Renault Kwid Intense 1.0

Preço é a alma do negócio

Por Marcus Celestino06/10/17 às 16h25

O Renault Kwid mal chegou e já fez um salseiro no mercado de automóveis no Brasil. Dizem que a propaganda é alma do negócio, mas, no caso do hatch subcompacto, o preço é alma, pulso, cérebro e coração. Quando anunciado que o modelo seria vendido, em sua versão de entrada, por R$ 29.990, a concorrência se viu entrincheirada. A configuração de topo Intense, testada pela reportagem do AutoPapo, é R$ 10 mil mais cara. Mesmo assim tem “cancha” suficiente para fazer estrago.

A Renault intitula o Kwid de SUV. E, pelo menos de acordo com o Inmetro, pode. Segundo o instituto, um veículo pode se encaixar na categoria dos utilitários esportivos se tiver ângulo de ataque mínimo de 23º (com tolerância de -1º), ângulo de saída de 20º (com tolerância de -1º) e altura livre do solo de 18 cm. O modelo se encaixa na descrição, mas convenhamos: está longe de ser um digno fora-de-estrada. Contudo, pode ser beneficiado pela definição acima. Foi homologado como SUV compacto.

Renault Kwid Intense 1.0

O Kwid tem 18 cm de altura do solo e ângulos de ataque (24º) e saída (40º) bons. O ângulo de transposição também merece referência: 10º. Numa tradução, estes dados técnicos indicam que o subcompacto tem capacidade para superar aquelas saídas de garagem mais melindrosas e não esbarrar em quebra-molas. Além disso, tem visual mais robusto, com linha de cintura que se eleva gradativamente e mais lata em detrimento do vidro. Estas características servem para dar ao Kwid uma pretensão de utilitário esportivo.

Construído sobre a plataforma CMF-A, da aliança Renault-Nissan, o subcompacto tem design interessante. As linhas não apenas dão ao carrinho visual mais parrudo. Elas são harmônicas e muito bem equilibradas. Não parece, em momento algum, que o Kwid recebeu uma dose de anabolizantes. Agrada. A fabricante francesa tem muitos acertos neste campo e o seu novo produto é mais um.

Renault Kwid Intense 1.0

O Renault Kwid nacional tem cerca de 100 kg a mais que o modelo comercializado no mercado indiano. Toda a “gordura” é creditada à reforços estruturais. No entanto, ainda é leve. A versão testada tem peso em ordem de marcha de apenas 786 kg. É bom destacar que o veículo vendido na Índia fracassou em dois testes de segurança realizados pelo Global NCAP. Por isso, no Brasil, além de reforçar estruturalmente o Kwid, a Renault adicionou – desde sua configuração de entrada – quatro airbags e dois pontos de fixação de cadeirinhas infantis Isofix. Segundo a fabricante, a plataforma é 20% indiana. O subcompacto ainda não foi submetido a provas do Latin NCAP, programa de avaliação de veículos novos para a América Latina.

Se externamente o Kwid é bela viola, por dentro não se pode dizer o mesmo. Apesar de mais espaçoso que Fiat Mobi e Volkswagen up!, o “SUV dos compactos” acomoda com certo conforto apenas quatro adultos. Em seu site oficial, a fabricante diz que o modelo “acomoda cinco pessoas confortavelmente”. Não é verdade. O acesso ao banco traseiro também deixa a desejar. Mesmo para os mais baixinhos, com cerca de 1,70 m, é recomendável se abaixar para evitar bater a cabeça. O porta-malas tem boa capacidade para a categoria e a tampa fecha de maneira fácil. O encosto do banco traseiro pode ser rebatido de forma a levar mais volume.

Renault Kwid Intense 1.0

A posição de dirigir não é boa. Não há regulagem de altura para o assento do condutor e tampouco ajustes de profundidade e altura da coluna de direção. O banco, revestido em tecido e com detalhes em couro sintético, não tem forração agradável e não é nada anatômico – prejudicando o motorista em viagens mais longas. Também não existe descanso para o pé esquerdo. Assim como em outros modelos da Renault pensados para mercados emergentes, os comandos elétricos dos vidros se encontram no painel, abaixo da central multimídia. Serve para economizar, mas é um incômodo em termos ergonômicos.

