Bateria viciada? Estudo revela dado impressionante sobre carros elétricos com 5 anos de uso

Levantamento baseado em 1,6 bilhão de quilômetros rodados indica que degradação de baterias de carros elétricos é menor do que o esperado por consumidores

Eletroposto da Volvo
Análise da Recurrent aponta que modelos elétricos preservam até 95% da autonomia após cinco anos (Foto: Volvo | Divulgação)
Por Júlia Haddad
sob supervisão de Eduardo Passos
Publicado em 05/05/2026 às 10h00

Um levantamento realizado pela consultoria Recurrent revelou que a autonomia das baterias de carros elétricos se mantém significativamente mais estável ao longo do tempo do que sugere o senso comum. O estudo, fundamentado na análise de mais de 1,6 bilhão de quilômetros rodados em condições reais, indica que o desgaste dos componentes é menos acentuado do que o temido por potenciais compradores.

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De acordo com os dados, veículos elétricos preservam, em média, 97% da autonomia original após três anos de uso e cerca de 95% após cinco anos. Na prática, um automóvel capaz de rodar 482 km quando novo ainda manteria um alcance aproximado de 459 km após meia década de circulação.

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Os resultados tendem a reduzir a insegurança de consumidores na transição para a mobilidade elétrica, uma vez que a longevidade da bateria é um dos principais fatores de depreciação do veículo. A constatação de uma degradação lenta favorece a valorização do mercado de seminovos, diminuindo o risco financeiro na revenda.

A pesquisa destaca que 68% dos modelos fabricados em 2023 ainda superam as estimativas oficiais de autonomia, mesmo considerando variáveis como estilo de condução e envelhecimento natural. Marcas como Cadillac, Ford, Hyundai, Mercedes-Benz e Rivian figuram entre as de melhor desempenho na retenção de carga após cinco anos.

A eficiência é atribuída a avanços tecnológicos, como novas arquiteturas cell-to-pack e sistemas térmicos aprimorados. Além disso, montadoras utilizam uma margem de reserva de bateria que é liberada gradualmente por meio de atualizações remotas (over-the-air) para compensar a perda física de capacidade ao longo do tempo.

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17 Comentários
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Jairo 5 de maio de 2026

O que ele economizou nesses 5 anos de combustível e manutenção, daria para comprar vários gols desses seus, oi seja, tem carro que é descartável

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Rodolfo 6 de maio de 2026

Em compesação ninguém vai querer comprar o seu carro elétrico com 10 anos de uso… vai ter que casar com seu carro. Já o meu Gol tinha fila de comprador…

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Rodolfo 5 de maio de 2026

5 anos não é nada!
Na família tivemos um Gol que ficou comigo até os 29 anos de uso e 242.000 km.
È sabido que o preço da troca de baterias de um carro elétrico é muito oneroso e na prática é decretada a perda total do veículo, ou seja, é um carro descartável.

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Adalberto Rodrigues 5 de maio de 2026

Não é o que acontece com as atuais baterias de fosfato de ferro-lítio. Essas baterias terão vida útil maior que a do automóvel.

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Rodolfo 6 de maio de 2026

Vida útil essa de quantos anos?

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Jairo 5 de maio de 2026

O que ele economizou nesses 5 anos de combustível e manutenção, daria para comprar vários gols desses seus, oi seja, tem carro que é descartável – Leia mais em https://autopapo.com.br/curta/bateria-viciada-estudo-revela-dado-impressionante-sobre-carros-eletricos-com-5-anos-de-uso/

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Rodolfo 6 de maio de 2026

Em compensanção o que perdeu em depreciação o carro elétrico o dono foi a falência!

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Verdade. Duram. Mas custam... 5 de maio de 2026

242000 km nada nada 24200 litros de gasolina a 6,75 atuais você gastou 163000 reais de combustível.

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Rodolfo 6 de maio de 2026

Você acha que a bateria do carro elétrico vai durar pra sempre… e ainda você acha que energia elétrica vai ser sempre barato. Imagine quando for proibido ter motor a combustão, será que o preço da energia elétrica será barato sem ter a concorrência da gasolina e do etanol?

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Felipe 6 de maio de 2026

Nem Teresona consome tanto. Melhore essa matemática kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Victor Hugo PC 7 de maio de 2026

Nem teresona? Conta padrão de 10 km/l na média da cidade gênio mas o seu carro mágico faz 15 na sua cabeça sendo que nem o carro híbrido mais econômico do mercado faz 15… Caia na real se vc for muito pé leve seu carro faz 12 ou 13. Ou fazia quando a gasolina tinha 20% de álcool. Quero ver fazer com 32% de álcool na gasolina.

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Victor Hugo PC 5 de maio de 2026

Fundir motor também é perda total porque a retifica custa mais que o valor do carro na tabela fipe…

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Eduardo 6 de maio de 2026

Mas fundição de motor é a exceção, não a regra. Assim como bateria pegar fogo.

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Rodolfo 6 de maio de 2026

Que fundir…. nunca abriu esse motor. Uma vez peguei um taxi que era Zafira 2.0-L que marcava 450.000 km sem ter sido aberto. Esse taxista ainda me disse que 450.000 km não era nada, pois ele teve um Omega 2.2-L que fez 800.000 km sem ter que abrir o motor, e vendeu ele porque enjoou do carro.
Motor que funde geralmente é de quem é negligente com manutenção preventiva, em especial troca de óleo e de fluido de arrefecimento.

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Rodolfo 7 de maio de 2026

Não! Nada haver 10 km/litro.
Meu uso com este carro (VW Gol, ano 1990, 1.8-L, câmbio manual de 5 marchas, a gasolina) era praticamente rodoviário.
Ganhei este carro do meu pai em 2008 com 190.000 km e vendi em 2019 com 242.000 km.
Eu ia a cada 15 dias da minha casa em São Paulo-SP à Ibiúna-SP (90 km), fora as ostras viagens de lazer.
Minha condução nos últimos anos que fiquei com esse carro (2018 a 2019) era econômica. Eu fazia uma média de 14 km/litro na faixa da direita da Rodovia Raposo Tavares e Rod. Bunjiro Nakao no trajeto São Paulo-SP à Ibiuna-SP. Como a faixa da direita não anda nessas duas rodovias a média era de 70 km/h.
Usando a banguela cheguei a incríveis 17 km/litro.

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Acho vc está mal informado colega hj temos várias opções de troca de bateria. 6 de maio de 2026

OK

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Rodolfo 6 de maio de 2026

O valor da bateria de alta tensão (Blade Battery) para modelos BYD no Brasil, como o Dolphin GS ou Mini, varia entre R$ 46.000 e R$ 66.000.

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