Motor 1.0 não significa mais baixa potência, muito pelo contrário

O fenômeno do 'downsizing', tecnologia de redução de consumo e aumento de potência deu uma sobrevida ao motor 1.0 no mercado

Por Boris Feldman20/03/20 às 08h30

O motor 1.0 chegou na década de 90, junto com o carro popular, instituído pelo governo com redução de impostos para dar uma ‘mãozinha’ às fábricas. Foi uma febre, que chegou a representar 60%, 70% das vendas.

Mas ele entrou em decadência, pela falta de performance sem uma redução efetiva de consumo. Mas, nos últimos 10 anos, a tendência mundial de redução de cilindrada para reduzir consumo e emissões com turbo e outras tecnologias que o levaram a chegar, hoje, a 130 cavalos.

Se há dois anos eles representavam menos que um terço do nosso mercado, esse ano já estão chegando a 50% das vendas.

Também não é para menos: o novo Onix, os compactos da Renault, Nissan, Volkswagen, Ford, Hyundai. E até acreditem: estão chegando motores Fiat 1.0 Firefly turbo até para equipar modelos da Jeep.

Motor 1.0 200 TSI que equipa o utilitário esportivo T-Cross da Volkswagen
Motor 1.0 200 TSI que equipa o SUV T-Cross da Volkswagen (foto: Alexandre Carneiro | AutoPapo)
Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

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