Outro galho: as portas se travam automaticamente assim que o carro entra em movimento. Para destravá-las, apenas com o veículo parado e por meio de botão no centro do painel. Uma chatice. Na estrada isso é um perigo. Pode até passar uma sensação de segurança, mas a trava apenas neutraliza as maçanetas externas. No caso de acidente o socorro é dificultado por causa deste inconveniente. Por fim, as janelas de trás são abertas por manivelas e, mesmo assim, não se abrem por completo.

Renault Kwid Intense 1.0

Contudo, inconveniente mesmo é o acabamento. Sim, chega a ser de teor impróprio de tão espartano. Também pudera. O Kwid é uma obra da mesma mente por trás da primeira (e jurássica) geração do Logan. O nome da fera? Gerard Detourbet. Isso significa que os custos de produção do subcompacto foram barateados ao máximo. Pinos (sim, pinos) travam as portas. Mesmo na versão testada, de topo, o acabamento é tosco. O plástico duro é onipresente no habitáculo, presente por todos os lados. Os encaixes não são benfeitos. Detalhe em branco marfim na porta, bem como área plástica próxima ao cinto de segurança do condutor, estavam se soltando.

Ao volante

A direção assistida eletricamente, item de série na versão testada, é excessivamente direta e não transmite segurança ao condutor. O volante não volta para o centro, indicando um problema de cáster. O câmbio manual de cinco velocidades tem engates precisos, mas é possível ouvir o barulho e sentir o tremelique do trambulador. Em ciclo urbano, o Renault Kwid se mostra esperto, muito por conta da relação peso-potência e peso-torque. O motor 1.0 tricilíndrico gera 70 cv a 5.500 rpm e 9,8 kgfm a 4.250 rpm quando abastecido com etanol. Mas, graças à leveza do subcompacto, dá conta do recado na cidade. É evidente que em municípios com topografia acidentada o desempenho não é tão bom. Todavia  – ao contrário do Chevrolet Onix 1.0, por exemplo – é aceitável. Além disso, por conta de um bom diâmetro de giro (10 m) e da já citada direção, o veículo é bom de manobra.

Renault Kwid Intense 1.0

Nas estradas o desempenho do Renault Kwid não é bom. As acelerações e retomadas são lentas demais. Para trazer o motor “de volta” tem de se pisar muito no acelerador. Acima dos 100 km/h, o comportamento dinâmico do subcompacto é motivo de temor. Volante e pedais começam a trepidar e condutores menos experientes podem não conseguir manter o carro no prumo. Nas curvas, a experiência é ainda pior. Por ser muito leve e um pouco mais alto, o Kwid apresenta instabilidade perigosa. A carroceria inclina demais até mesmo naquelas que pouco exigem do veículo. Para completar, a suspensão não é firme e sequer absorve as imperfeições do solo de maneira devida. Ponto positivo, porém, para o baixo consumo de combustível. Abastecido com álcool, registrou média de 10 km/l.

Para baratear, a Renault optou por retirar o comando variável de válvulas do motor. Em vez de correia dentada, foi de corrente. Já o tanquinho de partida a frio está presente, uma maldita insistência da fabricante. É preciso destacar que, como em todo três cilindros, o ruído metálico incomoda. O problema é que, no caso do Kwid, a coisa passa do ponto. O motor é excessivamente ruidoso.

Renault Kwid Intense 1.0

O isolamento acústico praticamente inexiste. Isso sem contar a “bateção” no habitáculo. Como mencionado anteriormente, os encaixes são malfeitos. Painel central e portas fazem muito barulho, causando muito desconforto aos ocupantes. O bagagito também gera muitos ruídos por conta da ineficácia de sua fixação no processo de montagem.

