO FERREIRA 3 de junho de 2019

    ola bom dia tenho uma duvida que ninguem sabe me explicar ,,, carro com placa preta em minas gerais paga ipva ???????

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      Carlos Doutrinador 22 de agosto de 2019

      lei a reportagem de novo. La explica.

    • AutoPapo
      AutoPapo 23 de agosto de 2019

      Olá, Marcello

      Não paga

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    Nilton 28 de maio de 2019

    Posso viajar no carro para outras cidades ou não

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    Maria José 25 de abril de 2019

    Sr Alexandre,
    Temos um fusca 1978, que só pertenceu ao meu pai, desde a Concessionária. Ele é todo original. Agora, nós, os filhos, não queríamos vender. Meu pai gostava muito do fusquinha dele. Tem um valor sentimental pra gente. Resolvi ficar com ele, e pagar meus irmãos. Gostaria de saber se tem possibilidade de colocar placa preta, e, quais os procedimentos para isso.
    Muito obrigada
    Desculpe o incomodo
    Maria Jose de Vasconcelos Andrade- Jacutinga MG

    • Alexandre Carneiro
      Alexandre Carneiro 25 de abril de 2019

      Olá, Maria José, como vai?
      Sim, existe a possibilidade de colocar a placa preta no seu Fusquinha, uma vez que, por ter sido fabricado em 1978, ele já tem 41 anos. Vale lembrar que, como explica a matéria, qualquer veículo emplacado com pelo menos 30 anos de fabricação pode receber a chapa de coleção. Primeiramente, você deve procurar um clube de automóveis antigos credenciado junto à FBVA (Federação Brasileira de Veículos Antigos) para que seja realizada uma vistoria. Tal procedimento serve para atestar a originalidade e o estado de conservação do carro. Uma vez aprovado nessa vistoria, o clube emitirá um certificado de originalidade: esse documento deverá ser apresentado à Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de sua cidade, onde o veículo receberá a placa preta. Veja informações mais detalhadas no site do Detran-MG.
      Abraço e obrigado por acompanhar o AutoPapo!

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    Luiz Garcia 24 de abril de 2019

    tenho um veiculo (moto cb500 four 1974)…44 anos de uso , porem esta parada a 30 anos…., estou lutando para mudar a placa amarela para placa cinza , esta um calvario , uma luta incansavél que ja fazem 20 anos …, já fui nk detram sp umas 50 vezes , mais a burocracia me impede de fazer valer os meus direitos de cidadão já que quero documentar o meu veiculo todo original por meios legais…., por gentileza alguem pode me dar infirmações de como conseguir tao milagre , muito obrigado a todos.

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    Marco Aurélio Rodrigues 16 de abril de 2019

    Boa tarde
    Estou comprando um carro com placa preta ele e de sp/santo André e eu moro em sp/sp pelo q vi nas respostas teria q fazer uma nova vistoria para continuar com a placa preta
    Quanto gastaria em media

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    Rogerio S Leite 8 de abril de 2019

    O ultimo item é o mais desejado e ovacionado, eu consegui a placa preta a uma semana no meu fuscao 71, esta na familia desde zero, foi muito emocionante vê-lo com as placas pretas, meus filhos piraram qdo viram o fusca ja emplacado. Vlw muito as ida e vindas ao detran. Abs

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    Noevo Jose Osmarini 13 de março de 2019

    Gostei da materia referente a placa preta para carros com 30 anos ou mais

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    Noevo Jose Osmarini 13 de março de 2019

    Gostei muito desta orientação, tenho um Delrey Ghia ano 1988 todo original, com esta de conservação muito bom, como devo proceder para obter a placa preta

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    mauro 16 de fevereiro de 2019

    Gostaria de pleitear placa preta para minha motocicleta honda ano 1972 em perfeito estado de conservacao e originais, na qualidade de colecionador, e mito ou verdade quanto a facilidade para importar alguma peca mecanica para manutencao da mesma?

    • AutoPapo
      AutoPapo 23 de agosto de 2019

      Olá, Mauro.

      A placa preta não cria nenhuma facilidade na importação de peças.

      Obrigado e abraço.

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    Alexandre 13 de fevereiro de 2019

    EXCELENTE matéria! Pena que meu carro “só” tem 25 anos e ainda ñ está apto…abs!

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    Fábio chaves 6 de fevereiro de 2019

    Primeiramente parabéns pela “aula” que esta matéria nos
    Trouxe.
    Estou comprando um veículo com placa preta em um estado diferente do que pretendo emplacar em meu nome. Como devo proceder para manter a placa preta já existente?
    Obrigado

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      MARIO SERGIO MACHADO 2 de maio de 2019

      Vai ter que submeter novamente o veiculo a um novo processo de reconhecimento, onde sera emitido um novo certificado de autenticidade, sera agendada uma pericia no veiculo e só depois disso, vc ira ao despachante com o certificado, a vistoria e dara a entrada na transferencia do veiculo e adquirá uma nova placa para sua cidade….no campo de observaçôes do veiculo vira a anotação de ” veiculo de coleção”…

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    Neto vieiraVmiranda 18 de dezembro de 2018

    Foi comprando carro golpe banco Brasil cheque frutado de rio grande sul

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    Angelo 17 de setembro de 2018

    Uma vez com placa Preta, o veículo pode ser modificado sem perder a placa Preta? Essa vistoria é anual? No caso de envelopar o carro por exemplo.

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      Leonardo 23 de março de 2019

      Pode modificar a vontade. Mas quando vender o veículo a placa não vai com ele, pois o certificado esta em seu nome e o novo dono vai ter de passar por uma vistoria para conseguir novamente a placa preta e ai vai dar ruim..

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    Renato 4 de setembro de 2018

    A Placa Preta nunca foi criada por esta instituição citada (FBVA). Há inclusive o texto do próprio criador (Dr. Roberto Nasser) falando da sua criatura (Placa Preta) e as diversas tentativas de se mostrarem criador da mesma. Isso empobrece e enaltece cada vez mais a importância que essa entidade dá para continuar iludindo e criando lendas À respeito no mercado antigomobilista! Segue o texto: http://www.carroantigo.com/portugues/conteudo/placapreta_historia.htm

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      Altedânio Jardim 28 de setembro de 2018

      Que diferença faz?

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    Edilson silva 5 de agosto de 2018

    Ótima matéria. Muito esclarecedora, parabéns

    • Alexandre Carneiro
      A 5 de agosto de 2018

      Olá, Edilson!
      Obrigado, ficamos felizes que você tenha gostado.
      Abraço e continue nos prestigiando.

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    Daniel 15 de maio de 2018

    Podemos replicar essa matéria citando a fonte no nosso site Tudo para Opala?

    • Felipe Boutros
      AutoPapo 15 de maio de 2018

      Pode sim, Daniel. Obrigado!

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