[Vídeo] Testamos a picape Nissan Frontier

Apesar da mentira contada pela Nissan, a Frontier, picape média da marca japonesa, tem muitos atributos que merecem ser destacados

Por Sérgio Melo23/10/17 às 08h51

A mesma plataforma originou três picapes e a primeira delas que chegou no mercado brasileiro foi a Nissan Frontier. As outras duas que estão a caminho são a Renault Alaskan e a Mercedes-Benz Classe X.

A Nissan Frontier vem importada do México e depois passará a ser produzida na fábrica Argentina da Nissan. É bem diferente da antiga Frontier, que era fabricada no Brasil. As mudanças vão desde o desenho da carroceria, passam pelo aumento da chassi, incluem modificações na suspensão traseira e chegam no interior, com mais espaço e capricho.

Veja os detalhes no vídeo abaixo:

O motor também mudou. Saiu o 2.5  e entrou um com 2.3, ambos diesel. Porém a potência de 190 cv segue inalterada. O destaque são os dois turbos: um de baixa pressão para respostas mais rápidas e que mantém velocidades de cruzeiro com economia, e outro, de alta para quando precisa de potência e pisa fundo.

O que ficou feio e vale destaque é a mentira que a Nissan tentou emplacar ao anunciar a suspensão traseira como Multlink.  Ela sequer é independente: um rígido eixo liga as rodas traseiras. Porém, a suspensão, agora com molas helicoidais na traseira, melhorou em relação ao modelo anterior. Mas em terrenos irregulares as rodas ainda pulam muito.

O QUE É

Picape média com cabine dupla para cinco ocupantes

ONDE É FEITA

Importada do México.

CONSUMO

Nenhuma maravilha. A Frontier ganhou a modesta classificação C/D no programa de etiquetagem veicular que segue os padrões estabelecidos pelo Inmetro. A média é de 8,9 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada.

QUANTO CUSTA

A versão testada custa R$ 166.700.

COM QUEM CONCORRE

Embora existam significativas diferenças, os concorrentes mais próximos em configurações similares são Fiat Toro Volcano, Toyota Hilux 2.8 SRV CD e Chevrolet S10 2.8 LTZ.

Nissan Frontier
Foto Divulgação | Nissan

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