Segurança e conforto

O Renault Kwid, além dos quatro airbags e dos dois pontos de fixação Isofix, conta com cintos dianteiros com regulagem de altura. Há dispositivo de alerta visual e sonoro para o uso do cinto de motorista e passageiro do banco da frente. Incomoda (e isso é bom). Na traseira, apoios de cabeça para todos os três ocupantes. O cinto central é abdominal.

Renault Kwid Intense 1.0

Na versão testada, o subcompacto também oferece central multimídia MediaNAV. A tela sensível ao toque de 7” é resistiva, mas não compromete. A câmera de ré, embutida na insígnia da Renault, não é lá tão confiável, mas ajuda bastante. O veículo ainda conta com GPS e Bluetooth. A tampa do porta-malas pode ser aberta por meio de comando interno ou pela chave. Não há miolo de fechadura para abertura. Além disso, a versão Intense vem com ar-condicionado, trava e vidros dianteiros com acionamento elétrico, retrovisores com comandos elétricos e computador de bordo.

Renault Kwid Intense 1.0

Batendo o martelo

O Renault Kwid é um produto desenvolvido para o mercado indiano, menos exigente que o nosso. Não à toa, o objetivo do projeto é corte de custos, barateamento. Além dos exemplos já mencionados, podemos ainda citar a única palheta do limpador de para-brisas e os três parafusos no cubo de cada roda, quando nós estamos habituados a quatro. Tudo foi pensado para deixar o carro barato.

Renault Kwid Intense 1.0

Por se tratar de um produto de baixo custo de produção, não se pode esperar muito do Kwid. O modelo não é o “SUV dos compactos”, não é um exemplo da boa engenharia e, tampouco, da boa qualidade. Seu comportamento dinâmico deixa a desejar nas estradas. Mesmo equipado com quatro airbags e dotado de reforços estruturais, ainda não sabemos como o veículo irá se portar nos testes de colisão do Latin NCAP.

O Kwid, contudo, cumpre bem o seu papel em ciclo urbano. Na realidade, cumpre bem o papel de veículo de entrada (mesmo na versão testada, que beira R$ 40 mil). A verdade é que o Renault Kwid é um carro com preço competitivo. Muito, se levarmos em consideração o valor dos automóveis no Brasil. Por isso, mal chegou ao mercado e já obliterou a concorrência. Foi o segundo mais vendido do país no mês de setembro. Segurança? Conforto? Desempenho? Não. O preço é a alma do negócio.

Renault Kwid Intense 1.0

Ficha técnica do Renault Kwid Intense 1.0

Motor: 1.0, tricilíndrico, bicombustível

Potência: 70 cv (etanol)/ 66 cv (gasolina) a 5.500 rpm

Torque: 9,8 kgfm (E)/ 9,4 kgfm (G) a 4.250 rpm

Transmissão: manual de cinco velocidades, tração dianteira

Direção: do tipo pinhão e cremalheira, assistida eletricamente

Freios: disco ventilado na dianteira e tambor na traseira

Suspensão: McPherson na dianteira, com barra estabilizadora; eixo rígido na traseira

Dimensões: 3,68 m de comprimento, 1,58 m de largura, 1,47 m de altura e 2,42 m de distância entre-eixos

Peso: 786 kg

Carga útil: 375 kg

Porta-malas: 290 litros

Consumo: 10,3 km/l (E)/ 14,9 km/l (G) em ciclo urbano; 10,8 km/l (E)/ 15,6 km/l (G) na estrada

0 a 100 km/h: 14,7 segundos

Renault Kwid Intense 1.0

(Fotos: Marlos Ney Vidal)

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24 Comentários
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    ANDERSON ALEXANDRE 16 de junho de 2019

    A PROPAGANDA É A ALMA DO NEGOCIO E ATRAVÉS DE VARIAS PESQUISAS ACHEI QUE SERIA UMA BOA AQUISIÇÃO, ENTÃO O QUE EU FIZ ? INDIQUEI PARA 2 AMIGOS A COMPRA DO CARRO E COMPREI 1 , TOTAL DE 3 KWID. Que se o carro é bom ? se tem um custo beneficio? se tem um bom pós venda ? se tem a peça na hora que precisa? Vá precisar da renaut como estou precisando com um problema no motor com um carro com apenas 1000 ( mil ) km. Resumindo o motor tem que passar por uma retifica e por ser um carro novo no mercado não tem quem faça e se for comprar um motor novo, sabem quanto custa? R$ 28.211,00 ( Vinte e oito mil e duzentos e onze reais) Caso alguém tenha duvida podem me solicitar o orçamento que tenho da renaut.

    Pessoal nunca perdi meu tempo para está digitando algo desse tipo no domingo, até mesmo porque esse não é o meu primeiro carro e nem o segundo mais queria alertar aqueles que não comprou um kwid para desistir esse carro é uma furada parta para um carro popular nacional mesmo sendo mais caro um pouco será bem mais vantagem.

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    Tiago Destéffani Admiral 10 de maio de 2019

    Ótimo artigo, bem esclarecedor. Vou continuar com meu Vectra elegante 2006, bem melhor que esse zero pelo que vi

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    Marcelo Paiva 9 de maio de 2019

    Que rumo deplorável o mercado automotivo esta tomando. Sucatiaram a categoria de entrada. Carro bom agora só acima de 50k.

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    Marcus 27 de abril de 2019

    Será porque tem tanto kwid seminovo pra vender no olx??
    Tente gente arrependido no pedaço

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      Rosangela Araujo 3 de maio de 2019

      O ponto negativo do carro é a ergonomia. Gente grande não vai cansar num carro pequeno.
      Eu li muito antes de comprar um.
      Uma coisa é certa, quem não busca informação, compra o que o vendedor quer vender.

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    Alexander 11 de abril de 2019

    COMPREI UM COM 6 MIL KM ESTOU SATISFEITO COM VALOR PAGO E COM A ECONOMIA E A FORÇA DO MOTOR PELO VALOR DO CARRO ESTÁ ÓTIMO! JÁ TIVE UP DA VW VIBRA IGUAL , O CARRO ATENDE BEM PODE COMPRAR 3 ANOS DE GARANTIA REVISÃO BARATA E O ATENDIMENTO DA RENALT NA OFICINA É ATENCIOSO.

    QUEM ESTÁ QUEIMANDO O CARRO AI É OS INCOMODADOS !

    É O CARRO MAIS VENDIDO NO MOMENTO MODERNO E TEM O QUE SE PRECISA COM O VALOR DO COMBUSTIVEL NO BRASIL

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    Marco 9 de abril de 2019

    O Kwid, como veículo urbano, cumpre satisfatoriamente o seu dever. Excelente economia, agilidade. Alguns opcionais fazem falta, é verdade, mas o propósito do carro é atender e cumprir com regularidade o cansativo dia a dia do trânsito das grandes cidades.

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    joao 11 de fevereiro de 2019

    Ué, quer conforto compra uma bmw; quer arranque compre uma Ferrari; quer economia vá de jegue; não quer ter gasto não compre nada; quer ter sempre o bem use com moderação, quer manter dê a manutenção preventiva

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    CARLOS SOUSA 2 de fevereiro de 2019

    O KWID ME ATENDE MUITO BEM, CARRO COM UM CUSTO BENEFICIO DEZ. ESTA COM 6 MIL KM, NAO TIVE NENHUM PROBLEMA.

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    Aleks 28 de janeiro de 2019

    Esses dias peguei um UBER Kwid e ele já tem a 8 meses e disse estar bastante satisfeito com o carro agora com mais de 15.000 km inclusive o que se refere a consumo está muito feliz. Não sei o que pensar de todos os comentários acima…

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      Gabriel 31 de janeiro de 2019

      Eu vou comprar um, então fico com receio por conta dos comentário, mas pessoas como você me dão mais esperança.

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    Gustavo dos santos 15 de janeiro de 2019

    Cara vcs devem ser do clube dos rabugentos o povo que reclama viu o carro atende a proposta na qual ele foi desempenhado so fala mau quem nao tem nao tem esse mundo de defeitos como e relatado pelo “dono do post”achei ele bem chorao e dramatico estou satisfeito com o meu graças a deus a unica coisa que realmente faz falta e regulagem de altura e profundidade que realmente faltou ate como opcional custo beneficio vale a pena

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    Eugenio Pacelli Diniz 25 de novembro de 2018

    Acabei de comprar um zero km. Não tinha visto isso. Acho que vou deixa-lo na garagem e só vou liga-lo para a bateria não descarregar. Verdade mesmo, posso fazer isso porque eu criei um negócio interessante onde eu coloco um carro no meio, o qual sai de graça para meus clientes.

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      Marco Andre 16 de janeiro de 2019

      Nao entendí.

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    Cristiam Ferreira 26 de setembro de 2018

    Graças a Deus encontrei esses comentarios.

    Tô fora desse carro.

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    Cristiam Ferreira 26 de setembro de 2018

    Graças a Deus ……encontrei esses comentarios já estava pensando em comprar…..tô fora.

    Obrigado gente.

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      Edvanio 7 de março de 2019

      Eu tbm pensei em adquirir mas ainda bem que ví este comentário.

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    ralfo bolsonaro bueno penteado 5 de agosto de 2018

    É uma lepra e caríssima. Carter muito exposto já foi um. Caixa quebrou. Entra poeira até areia, uma refeição ctocante a bordo. Em uso urbano não recomendo dia de chuva forte. Mais um Renault meia boquissima.

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    Jeffther Lopes 28 de março de 2018

    é deplorável mesmo o que essas supostas “montadoras” fazem para não perder dinheiro (mesmo que isso signifique diminuir os gastos voltado a segurança/vida dos usuários)…tudo que é porcaria de “lançamento” dessas desmontadoras é voltado ao mercado emergente justamente pq aki é o quintal dos ditos países desenvolvidos…logo não há preocupação com qualidade, ou segurança…há somente cores berrantes, telas de 10″ c/ aplicativos e redes sociais, atores idiotas (muitos sequer dirigem as maravilhas que anunciam) fazendo propagando de lançamentos “incrivéis….o valor então,outro absurdo…os lucros das demontadoras são obscenos….e pq continuam vendendo tanto?…pq o brasileiro é modinha…muitas vezes não tem o que comer, moram de aluguel; mas dão um jeito de mostrar que podem ter um carro “fantástico”, com módicas prestações a perder de vista;justamente pq se tornam prostitutas de bancos (também safados que gostam de ludibriar , com taxas de “serviços” surreais, haja vista o lucro dos bancos privados/públicos batendo recorde atrás de recorde). Enfim o maior problema do Brasil é justamente o brasileiro que não questiona e aceita tudo numa boa, nem que pra isso tenha de arcar com valores muito maiores que praticados em outros países….é o famoso “pague dois (ou três”) leve um …depenado s/ segurança, mas que tá na moda…

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    Joao 19 de março de 2018

    Todos os carros renault, fiat, gm, ford, , nissan, toyota, hyundai. São lixos. Revistas, blogs especializadas no assunto, tomam um detalhe que é básico em uma bicicleta como vantagem. Aqueles americanos jogam fora um “New civic” hoooo bela bosta. Todo e todo carro deve ser equipado com tecnólogia de 1990. Aqui agente come côcô e acha que é perfume. Se o carro apitar quando o farol está ligado é coisa de outro mundo. haaaaa Estamos acomodados com esmola. Eu e você somos trouxas.

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      Osmar 19 de maio de 2019

      Falou o cara que anda de Ferrari!

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    maria leonor 11 de janeiro de 2018

    comprei um kwid, simplesmente ele desmonta , tudo quebra , 2 meses de terror………………

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      Ralfo Penteado 5 de agosto de 2018

      É uma lepra cara e incurável.

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    RENATO 25 de dezembro de 2017

    Peguei u alugado com 4.000 km… um lixo! Eita carrinho de brinquedo! Um barulho só! Bonitinho mas bem ordinário.

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